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       <title> Http://cve.acordem.com/ - Criação contra Evolução</title>
       <link>http://cve.acordem.com/.</link>
       <description>O portal das outras notícias</description>
       <language>pt-pt</language>
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<item>
	<title><![CDATA[Earth's Catastrophic Past - Geology, Creation & the Flood, por Andrew A. Snelling, Ph.D.]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/26245/]]></link>
	<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img width="500" align="middle" height="177" alt="ecp_wide.jpg" src="http://www.blogtok.com/paginas/4012/imagens/CVE/ecp_wide.jpg" /><br />
</p>
<p>O Instituto de Pesquisa sobre a Criação (Institute for Creation Research) apresenta a muito esperada actualização ao &ldquo;The Genesis Flood&rdquo;. Escrito pelo pesquisador Andrew Snelling &ndash; um dos geólogos mais eminentes no movimento da ciência criacionista &ndash; &ldquo;Earth&rsquo;s Catastrophic Past&rdquo; fornece provas geológicas actualizadas que demonstram a autoridade e exactidão do relato bíblico sobre a criação e o Dilúvio. <br />
<br />
Um número alarmante de líderes e professores cristãos acredita que Deus &ldquo;criou&rdquo; através de processos evolucionistas ao longo de milhões de anos, que Adão e Eva descendem de uma população hominídea e que um Dilúvio global nunca existiu. <br />
<br />
Passo a passo, o Dr. Snelling examina as interpretações evolucionistas do registo geológico e desconstrói as suposições e conclusões sobre as quais essas interpretações se baseiam. Com visão e com uma investigação aprofundada e erudita, O Dr. Snelling constrói um modelo geológico bíblico para a história da terra e conclui que as alegações centrais de Génesis 1-11 são verdadeiras:<br />
<br />
Deus criou tudo em 6 dias de 24 horas.<br />
Adão e Eva eram pessoas reais.<br />
Deus amaldiçoou um mundo perfeito como julgamento pelo pecado.<br />
Noé construiu uma arca pela qual um par de cada tipo de animal que se move sobre a terra e respira por narinas foi salvo assim como a família de Noé, de um Dilúvio global.<br />
A confusão de linguagens na Torre de Babel deu origem aos grupos de línguas que se encontram hoje no mundo.<br />
<br />
Depois de lerem &ldquo;Earth&rsquo;s Catastrophic Past&rdquo; os leitores ficarão com a sua fé no livro de Génesis restaurada, como sendo uma história real e literal e convencidos de que as provas científicas, correctamente discernidas e aplicadas, são de facto consistentes com o registo divino sobre as nossas origens e história, como vem relatado em Génesis 1-11. <br />
<br />
<a href="http://www.icr.org/ecp/">http://www.icr.org/ecp/</a><br />
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</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Tue, 28 Feb 2012 10:58:33 WET]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/26245/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Estrela bizarra espanta astrónomos]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/26194/]]></link>
	<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img width="500" height="333" align="middle" src="http://www.blogtok.com/paginas/18954/imagens/OrigemUniverso/Freakish_star_9_6_11_eso1132b.jpg" alt="Freakish_star_9_6_11_eso1132b.jpg" /><br />
</p>
<p style="text-align: center;">Dilúvio</p>
<p>Astrónomos detetaram uma estrela que não devia existir. A teoria atual não consegue explicar a composição de uma estrela da constelação de Leão. Além disso, esta &ldquo;estrela esquisita&rdquo; provavelmente não é única. O que explica, exatamente, a teoria moderna de formação estelar? </p>
<p> </p>
<p><br />
<br />
O Science Daily relatou as reações dos astrónomos a esta estrela, chamada SDSS J102915+172927, encontrada com o Very Large Telescope (VLT) no Chile. Chamaram à estrela &ldquo;primitiva&rdquo; porque tem uma abundância de metais muito baixa &ndash; ou seja (para os astrónomos), todos os elementos mais pesados do que o hidrogénio, o hélio e o lítio (os elementos iniciais considerados como tendo-se formado após o Big Bang). A forte linha espectral do cálcio foi detetada, mas tiveram de olhar durante muito tempo para encontrar outras. O Space.com publicou um vídeo com música igualmente esquisita, mostrando a localização da estrela em Leão, com o título &ldquo;Estrela que nunca devia ter existido, existe.&rdquo; No New Scientist, Lisa Grossman tentou descrever a surpresa de encontrar esta estrela:<br />
<br />
Imagine que é um arqueólogo. Encontra aquilo que parece ser o esqueleto de um proto-humano. Uma mão parece estar a agarrar um objeto &ndash; poderá ser uma pista sobre a forma como esses seres iniciais viviam? Raspa a lama e descobre que o objeto parece um telemóvel.<br />
<br />
A sua sensação de choque é semelhante ao que Lorenzo Monaco, do Observatório Europeu do Sul, no Chile, e os seus colegas devem ter sentido quando examinaram a composição elemental de uma estrela excêntrica, que dá pelo nome prosaico de SDSS J102915+172927.<br />
<br />
Há duas dificuldades principais em torno desta estrela. Elisabeth Caffau (Universidade de Heidelberg, Universidade de Paris) explicou a primeira: &ldquo;Uma teoria muito aceite prevê que estrelas como esta, com uma pequena massa e quantidades de metais extremamente baixas, não deveriam existir uma vez que as nuvens de material a partir das quais se formariam nunca se poderiam ter condensado.&rdquo; O New Scientist afirmou que esta estrela tem 4,5 milionésimos dos elementos pesados que se encontram no nosso sol.<br />
<br />
A outra dificuldade é a baixa abundância de lítio. &ldquo;Uma estrela tão velha devia ter uma composição semelhante à do Universo pouco depois do Big Bang, com apenas mais alguns metais&rdquo;, afirmou o Science Daily. &ldquo;Mas a equipa descobriu que a proporção de lítio da estrela é pelo menos cinquenta vezes menor que a esperada na matéria produzida pelo Big Bang.&rdquo; O que lhe aconteceu? Talvez a estrela o tenha comido. Outro astrónomo sugeriu algo semelhante: &ldquo;É um mistério como é que o lítio produzido logo após o início do Universo foi destruído nesta estrela.&rdquo; <br />
<br />
Isto é uma machadada na teoria da sopa primordial de estrelas, sugeriu o artigo do New Scientist. &ldquo;Pensa-se que as primeiras estrelas se condensaram a partir da sopa quente deixada pelo Big Bang e continham apenas hidrogénio, hélio e vestígios de lítio&rdquo;, escreveu Grossman. &ldquo;Eram gigantes dezenas de vezes mais maciços do que o sol e rapidamente explodiram como supernovas.&rdquo; Acrescentou na brincadeira: &ldquo;Até agora, o universo parecia concordar.&rdquo; Esta &ldquo;estrela impossível&rdquo; é mais pequena do que o nosso sol e, se é primordial do Big Bang, &ldquo;não se podia formar a partir da mesma matéria primordial como esses gigantes iniciais&rdquo; porque as nuvens gasosas &ldquo;estariam demasiado quentes para se comprimirem em agregados separados.&rdquo; Seria necessário que várias gerações de estrelas passassem a supernovas para gerar carbono e oxigénio em quantidade suficiente para agirem como agentes de arrefecimento que permitiriam a condensação em estrelas mais pequenas. &ldquo;De acordo com a teoria, esta estrela não devia ter sido capaz de se formar&rdquo;, comentou Grossman. &ldquo;Mas formou-se.&rdquo;<br />
<br />
Se esta fosse a única estrela assim, talvez pudessem considerá-la esquisita. &ldquo;Os investigadores referem também que esta estrela esquisita provavelmente não é única&rdquo;, termina o artigo do Science Daily. Não foi dada qualquer explicação, não foi proposta qualquer teoria revista; só mais uma viagem através do espelho: segundo Elisabeth Caffau, &ldquo;Identificámos várias outras estrelas candidatas que podem ter níveis de metais semelhantes, ou até inferiores, aos da SDSS J102915+172927. Planeamos agora observá-las com o VLT para verificarmos se é realmente este o caso.&rdquo;<br />
<br />
As teorias são divertidas até surgirem factos que as baralham. Agora é ver os dispositivos de socorro da teoria a entrar em ação. Um astrónomo do artigo do New Scientist afirmou que talvez esta estrela seja um pedaço de uma estrela gigante primordial. Talvez a estrela gigante tivesse um disco de material a girar como um carrossel descontrolado e esta estrela seja como uma das crianças que se soltam e são atiradas para a relva. Tal como dissemos, as teorias são divertidas até surgirem factos que as baralham. Os astrónomos têm de se divertir, não obstante os factos. Quando os dispositivos de socorro se tornam tão numerosos que sufocam a teoria original, anulam a sua finalidade, mesmo que os socorristas se estejam a divertir imenso.<br />
<br />
Recordemos que a observação científica é muito diferente da explicação científica. Depois de nos rirmos da estrela primitiva com um telemóvel, lembramo-nos de uma citação divertida do astrónomo Geoffrey Burbidge em 1965: &ldquo;Se as estrelas não existissem, seria fácil provar que era isso que nós esperávamos.&rdquo; Vá olhar para as estrelas (imagem). Acha que está melhor com as explicações dos astrónomos do que estava há 46 anos?<br />
<br />
1 de Setembro de 2011<br />
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http://crev.info/content/110901-freakish_star_stuns_astronomers<br />
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<br />
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</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Mon, 20 Feb 2012 11:14:17 WET]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/26194/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Ateu Richard Dawkins: “Os cristãos evangélicos mais ou menos entenderam correctamente”]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/24770/]]></link>
	<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><br />
<br />
</p>
<p>À medida que nos aproximamos da data de publicação do novo livro Already Compromised &mdash; e da forma como revela o enorme compromisso bíblico nos colégios cristãos &mdash; pensei em partilhar a transcrição de um vídeo que tenho estado a utilizar nalgumas das minhas palestras. <br />
<br />
No mês passado, o famoso ateu e evolucionista Richard Dawkins foi entrevistado por Howard Condor na Revelation TV no Reino Unido. Partes da entrevista são decepcionantes no que diz respeito à forma como o entrevistador apresentou alguns dos seus argumentos. No entanto, há uma secção da entrevista que vale mesmo a pena divulgar.<br />
<br />
Em dada altura, o entrevistador perguntou: &ldquo;Há, então, um momento decisivo em que decidiu que não acreditava em Deus?&rdquo;<br />
<br />
Richard Dawkins respondeu: &ldquo;Sim . . . suponho que mudei do teísmo cristão para um certo tipo de deísmo por volta dos catorze ou quinze anos. E depois mudei para o ateísmo por volta dos dezasseis &mdash; quinze, dezasseis anos.&rdquo;<br />
<br />
Howard Condor pergunta a seguir: &ldquo;E houve algum momento especial, ou alguma coisa que tenha lido, ou uma experiência que tenha tido que dissesse, &lsquo;sim, é isso, Deus não existe&rsquo;?&rdquo;<br />
<br />
Repare agora com atenção na seguinte afirmação de Richard Dawkins:<br />
<br />
    Ora bem, o mais importante de tudo foi perceber a evolução. Penso que os cristãos evangélicos de certa forma mais ou menos entenderam correctamente, ao verem a evolução como o inimigo. Embora os teólogos, digamos, mais sofisticados, vivam bastante bem com a evolução, acho que estão iludidos. Acho que os evangélicos perceberam, no sentido em que existe uma incompatibilidade profunda entre a evolução e o cristianismo, e acho que percebi isso por volta dos dezasseis anos.<br />
<br />
Gostaria que reparasse em duas coisas em particular:<br />
<br />
   1. Para Richard Dawkins, que professa ser ateu, a evolução é a sua justificação para rejeitar o Deus da Bíblia.<br />
   2. Richard Dawkins compreende o relato das origens da Bíblia melhor do que muitos teólogos. Vê que existe um conflito irreconciliável entre a Bíblia e a evolução. De facto, noutras declarações feitas em livros e em entrevistas, Dawkins afirma que o próximo passo para esses teólogos é a rejeição total da Bíblia. Dawkins aplaude os teólogos por acreditarem na evolução, mas diz que &ldquo;está escrito na parede&rdquo; &mdash; o que significa que o próximo passo consiste em perceber que a Bíblia não pode ser verdade.<br />
<br />
É tão triste que o compromisso com a evolução e milhões de anos permeie a igreja e os colégios cristãos. Para ateus como Richard Dawkins, isso é bom porque ele percebe que o compromisso fará com que as gerações futuras eventualmente se afastem da igreja, que é exactamente o que já está a acontecer.<br />
<br />
A nova publicação Already Compromised [Já comprometidos] (publicada por volta de 1 de Maio) descreve a investigação conduzida pelo American&rsquo;s Research Group sobre os colégios cristãos, mostrando um comprometimento galopante em muitas destas instituições.<br />
<br />
É uma vergonha que tantos dos nossos académicos cristãos não compreendam a Bíblia tão bem como Dawkins o faz nesta questão da Bíblia e da evolução!<br />
<br />
Pode fazer uma encomenda prévia de uma cópia de Already Compromised.<br />
<br />
Obrigado por passar por aqui e obrigado por rezar,<br />
<br />
Ken<br />
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21 Abril 2011<br />
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<a href="http://blogs.answersingenesis.org/blogs/ken-ham/2011/04/21/atheist-richard-dawkins-evangelical-christians-have-really-sort-of-got-it-right/ ">http://blogs.answersingenesis.org/blogs/ken-ham/2011/04/21/atheist-richard-dawkins-evangelical-christians-have-really-sort-of-got-it-right/ </a><br />
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</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Tue, 15 Nov 2011 08:33:56 WET]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/24770/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[A encosta escorregadia]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/24681/]]></link>
	<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img width="500" height="325" align="middle" alt="slippery_slope_b.jpg" src="http://www.blogtok.com/paginas/4012/imagens/SinaisBiblicos/Amoralidade/slippery_slope_b.jpg" /></p>
<p>No começo do ano, um grupo de académicos de topo dos EU (Estados Unidos) estiveram presentes numa conferência organizada pela 'B4U-ACT'. (2) Esta organização, que a advogada e professora Dr.ª Judith Reisman descreve como sendo o 'Lobby Académico para a Pedofilia,' pretende que a Associação Americana de Psicologia reclassifique a pedofilia como apenas mais uma 'orientação sexual.' (3) Infelizmente, há uma forte suspeita que nos próximos vinte anos, mais ou menos, eles possam conseguir os seus intentos. <br />
<br />
No âmago da teoria Darwiniana está a crença de que não passamos de mera bioquímica &ndash; que todos os nossos pensamentos, sensações e acções são o simples resultado da nossa genética e do ambiente. Segundo Anthony Cashmore, Professor de Biologia na Universidade da Pensilvânia, &ldquo;não temos mais vontade própria do que um recipiente de açúcar.&rdquo;(4) Sendo assim, ninguém é responsável pelas suas acções, e tudo o que desejamos é genuinamente natural. Ao levarmos este raciocínio até a sua conclusão lógica, as aberrações sexuais deixam de existir, incluindo a atracção sexual por crianças. Será reivindicado que todas as 'pessoas racionais e de mente científica,' chegarão à conlusão de que este pressuposto era verdadeiro, e só os fanáticos e os intolerantes o negarão. Os pedófilos, que apenas se involvem em 'relações consentidas' com menores, tornar-se-ão o mais recente 'grupo vítima' e todos os que abraçarem a sua causa tornar-se-ão os novos heróis do movimento dos direitos humanos.<br />
<br />
Muitos na igreja argumentam que o debate da criação/evolução é um assunto secundário. Não poderíam estar mais errados! A visão do mundo do ponto de vista evolucionário é totalmente oposta à visão Cristã do mundo, e o conflito entre estas duas ideologias não pode estar melhor patente do que na área da moralidade sexual. De acordo com o que pensa a B4U-ACT, &ldquo;Ninguém escolhe ficar  emocional e sexualmente atraído por crianças ou adolescentes. A causa é desconhecida; de facto, não se compreende o desenvolvimento da atracção por adultos.&rdquo;(5) Em contraste completo com isto, a Bíblia insiste que é conhecida a causa da atracção sentida entre o homem e a mulher &ndash; Deus criou uma companheira apropriada para Adão (Génesis 2:20&ndash;24).<br />
<br />
A julgar por acontecimentos passados, é muito provável que a campanha que a B4U-ACT está a levar a cabo para reclassificar a pedofilia como sendo uma mera 'orientação sexual' venha a ser até apoiada por membros influentes do sector religioso.<br />
<br />
Um exemplo a não seguir<br />
<br />
O Dr. Roy Clements foi um conhecido comentador evangélico da Bíblia que, depois de vinte anos como pastor de uma importante Igreja Baptista em Inglaterra, começou a desafiar a visão tradicional dos cristãos com relacção ao comportamento sexual. Se bem que não estamos a sugerir o apoio do Dr. Clements à tese pedófila da B4U-ACT, no entanto apoiou abertamente o argumento de que relacções sexuais consentidas entre indivíduos adultos do mesmo sexo pudessem ser aceites aos olhos de Deus. Algumas das suas razões são apresentas num artigo na net com o título, O que é um evangélico? (6) Primeiramente ele argumenta que uma 'posição intermédia' deveria ser tomada em assuntos tais como a idade da terra e a evolução. Evangélicos racionais, argumenta, &ldquo;... nunca aderiram ao dogma míope que insiste que o mundo deve ter sido criado em sete dias, porque está escrito em Génesis. Já se deram conta de que não faz parte do discipulado cristão fechar os olhos às descobertas da ciência que indicam que a terra existe há milhões de anos. Pelo contrário, um número surpreendente dos nossos cientistas mais capazes são cristãos evangélicos, incluindo biólogos, que estão absolutamente persuadidos, no geral, da exactidão da teoria da evolução.&rdquo;<br />
<br />
Semelhantemente, argumenta, deveria ser tomada uma 'posição intermédia' com relacção ao comportamento homosexual,<br />
&ldquo;... porque o tema da homosexualidade, não menos do que o debate da criação e da evolução, levanta questões fundamentais de natureza científica... só um fundamentalista poderá sugerir que, apenas porque a Bíblia não tem qualquer ideia sobre a orientação de carácter homosexual, que este conceito psicológio moderno do que é ser &lsquo;gay&rsquo; tenha que ser rejeitado. Os evangélicos [Esclarecidos] ocupam uma posição intermédia quando a razão e a Escritura parecem colidir, e procuram uma interpretação que faça justiça a ambas.&rdquo;<br />
<br />
É escusado dizer que não aceitamos, nem o seu entendimento sobre o que é ser evangélico, nem mesmo apresentar-se como tal. Na verdade, é difícil não captar o que se passa por detrás do seu raciocínio. Na sua perspectiva, a ciência demonstrou que o relato da criação em Génesis está errado, e por isso é legítimo termos outra opinião. Da mesma forma, a ciência mostrou que a visão bíblica da homosexualidade está errada, então é legítimo novamente termos opinião diversa sobre o assunto. A razão e a Escritura colidem nestes assuntos, diz, e por isso é necessário procurar uma interpretação que 'faça justiça a ambas' &ndash; o que parece querer dizer favorecer a perspectiva 'científica' em detrimento da bíblica. Visto que, como indicam tendências preocupantes, alguns 'cientistas' estarão em breve a argumentar que a atracção sexual por crianças é natural, os que tendem a ocupar a 'posição intermédia' irão, também, sem dúvida, procurar encontrar a interpretação que reconcilie isto com a Bíblia.<br />
<br />
Uma maneira melhor<br />
<br />
Na CMI argumentamos que a ciência e a Escritura não colidem, e que também não há necessidade de nos comprometermos &ndash; uma perspectiva que numerosos artigos nesta página mostram ser inteiramente razoável. Pode-se confiar completamente na Bíblia, no que ela diz sobre a história da Terra, e pode-se confiar no que diz sobre tudo o resto. Também procuramos seguir o mandamento de Cristo de amar a todas as pessoas, e a admoestação do Apóstolo Pedro de que devemos persuadir outros, tanto dentro como fora da igreja, em amor e respeito (1 Pedro 3:15). Contudo, só apegando-nos a uma Bíblia que se entende ser inerrante podemos seguir um rumo direito através de um mar de opiniões que tão facilmente minam as verdades da Palavra de Deus.<br />
<br />
<br />
Artigos semelhantes na página da CMI<br />
<br />
Hermaphrodites and homosexuality<br />
http://creation.com/hermaphrodites-and-homosexuality<br />
<br />
Kinsey, Darwin and the sexual revolution<br />
http://creation.com/kinsey-darwin-and-the-sexual-revolution<br />
<br />
The disingenuous and anti-Christian nature of &lsquo;gay rights&rsquo; rhetoric <br />
http://creation.com/the-disingenuous-and-anti-christian-nature-of-gay-rights-rhetoric<br />
<br />
Atheists to do religious education in schools<br />
http://creation.com/atheists-to-do-religious-education-in-schools<br />
<br />
<br />
Referências<br />
<br />
(2) b4uact.org/index.htm &ndash; acedido em 22 de Agosto de 2011.<br />
(3) Kryn, J., Academic conference seeks to normalise pedophilia, LifeSiteNews, 16 de Agosto de 2011; lifesitenews.com, acedido em 22 de Agosto de 2011.<br />
(4) Cashmore, A., The Lucretian swerve: A base biológica do comportamento humano e o sistema de justiça criminal., Proceedings of the National Academy of Sciences 107(10):4499&ndash;4504, 2010.<br />
(5) b4uact.org/facts.htm. Acedido em 22 de Agosto de 2011. <br />
(6) www.psa91.com/royclements07.htm. Acedido em 22 de Agosto de 2011. <br />
<br />
<br />
Artigo, ligeiramente modificado, que apareceu inicialmente na Creation Ministries International (UK/Europa). Prayer News, Outubro de 2011. <br />
<br />
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<br />
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<br />
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<br />
<br />
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</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Fri, 28 Oct 2011 12:27:33 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/24681/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[O paradoxo do pólen – fósseis sul-americanos mais de mil milhões de anos “fora de prazo”]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/24623/]]></link>
	<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img width="300" height="238" align="middle" alt="8072pollen_paradox.jpg" src="http://www.blogtok.com/paginas/4012/imagens/CVE/8072pollen_paradox.jpg" /><br />
</p>
<p>Foram encontrados fósseis de esporos e pólen na formação de Roraima, Venezuela, conforme relatado num artigo de 1966 na prestigiosa revista Nature. Isso significa que estão pelo menos 1.300 milhões de anos "fora do prazo". <br />
 </p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Tue, 11 Oct 2011 09:18:56 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/24623/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Cientistas de topo querem a investigação isenta de política]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/22910/]]></link>
	<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img width="446" height="336" align="middle" alt="Scientific_Integrity_Website.gif" src="http://www.blogtok.com/paginas/4012/imagens/Saude/IntegridadeCientifica/Scientific_Integrity_Website.gif" /><br />
</p>
<p>Cientistas eminentes dos Estados Unidos apelaram ao Congresso, na quinta-feira [Mar 2008], para se certificar de que o próximo presidente não faz o que, segundo eles, a administração de George W. Bush fez: censura, supressão e falsificação de importante investigação em matéria de ambiente e de saúde. [...]<br />
<br />
Entre os mais de 15.000 cientistas ligados ao Estado que assinaram a declaração contam-se Harold Varmus, presidente do Memorial Sloan-Kettering Cancer Centre e antigo director do National Institutes of Health (NIH) [Instituto Nacional de Saúde], e Anthony Robbins, professor de medicina da Tufts University e antigo director do National Institute for Occupational Safety and Health.<br />
<br />
"Embora certamente a pior, a administração Bush não é a primeira nem será a última administração a maltratar e utilizar indevidamente a ciência e os cientistas", afirmou Robbins. A própria Casa Branca esteve directamente envolvida na supressão e falsificação da ciência, salientou Robbins.<br />
<br />
Mas a interferência da Casa Branca é apenas uma parte do problema, afirmou Francesca Grifo, antiga investigadora ligada ao Estado e actualmente directora da Union of Concerned Scientists [União de Cientistas Incomodados]. Os lobistas da indústria estão por tudo o que é instituição governamental, tentando influenciar a investigação que terá impacto nas suas empresas, afirmou Grifo. "Estes grupos de interesses especiais estão a obter acesso ao mais alto nível".<br />
<br />
"Os cientistas ligados ao Estado viram as suas descobertas sujeitas a censura e deturpação", afirmou Kurt Gottfried, professor de física da Universidade de Cornell e membro da Union of Concerned Scientists. "O público e o Congresso foram muitas vezes privados de informações científicas precisas e francas".<br />
<br />
"A pesquisa científica numa sociedade aberta goza de uma longa e frutuosa tradição na América", afirmou Gottfried. "Infelizmente, essa tradição foi violada nos últimos anos pelo próprio governo". <br />
<br />
</p>
<p style="text-align: center;"><img width="468" height="313" align="middle" src="http://www.blogtok.com/paginas/4012/imagens/Saude/IntegridadeCientifica/mis_information_ucs_cartoon_ee_001.jpg" alt="mis_information_ucs_cartoon_ee_001.jpg" /><br />
</p>
<p> </p>
<p><br />
Outra: O quadro de financiamento do governo gera conformidade científica<br />
<br />
Segue-se uma lista de crenças existentes nas ciências biomédicas e do clima, as quais não devem ser questionadas se estivermos a pedir um subsídio governamental:<br />
<br />
    -  Que o aquecimento global é causado pelo homem;<br />
    -  Que a sida é causada por um vírus;<br />
    -  Que a radiação, o fumo do tabaco e outras toxinas são perigosos proporcionalmente à sua potência, independentemente do tamanho reduzido da dose;<br />
    - Que as doenças cardíacas são causadas por gorduras saturadas;<br />
    - Que o cancro é causado por mutações.<br />
<br />
Isto faz parte de uma lista oferecida por um professor de cirurgia da Universidade de Washington, Donald W. Miller, que é cirurgião cardíaco no VA Medical Center em Seattle. Miller acredita que todas as ideias indicadas acima podem ser falsas e que deviam ser testadas. [...]<br />
<br />
Mas muita da ciência assenta em dinheiro do Estado. Algumas pessoas sentem o fedor da tendenciosidade apenas no dinheiro privado e consideram que o governo está imune a isso, mas estão enganadas. O governo gosta que se acredite em certas coisas. Para obtermos o seu dinheiro, é necessário obter a aprovação dos cientistas que ele escolhe e temos menos probabilidades de o obtermos se eles acharem que as nossas ideias estão erradas.<br />
<br />
O que isso significa, segundo Miller, é que "se dissermos que baixas doses de radiação não são más para nós ou que o aquecimento global se deve a alterações no sol, não obtemos financiamentos".<br />
<br />
Miller diz que isso aconteceu ao cientista Peter Dues-berg [sic] da Universidade da Califórnia, que pôs em causa a teoria viral da sida, e a Willie Soon de Harvard, que pôs em causa a teoria do aquecimento global devido à poluição, assim como a outros. Numa comunicação publicada em 2007 no Journal of Information Ethics, Miller argumentou que a conformidade está imbuída no sistema de subsídios governamentais. [...]<br />
<br />
Em 2005, na revista científica Cellular and Molecular Biology, Pollack apresentou um argumento semelhante ao de Miller. A ciência americana, escreveu ele, tornou-se "uma cultura de crentes" cuja regra é "joguem pelo seguro e obtenham o vosso financiamento".<br />
<br />
Para a ciência, o resultado não tem sido bom. [...]<br />
<br />
Thomas Kuhn, o filósofo da ciência, ficou famoso ao argumentar que a ciência progride em explosões revolucionárias, nas quais o "paradigma dominante" é derrubado. Mas o que acontece se os apoiantes do paradigma dominante forem as pessoas que vetam a sua candidatura? <br />
<br />
Laura Knight-Jadczyk<br />
Sott.net<br />
27 Mar 2008<br />
<a href="http:// http://www.sott.net/articles/show/151954-Meteorites-Asteroids-and-Comets-Damages-Disasters-Injuries-Deaths-and-Very-Close-Calls"><br />
http://www.sott.net/articles/show/151954-Meteorites-Asteroids-and-Comets-Damages-Disasters-Injuries-Deaths-and-Very-Close-Calls</a><br />
    <br />
<br />
Ver também<br />
Integridade científica<br />
<a href="http://saude.acordem.com/menu/1/40164//#integridade ">http://saude.acordem.com/menu/1/40164//#integridade </a><br />
<br />
<br />
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<br />
<br />
<br />
</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Fri, 16 Sep 2011 11:59:48 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/22910/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA["Carbono-14 em fósseis e diamantes - Um dilema evolucionista"]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/22848/]]></link>
	<description><![CDATA[<p><img width="817" height="171" align="middle" src="http://www.blogtok.com/paginas/4012/imagens/CVE/118_C14emDiamantes/fo__769_ssil_Answers_C14_in_fossils_and_diamonds.png" alt="fo__769_ssil_Answers_C14_in_fossils_and_diamonds.png" /><br />
</p>
<p>Se o elemento radioactivo carbono-14 se decompõe rapidamente &mdash; no prazo de uns milhares de anos &mdash; por que motivo ainda o encontramos nos fósseis e nos diamantes? É um dilema para os evolucionistas, que acreditam que as rochas têm milhões de anos.<br />
<br />
Muitas pessoas acham que os cientistas utilizam o radiocarbono para a datação de fósseis. Afinal de contas, devíamos ser capazes de estimar há quanto tempo viveu uma criatura com base na quantidade de radiocarbono que ficou no seu organismo, não é verdade?<br />
<br />
<br />
</p>

    
        
            
            <p style="text-align: center;">Datação pelo carbono-14<br />
            <br />
            Parte 1 Compreender o básico<br />
            > Parte 2 Um dilema evolucionista<br />
            Parte 3 Um puzzle criacionista<br />
            </p>
            
        
    

<p style="text-align: left;"><br />
<br />
Por que motivo não se utiliza o radiocarbono para a datação de fósseis?<br />
<br />
A resposta é uma questão de física básica. O radiocarbono (carbono-14) é um elemento muito instável que muda rapidamente para nitrogénio. Metade da quantidade original de carbono-14 volta a decair no elemento estável nitrogénio-14 ao fim de apenas 5730 anos. (Este período de 5730 anos tem a designação de meia-vida do radiocarbono, Figura 1).1 2 A esta taxa de decaimento, restarão muito poucos átomos de carbono-14 ao fim de apenas 57.300 anos (ou dez meias-vidas).<br />
<br />
Portanto, se os fósseis têm realmente milhões de anos, como defendem os cientistas evolucionistas, não iriam restar neles nenhum átomo de carbono-14. Efectivamente, se todos os átomos que constituem a terra inteira fossem de radiocarbono, então, ao fim de apenas 1 milhão de anos, não deveriam restar absolutamente nenhuns átomos de carbono-14!<br />
<br />
<br />
O poder da tecnologia de detecção por radiocarbono<br />
<br />
A maioria dos laboratórios mede o radiocarbono com um instrumento muito sofisticado chamado espectómetro de massa de aceleração. Este instrumento consegue, literalmente, contar os átomos de carbono-14 um de cada vez.(3) Teoricamente, esta máquina consegue detectar um átomo radioactivo de carbono-14 em 100 mil biliões de átomos regulares de carbono-12!<br />
<br />
No entanto, há um problema. Os espectómetros de massa de aceleração têm de ser verificados de vez em quando para se ter a certeza de que não estão também a fazer a &ldquo;leitura&rdquo; da contaminação do laboratório, a chamada "contaminação de base". Por conseguinte, de vez em quando são colocadas nos instrumentos, para testar a sua precisão, amostras de rochas cuja leitura devia ser igual a zero. Haverá melhores amostras do que os fósseis, os carvões e os calcários, que supostamente têm milhões de anos e não deviam ter radiocarbono?<br />
<br />
<br />
Radiocarbono encontrado!<br />
<br />
Imaginem a surpresa quando todos os pedaços de carbono &ldquo;antigo&rdquo; testados revelaram quantidades mensuráveis de radiocarbono!(4) Fósseis, carvão, petróleo, gás natural, calcário, mármore e grafite de todas as camadas de rocha relacionadas com o Dilúvio &mdash; e mesmo alguns depósitos anteriores ao Dilúvio &mdash; todos continham quantidades mensuráveis de radiocarbono (Figura 2). Todos estes resultados foram relatados na literatura científica convencional.<br />
<br />
_________________________________________<br />
<img width="510" height="855" align="middle" src="http://www.blogtok.com/paginas/4012/imagens/CVE/c_14figs1and2_P.jpg" alt="c_14figs1and2_P.jpg" /><br />
<br />
Figura 1 O radiocarbono tem uma meia-vida muito curta. Às actuais taxas de decaimento, o número de átomos de radiocarbono é reduzido a metade ao fim de cada 5730 anos. Devido a este decaimento exponencial, os átomos de carbono-14 não conseguem sobreviver milhões de anos.<br />
<br />
Figura 2 O radiocarbono não devia encontrar-se em rochas &ldquo;antigas&rdquo;, mas encontra-se! Uma vez mortas as criaturas, o radiocarbono existente nos seus organismos devia decompor-se rapidamente. Após milhões de anos, os seus restos estariam completamente livres de radiocarbono. Mas as amostras de materiais orgânicos retirados de todas as camadas de rocha, como fósseis, carvão, calcário, gás natural e grafite, têm todas radiocarbono mensurável. Estas descobertas são relatadas na literatura científica secular (mas geralmente são rejeitadas como erros de medição).<br />
<br />
Este gráfico mostra a percentagem de radiocarbono que resta em 40 amostras de várias camadas da coluna geológica. (Esta percentagem, tecnicamente conhecida como percentagem de carbono moderno [pMC], mostra o rácio de radiocarbono existente nas rochas e fósseis em comparação com a quantidade que se encontra nas coisas vivas).<br />
_______________________________________<br />
<br />
Esta descoberta é compatível com a crença de que as rochas só têm milhares de anos, mas, definitivamente, os especialistas que obtiveram estes resultados não aceitaram esta conclusão. Não se encaixa nos seus pressupostos. Para não terem de concluir que as rochas têm apenas milhares de anos, eles reivindicam que o radiocarbono deve dever-se a contaminação, quer do terreno quer do laboratório quer de ambos. Contudo, quando o técnico limpa meticulosamente as rochas com ácidos fortes quentes e outros tratamentos prévios para remover qualquer contaminação possível, estes materiais orgânicos (que já foram vivos) &ldquo;antigos&rdquo; ainda contêm radiocarbono mensurável.<br />
<br />
Uma vez que um porta-amostras em branco do espectómetro de massa de aceleração apresenta, previsivelmente, zero radiocarbono, estes cientistas deviam concluir naturalmente que o radiocarbono é &ldquo;intrínseco&rdquo; às rochas. Por outras palavras, o radiocarbono real faz parte integrante dos materiais orgânicos &ldquo;antigos&rdquo;. Mas os pressupostos destes cientistas impedem-nos de chegar a esta conclusão.<br />
<br />
Radiocarbono em fósseis confirmado<br />
</p>
<p style="text-align: center;"><br />
<img width="482" height="322" align="middle" src="http://www.blogtok.com/paginas/4012/imagens/CVE/118_C14emDiamantes/c_14fig3.jpg" alt="c_14fig3.jpg" /><br />
</p>
<p style="text-align: left;">Foto cortesia do Dr. Andrew Snelling<br />
<br />
Figura 3 Amostra de Marlstone Rock Bed, um calcário argiloso numa parede das pedreiras de Hornton em Edge Hill, a oeste de Banbury, em Inglaterra. Pedaços de madeira fossilizada de rochas jurássicas, supostamente com milhões de anos, produziram &ldquo;idades&rdquo; por radiocarbono de apenas 20.700 a 28.820 anos.<br />
<br />
________________________<br />
<br />
Há alguns anos que os cientistas criacionistas vêm fazendo as suas próprias investigações por radiocarbono em fósseis. Pedaços de madeira fossilizada em camadas de rocha do Oligoceno, Eoceno, Cretáceo, Jurássico, Triássico e Pérmico, supostamente com 32 a 250 milhões de anos, continham todos radiocarbono mensurável, equivalente às &ldquo;idades&rdquo; de 20.700 a 44.700 anos (Figuras 3&ndash;5). (5,6,7,8,9,10,11) (Os geólogos criacionistas acreditam que, com uma recalibração cuidadosa, mesmo estes períodos de tempo extremamente &ldquo;jovens&rdquo; seriam menos de 10.000 anos.)<br />
<br />
Igualmente, pedaços de carvão submetidos a uma amostragem cuidadosa provenientes de dez jazigos carboníferos dos EUA, variando do Eoceno ao Pensilvaniano e supostamente com 40 a 320 milhões de anos, continham todos níveis de radiocarbono semelhantes equivalentes às &ldquo;idades&rdquo; de 48.000 a 50.000 anos.(12) Mesmo conchas de amonite fossilizadas encontradas ao longo da madeira fossilizada numa camada do Cretáceo, supostamente com 112 a 120 milhões de anos, continham radiocarbono mensurável equivalente às &ldquo;idades&rdquo; de 36.400 a 48.710 anos (Figura 5).(13)<br />
<br />
<br />
Radiocarbono até nos diamantes<br />
</p>
<p style="text-align: center;"><br />
<img align="middle" style="width: 536px; height: 382px;" alt="c_14fig4.jpg" src="http://www.blogtok.com/paginas/4012/imagens/CVE/118_C14emDiamantes/c_14fig4.jpg" /></p>
<p style="text-align: left;"><br />
Foto cortesia do Dr. Andrew Snelling<br />
<br />
Figura 4 Amostra de argilito no topo da Great Northern Seam na Newcastle Coal Measures do Pérmico Superior, na mina de carvão Newvale n.º 2 a norte de Sydney, na Austrália. Um cepo de árvore fossilizada, encontrado em camadas do Pérmico, supostamente com centenas de milhões de anos, produziu casca carbonizada com uma &ldquo;idade&rdquo; por radiocarbono de 33.700 anos.<br />
</p>
<p style="text-align: center;"><br />
<br />
<img align="middle" style="width: 521px; height: 397px;" alt="c_14fig5.jpg" src="http://www.blogtok.com/paginas/4012/imagens/CVE/118_C14emDiamantes/c_14fig5.jpg" /></p>
<p style="text-align: left;"><br />
<br />
Foto cortesia do Dr. Andrew Snelling<br />
<br />
Figura 5 Estes fósseis encontravam-se em argilito da Budden Canyon Formation do Cretáceo Inferior perto de Redding, na Califórnia. Uma amonite (um crustáceo marinho) fossilizada foi descoberta com um pedaço de madeira (de uma planta terrestre) fossilizada cravada junto dela. Localizadas em camadas do Cretáceo supostamente com milhões de anos, a concha e a madeira fossilizadas produziram &ldquo;idades&rdquo; por radiocarbono de 48.710 e 42.390 anos, respectivamente.<br />
______________________________<br />
<br />
<br />
Igualmente intrigante é a descoberta de radiocarbono mensurável em diamantes. Os geólogos criacionistas e evolucionistas concordam que os diamantes se formam a mais de 161 km de profundidade, no interior do manto superior da terra, e não são constituídos por carbono orgânico de seres vivos. Vulcões em erupção trouxeram-nos muito rapidamente para a superfície da terra através de &ldquo;chaminés&rdquo;.<br />
<br />
Sendo a substância natural mais dura que se conhece, estes diamantes são extremamente resistentes à corrosão química e à contaminação externa. Além disso, a ligação forte dos seus cristais teria impedido que o carbono-14 existente na atmosfera substituísse os átomos regulares de carbono existentes no diamante.<br />
<br />
Contudo, os diamantes foram testados e revelaram conter radiocarbono equivalente a uma &ldquo;idade&rdquo; de 55.000 anos.(14,15) Estes resultados foram confirmados por outros investigadores.(16) Portanto, mesmo que estes diamantes sejam convencionalmente considerados pelos geólogos evolucionistas como tendo biliões de anos, este radiocarbono tem de ser intrínseco aos mesmos.<br />
<br />
Este carbono-14 ter-lhes-ia sido implantado quando se formaram nas profundezas da terra e não podia ter vindo da atmosfera da terra. Isto não constitui um problema para os cientistas criacionistas, mas é um problema grave para os evolucionistas.<br />
<br />
<br />
O &ldquo;puzzle&rdquo; do radiocarbono<br />
<br />
Os cientistas evolucionistas do radiocarbono ainda não admitiram que os fósseis, os carvões e os diamantes só têm milhares de anos. A sua interpretação uniformitarista (lenta e gradual) requer que as rochas da terra tenham milhões ou milhares de milhões de anos. Continuam a insistir que o carbono-14 é &ldquo;contaminação de base da máquina&rdquo; que contamina todas estas amostras testadas.<br />
<br />
Entre as explicações que avançam dizem que os espectómetros de massa de aceleração não se reajustam devidamente entre as análises de amostras. Mas se isto fosse verdade, por que motivo iria o instrumento encontrar zero átomos quando não tem nenhuma amostra no porta-amostras?<br />
<br />
Convém notar que as &ldquo;idades&rdquo; por radiocarbono até 50.000 anos também não correspondem ao período de tempo bíblico. O cataclismo do Dilúvio foi apenas há cerca de 4.350 anos. No entanto, estas &ldquo;idades&rdquo; jovens por radiocarbono estão muito mais de acordo com o relato da Bíblia do que a escala temporal uniformitarista. A descoberta de que os diamantes têm &ldquo;idades&rdquo; por radiocarbono de 55.000 anos pode ajudar-nos a deslindar este mistério.<br />
<br />
O artigo na próxima edição da revista Answers vai examinar como poderá ser possível corrigir sistematicamente as &ldquo;idades&rdquo; por radiocarbono. Uma vez interpretado correctamente, o radiocarbono deve ajudar os criacionistas a datar os restos arqueológicos da história humana pós-Dilúvio, mostrando de que forma se encaixam na cronologia da Bíblia.<br />
<br />
O Dr. Andrew Snelling é doutorado em geologia pela Universidade de Sydney e trabalhou como geólogo investigador e consultor para organizações tanto na Austrália como na América. Autor de numerosos artigos científicos, o Dr. Snelling é actualmente director de investigação da Answers in Genesis &ndash; EUA.<br />
<br />
<br />
Notas de rodapé<br />
<br />
   1. S. Bowman, Interpreting the Past: Radiocarbon Dating (London: British Museum Publications, 1990). Back<br />
   2. G. Faure and T. M. Mensing, Isotopes: Principles and Applications, 3rd edition (Hoboken, New Jersey: John Wiley & Sons, 2005), pp. 614&ndash;625. Back<br />
   3. A. P. Dickin, Radiogenic Isotope Geology, 2nd edition (Cambridge, UK: Cambridge University Press, 2005), pp. 383&ndash;398. Back<br />
   4. P. Giem, &ldquo;Carbon-14 Content of Fossil Carbon,&rdquo; Origins 51 (2001): 6&ndash;30. Back<br />
   5. A. A. Snelling, &ldquo;Radioactive &lsquo;Dating&rsquo; in Conflict! Fossil Wood in &lsquo;Ancient Lava Flow Yields Radiocarbon,&rdquo; Creation (January&ndash;March 1997), pp. 24&ndash;27. Back<br />
   6. A. A. Snelling, &ldquo;Stumping Old-Age Dogma: Radiocarbon in &lsquo;Ancient&rsquo; Fossil Tree Stump Casts Doubt on Traditional Rock/Fossil Dating,&rdquo; Creation (October&ndash;December 1998), pp. 48&ndash;51. Back<br />
   7. A. A. Snelling, &ldquo;Dating Dilemma: Fossil Wood in &lsquo;Ancient&rsquo; Sandstone,&rdquo; Creation (July&ndash;September 1999), pp. 39&ndash;41. Back<br />
   8. A. A. Snelling, &ldquo;Geological Conflict: Young Radiocarbon Date for &lsquo;Ancient&rsquo; Fossil Wood Challenges Fossil Dating,&rdquo; Creation (April&ndash;June 2000), pp. 44&ndash;47. Back<br />
   9. A. A. Snelling, &ldquo;Conflicting &lsquo;Ages&rsquo; of Tertiary Basalt and Contained Fossilised Wood, Crinum, Central Queensland, Australia,&rdquo; CEN Technical Journal 14.2 (2002): 99&ndash;122. Back<br />
  10. A. A. Snelling, &ldquo;Radiocarbon in &lsquo;Ancient&rsquo; Fossil Wood,&rdquo; Impact #415, Acts & Facts, January 2008, pp. 10&ndash;13. Back<br />
  11. A. A. Snelling, &ldquo;Radiocarbon Ages for Fossil Ammonites and Wood in Cretaceous Strata near Redding, California,&rdquo; Answers Research Journal 1 (2008): 123&ndash;144. Back<br />
  12. J. R. Baumgardner, A. A. Snelling, D. R. Humphreys, and S. A. Austin, &ldquo;Measurable 14C in Fossilized Organic Materials: Confirming the Young Earth Creation-Flood Model,&rdquo; in Proceedings of the Fifth International Conference on Creationism, ed. R.L. Ivey Jr. (Pittsburgh, Pennsylvania: Creation Science Fellowship, 2003), pp. 127&ndash;147. Back<br />
  13. Ref. 11. Back<br />
  14. J. R. Baumgardner, &ldquo;14C Evidence for a Recent Global Flood and a Young Earth,&rdquo; in Radioisotopes and the Age of the Earth: Results of a Young-Earth Creationist Research Initiative, eds. L. Vardiman, A. A. Snelling, and E. F. Chaffin (El Cajon, California: Institute for Creation Research, and Chino Valley, Arizona: Creation Research Society, 2005), pp. 587&ndash;630. Back<br />
  15. D. B. DeYoung, Thousands . . . Not Billions: Challenging an Icon of Evolution, Questioning the Age of the Earth (Green Forest, Arkansas: Master Books, 2005), pp. 45&ndash;62. Back<br />
  16. R. E. Taylor and J. Southon, &ldquo;Use of Natural Diamonds to Monitor 14C AMS Instrument Backgrounds,&rdquo; Nuclear Instruments and Methods in Physics Research B 259 (2007): 282&ndash;287. Back<br />
<br />
por Andrew A. Snelling<br />
8 de Dezembro de 2010<br />
<br />
<br />
<a href="http://www.answersingenesis.org/articles/am/v6/n1/carbon-14 ">http://www.answersingenesis.org/articles/am/v6/n1/carbon-14 </a><br />
<br />
<br />
<br />
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</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Mon, 29 Aug 2011 05:37:46 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/22848/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[A Bíblia e as leis da ciência: a lei da biogénese]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/22842/]]></link>
	<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img width="459" height="428" align="middle" alt="science_miracle_P.jpg" src="http://www.blogtok.com/paginas/4012/imagens/CVE/science_miracle_P.jpg" /><br />
</p>
<p>No domínio da biologia, uma das mais aceites e mais utilizadas leis da ciência é a lei da biogénese. Esta lei foi estabelecida há muitos anos para ditar aquilo que tanto a teoria como a evidência experimental mostravam ser verdade entre os organismos vivos &mdash; que a vida vem unicamente de vida precedente e se perpetua reproduzindo apenas a sua própria família ou tipo.  Tal como David Kirk correctamente afirmou: &ldquo;No final do século XIX, havia um acordo generalizado de que a vida não pode provir de não vivos nas condições actualmente existentes no nosso planeta. A afirmação 'Toda a vida provém de vida preexistente' tornou-se o dogma da biologia moderna, não sendo de esperar que uma pessoa razoável dela discordasse&rdquo; (1975, p. 7). As experiências que formaram a base última desta lei foram realizadas em primeiro lugar por homens como Francesco Redi (1688) e Lazarro Spallanzani (1799) em Itália, Louis Pasteur (1860) em França e Rudolph Virchow (1858) na Alemanha. Foi Virchow quem documentou que as células não provêm de matéria amorfa, mas unicamente de células preexistentes. A Enciclopédia Britânica declara, relativamente a Virchow, o seguinte: &ldquo;O seu aforismo &lsquo;omnis cellula e cellula&rsquo; (todas as células provêm de células preexistentes) equipara-se ao &lsquo;omne vivum e vivo&rsquo; (todas as coisas vivas provêm de coisas vivas preexistentes), de Pasteur, entre as generalizações mais revolucionárias da biologia&rdquo; (1973, p. 35).<br />
<br />
Ao longo dos anos, inúmeros milhares de cientistas em várias disciplinas estabeleceram a lei da biogénese simplesmente como isso &mdash; uma lei científica que declara que a vida provém unicamente de vida preexistente e da vida do seu tipo. Curiosamente, a lei da biogénese estava firmemente estabelecida na ciência muito antes da invenção das modernas teorias evolucionistas. Também de interesse considerável é o facto de os estudantes serem consistentemente ensinados nas aulas de biologia do ensino secundário e superior sobre o tremendo impacto, por exemplo, do trabalho de Pasteur, sobre o falso conceito de geração espontânea (a ideia de que a vida surge por si própria, a partir de antecedentes não vivos). Aos estudantes é descrito, em grande pormenor, o cenário histórico de como Pasteur triunfou sobre a &ldquo;mitologia&rdquo; e deu à ciência o &ldquo;seu momento de glória&rdquo; quando desacreditou o então popular conceito de geração espontânea. Em seguida, mal deixando tempo para respirar, os estudantes são informados pelo professor sobre como começou a evolução através de gerações espontâneas. George Wald, galardoado com o prémio Nobel, comentou esta discrepância do seguinte modo:<br />
<br />
    Quanto à geração espontânea, continuou a encontrar aceitação até ser finalmente eliminada pelo trabalho de Louis Pasteur &mdash; é curioso que, até há bem pouco tempo, os professores de biologia geralmente contavam esta história como parte da introdução dos estudantes à biologia. Terminavam este relato cheios de satisfação com a convicção de que tinham feito uma demonstração expressiva do derrube de uma noção mística pela experimentação científica pura. Em geral, os seus estudantes ficavam tão estupefactos que se esqueciam de perguntar ao professor como é que ele explicava a origem da vida. Teria sido uma pergunta embaraçosa, pois só há duas possibilidades: ou a vida surgiu por geração espontânea, o que o professor tinha acabado de refutar; ou surgiu por criação sobrenatural, o que ele provavelmente considerava anti-científico (1972, p. 187).<br />
<br />
Efectivamente, o Dr. Wald está correcto. Os estudantes esquecem-se de perguntar ao professor como é que, se a geração espontânea foi descreditada, a evolução terá começado em primeiro lugar. Este ponto pode ter escapado a alguns estudantes, mas não escapou aos estudiosos evolucionistas, que confessam ter uma certa dificuldade com o problema colocado pela lei da biogénese. Simpson e Beck, no seu livro de biologia, Life: An Introduction to Biology, afirmam que &ldquo;não há sérias dúvidas de que a biogénese é a regra, que a vida vem unicamente de outra vida, que uma célula, a unidade da vida, é sempre e exclusivamente o produto ou a descendência de outra célula&rdquo; (1965, p. 144, ênfase acrescentada). Martin A. Moe, escrevendo na edição da Science Digest de Dezembro de 1981, colocou a questão nestes termos que é difícil não perceber:<br />
<br />
    Um século de descobertas sensacionais nas ciências biológicas ensinou-nos que a vida provém unicamente de vida, que o núcleo governa a célula através dos mecanismos moleculares do ácido desoxirribonucleico (ADN) e que a quantidade de ADN e a sua estrutura determinam não só a natureza das espécies mas também as características dos indivíduos (p. 36, ênfase acrescentada).<br />
<br />
Nos últimos anos, porém, alguns evolucionistas sugeriram que aquilo que é vulgarmente referido como a &ldquo;lei&rdquo; da biogénese não é de todo uma &ldquo;lei&rdquo;, mas apenas um &ldquo;princípio&rdquo; ou &ldquo;teoria&rdquo; ou &ldquo;afirmação&rdquo;. Esta nova nomenclatura está a ser sugerida pelos evolucionistas porque aperceberam-se perfeitamente das implicações da lei da biogénese &mdash; não porque tenham sido descobertas contradições ou excepções à lei. É interessante notar que, nos textos de ciência do século XIX, falava-se da biogénese como uma lei. Mas, recentemente, esse termo foi substituído por novos termos que pretendem &ldquo;suavizar&rdquo; a força da biogénese sobre os conceitos evolucionários. Uma rosa, contudo, pode ter outro nome mas é sempre uma rosa, segundo diz o adágio. E não pode haver dúvidas de que a biogénese reflecte certamente (para usar as palavras do Dr. Hull) &ldquo;uma regularidade real na natureza&rdquo;, uma vez que nunca houve um único caso documentado de geração espontânea! Ainda assim, alguns evolucionistas modernos preferem utilizar um termo diferente quando falam da biogénese. Um dicionário de biologia muito conhecido diz, sob o título &ldquo;Biogénese, Princípio da &rdquo; &mdash; &ldquo;A regra biológica de que uma coisa viva só pode ter origem num ascendente ou em ascendentes no todo semelhantes a si própria. Nega a geração espontânea...&rdquo; (Abercrombie, et al., 1961, p. 33). Outros se seguiram. Simpson e Beck, no seu texto anteriormente citado, afirmaram: &ldquo;Consideramos a biogénese como um princípio fundamental de reprodução com base na evidência experimental e também em considerações teóricas&rdquo; (1965, p. 144, ênfase acrescentada).<br />
<br />
R.L. Wysong, na sua obra clássica, The Creation-Evolution Controversy [A controvérsia entre Criação-Evolução], comentou:<br />
<br />
    O criacionista é rápido a lembrar aos evolucionistas que a biopoese e a evolução descrevem eventos que contradizem descaradamente uma lei estabelecida. A lei da biogénese diz que a vida provém unicamente de vida preexistente, a biopoese diz que a vida surgiu de produtos químicos mortos; a evolução afirma que formas de vida dão origem a formas de vida novas, melhoradas e diferentes, a lei da biogénese diz que os tipos reproduzem unicamente os seus próprios tipos. Os evolucionistas não estão esquecidos desta lei. Questionam-na, simplesmente. Dizem que a geração espontânea foi refutada nas condições dos modelos experimentais de Pasteur, Redi e Spallanzani. Isso, argumentam eles, não impede a formação espontânea de vida em condições diferentes. A esta afirmação o criacionista responde que, mesmo dadas as condições artificiais e as manobras inteligentes das experiências da biopoese, mesmo assim a vida não &ldquo;se gerou espontaneamente&rdquo;. ...Até chegar a altura de observarmos a vida a ser gerada espontaneamente, o criacionista insiste que a lei da biogénese continua válida!... Como é possível chamar à biogénese algo inferior a uma lei? (1976, pp. 182-185).<br />
<br />
Moore e Slusher, no seu texto, Biology: A Search for Order in Complexity [Biologia: A Procura de Ordem na Complexidade], escreveram: &ldquo;Historicamente, o ponto de vista de que a vida provém unicamente de vida foi tão bem estabelecido através dos factos revelados pelas experiências que tem o nome de Lei da Biogénese.&rdquo; Numa nota de pé-de-página, os autores afirmam ainda: &ldquo;Alguns filósofos chamam a isto um princípio em vez de uma lei, mas trata-se de uma questão de definição e as definições são arbitrárias. Alguns cientistas chamam a isto uma superlei, ou uma lei sobre leis. Independentemente da terminologia, a biogénese tem a categoria mais elevada nestes níveis de generalização&rdquo; (1974, p. 74, ênfase no original).<br />
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REFERÊNCIAS<br />
<br />
Abercrombie, M., C. Hickman, and M. Johnson (1961), A Dictionary of Biology (Baltimore, MD: Penguin).<br />
<br />
Ackerknect, E.H. (1973), &ldquo;Rudolph Virchow,&rdquo; Encyclopaedia Britannica, 23:35.<br />
<br />
Balcom, Margaret (1967), The Christian Century, May 3.<br />
<br />
Hull, David (1974), Philosophy of Biological Science (Englewood Cliffs, NJ: Prentice-Hall).<br />
<br />
Kirk, David (1975), Biology Today (New York: Random House).<br />
<br />
McGraw-Hill Dictionary of Scientific and Technical Terms (1978), ed. D.N. Lapedes (New York: McGraw-Hill).<br />
<br />
Moe, Martin A. (1981), &ldquo;Genes on Ice,&rdquo; Science Digest, 89[11]:36,95, December.<br />
<br />
Moore, John N. and H.S. Slusher (1974), Biology: A Search for Order in Complexity (Grand Rapids, MI: Zondervan).<br />
<br />
Rall, Harris (1936), Faith For Today (Nashville, TN: Abingdon).<br />
<br />
Simpson, G.G. and W.S. Beck (1965), Life: An Introduction to Biology (New York: Harcourt, Brace & World), second edition.<br />
<br />
Sullivan, J.W.N. (1933), The Limitations of Science (New York: Viking).<br />
<br />
Wald, George (1972), Frontiers of Modern Biology in Theories of Origin of Life (New York: Houghton-Mifflin).<br />
<br />
Wysong, R.L. (1976), The Creation-Evolution Controversy (East Lansing, MI: Inquiry Press).<br />
<br />
Autor: Bert Thompson, Ph.D.<br />
<br />
http://www.apologeticspress.org/article/986 <br />
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</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Fri, 26 Aug 2011 09:04:10 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/22842/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Exoplanetas — Padrões imprevisíveis]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/22549/]]></link>
	<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img width="600" height="422" align="middle" src="http://www.blogtok.com/paginas/4012/imagens/CVE/fomalhaut_b.jpg" alt="fomalhaut_b.jpg" /><br />
</p>
<p>Se outras estrelas tivessem planetas, qual seria o seu aspecto? No passado, os astrónomos faziam previsões com base nos seus pressupostos evolucionistas. O que eles encontraram aponta, em vez disso, para a mão de um Criador poderoso. <br />
<br />
Antes de 1992, os únicos planetas conhecidos eram os do nosso sistema solar. Há muito que os astrónomos suspeitavam que outras estrelas poderiam ter planetas a orbitar à sua volta, mas é praticamente impossível ver algo tão indistinto como um planeta mesmo com os nossos telescópios mais potentes.<br />
<br />
O planeta tende a perder-se no brilho da estrela, pelo que aos astrónomos só restava especular sobre o aspecto que poderiam ter outros sistemas solares. Actualmente, novas técnicas estão a trazer à luz a verdade, que veio surpreender e desafiar os astrónomos seculares, confirmando, ao mesmo tempo, a criação bíblica.<br />
<br />
Evidência indirecta de planetas distantes<br />
<br />
Os astrónomos conceberam agora alguns métodos indirectos engenhosos para detectar planetas distantes, conhecidos como &ldquo;planetas extra-solares&rdquo; ou &ldquo;exoplanetas.&rdquo; Estas técnicas utilizam-se do facto de todos os planetas &ldquo;puxarem&rdquo; gravitacionalmente as estrelas que orbitam, fazendo com que as estrelas oscilem ligeiramente.<br />
<br />
Mesmo que o planeta não possa ser visto directamente, podemos ver o seu efeito na estrela. Medindo precisamente de que forma a estrela oscila, os astrónomos conseguem deduzir a massa mínima do planeta que orbita à sua volta e muitos outros pormenores acerca da sua órbita.<br />
<br />
Utilizando esta técnica (e outros métodos, também), os astrónomos descobriram agora mais de 500 planetas extra-solares (e a contagem continua)! Os progressos feitos neste domínio da astronomia são simplesmente espantosos, considerando que,  há vinte anos, não tínhamos conhecimento de um único exoplaneta confirmado.<br />
<br />
Os primeiros exoplanetas confirmados foram descobertos em 1992. Esses três planetas orbitam em torno de um pulsar designado por PSR 1257+12. As características únicas do pulsar tornaram relativamente fácil detectar os efeitos dos planetas.<br />
<br />
Pensa-se que um pulsar é o núcleo esmagado extremamente denso de uma estrela que explodiu. Não é maior do que uma cidade, mas tem uma massa maior do que o sol. (Uma colher de chá de material de um pulsar pesaria mais de mil milhões de toneladas!)<br />
<br />
Em resultado do colapso da estrela, os pulsares têm campos magnéticos potentes que produzem feixes de ondas de rádio que parecem &ldquo;pulsar&rdquo; à medida que o pulsar roda. Uma vez que estes impulsos de rádio ocorrem a intervalos muito precisos, uma ligeira oscilação no pulsar é facilmente detectada.<br />
<br />
Qualquer oscilação provoca uma alteração na frequência dos impulsos, que podemos medir com uma precisão muito elevada. É também possível detectar a oscilação de uma estrela ordinária, embora o método de detecção apresente mais desafios. Tal é feito medindo a alteração no deslocamento de Doppler da estrela.(1)<br />
<br />
Júpiteres quentes &mdash; Um problema para a evolução<br />
<br />
Os recém-descobertos planetas são espantosos, estranhos e, em muitos casos, um desafio para os cenários de formação naturalista. Consideremos o primeiro exoplaneta confirmado a orbitar uma estrela &ldquo;normal&rdquo;, descoberto em 1995.(2)<br />
<br />
A estrela chama-se &ldquo;51 Pegasi&rdquo; e portanto o planeta tem o nome de &ldquo;51 Pegasi b&rdquo;.(3) O planeta tem pelo menos metade da massa de Júpiter, porém orbita 19 vezes mais perto da sua estrela do que a distância da terra ao sol. Com base na proximidade entre o planeta e a estrela, os astrónomos estimam que a temperatura da superfície do 51 Pegasi b é de cerca de 1200°C. Por este motivo, os astrónomos referem-se a este tipo infernal maciço de exoplaneta como um &ldquo;Júpiter quente&rdquo;.<br />
<br />
A existência de um grande planeta gasoso tão perto da sua estrela foi um choque para os astrónomos seculares. Os modelos seculares de formação de planetas previam que outros sistemas solares seriam, na sua essência, como o nosso: com os pequenos planetas rochosos (como Vénus e a Terra) a orbitar relativamente perto das suas estrelas e os gigantescos planetas gasosos (como Júpiter) a orbitar muito mais longe.<br />
<br />
Efectivamente, pensava-se que era praticamente impossível ter um gigante gasoso tão perto da estrela uma vez que, para os cenários seculares, os gigantes gasosos começam com núcleos de gelo, que não podem existir tão perto de uma estrela.(4) Por conseguinte, é interessante que logo o primeiro planeta descoberto a orbitar em torno de uma estrela de tipo solar desafiasse a previsão secular.<br />
<br />
Uma vez que o 51 Pegasi b ia contra as previsões seculares, começou por ser considerado como uma anomalia. No entanto, desde então muitos outros &ldquo;Júpiteres quentes&rdquo; foram descobertos. De facto, foram descobertos muito mais Júpiteres quentes do que outro tipo de planeta.<br />
<br />
Esta descoberta é pelo menos parcialmente explicada pelas limitações do método de detecção de planetas extra-solares. É muito mais fácil encontrar Júpiteres quentes do que planetas mais pequenos ou mais distantes.(5) Portanto, provavelmente ainda não foram descobertos muitos exoplanetas mais pequenos em órbitas maiores. Mesmo assim, só o facto de os Júpiteres quentes existirem já é um desafio para os modelos seculares. No entanto, é perfeitamente consistente com a diversidade criativa que esperamos do Senhor.<br />
<br />
Órbitas excêntricas &mdash; Outro desafio<br />
<br />
Outro aspecto dos exoplanetas que desafia os cenários seculares é a excentricidade das suas órbitas. A &ldquo;excentricidade&rdquo; descreve até que ponto as suas órbitas são elípticas. Os planetas do nosso sistema solar têm uma excentricidade muito baixa, o que significa que as suas órbitas são quase circulares. (Trata-se de uma característica de design, porque a vida na terra não seria possível se a nossa distância ao sol mudasse drásticamente.)<br />
<br />
Os astrónomos seculares esperavam que outros sistemas estelares tivessem órbitas quase circulares como a nossa, uma vez que acreditam que os sistemas estelares se formaram a partir de nuvens gasosas em rotação. Porém, muitos exoplanetas têm órbitas que são bastante elípticas.<br />
<br />
O Epsilon Eridani b é um exemplo. A excentricidade da terra é apenas de 1,67%, medida pela distância que a sua órbita se desvia de um círculo perfeito. Mas a excentricidade do Epsilon Eridani b &mdash; 70% &mdash; é mais de quarenta vezes superior à do nosso planeta. Alguns outros exoplanetas têm excentricidades ainda mais elevadas!<br />
<br />
Embora os planetas extra-solares desafiem a compreensão secular do universo, eles são consistentes com a diversidade criativa do Senhor. Deus criou alguns tipos de sistemas estelares muito intrigantes e inesperados, que não encaixam nos compartimentos preconcebidos dos astrónomos sobre aquilo que é possível ou &ldquo;provável&rdquo;.<br />
<br />
Por exemplo, o exoplaneta PSR B1620-26 b orbita em torno de duas estrelas &ldquo;mortas&rdquo; &mdash; um par binário composto por uma estrela anã branca e um pulsar.(6) Pelo menos um exoplaneta parece orbitar a sua estrela em movimento retrógrado (o que é bastante difícil de explicar em termos de cenários de formação seculares).(7)<br />
<br />
E, contudo, por muito que tenhamos descoberto acerca dos planetas extra-solares, há muito mais que desconhecemos. Só alguns exoplanetas foram directamente fotografados (ver Figura 1) e mesmo estes mostram apenas um pequeno ponto de luz.<br />
<br />
Portanto, ainda não sabemos qual é o aspecto de um exoplaneta em pormenor. A investigação sobre planetas fora do nosso sistema solar ainda está nos seus inícios. É excitante considerar as descobertas que nos aguardam nas próximas décadas e de que forma irão continuar a reflectir a glória de Deus.<br />
<br />
Esperar o inesperado<br />
<br />
Uma vez que a investigação sobre os planetas fora do nosso sistema solar ainda se encontra na sua fase inicial, há muito mais que desconhecemos. Só alguns planetas foram directamente representados por imagens e mesmo estes mostram apenas um pequeno ponto de luz. À medida que vamos descobrindo mais, os modelos seculares de formação dos planetas são desafiados. Ao mesmo tempo, a glória do Criador reflecte-se na variedade inesperada que encontramos.<br />
<br />
<br />
<br />
JÚPITERES QUENTES Muitos dos planetas extra-solares descobertos são referidos como &ldquo;Júpiteres quentes&rdquo;. De acordo com a explicação naturalista, estes gigantes gasosos não se deviam ter formado tão perto das suas estrelas.<br />
<br />
<br />
REPRESENTAÇÃO DA IMAGEM DE UM PLANETA (FIGURA 1) Fomalhaut b pertence a um punhado de exoplanetas cuja imagem foi directamente representada. Suspeita-se que o planeta tenha anéis devido ao seu brilho em comprimentos de onda visíveis.<br />
<br />
Uma vez que não temos imagens de alta resolução de qualquer exoplaneta, só podemos fazer palpites sábios sobre o seu aspecto. Em certos casos, temos muito poucas informações. A investigação futura poderá lançar luz sobre esta interessante questão.<br />
<br />
<br />
O Dr. Jason Lisle é doutorado em astrofísica pela Universidade do Colorado em Boulder e é um popular orador e investigador da Answers in Genesis &ndash; EUA. O Dr. Lisle utiliza os seus conhecimentos dos céus e a sua perspectiva bíblica para proclamar a obra de Deus nas suas prelecções, incluindo &ldquo;Luz Distante das Estrelas&rdquo; e &ldquo;Astronomia da Criação.&rdquo;<br />
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Notas de pé-de-página<br />
<br />
1. Quando a luz de uma estrela é dividida por um prisma (ou outro instrumento semelhante) nos comprimentos de onda que a constituem, produz um arco-íris com linhas pretas finas, indicando os comprimentos de onda em falta. Isto chama-se um &ldquo;espectro&rdquo; e diz-nos muito sobre a composição e a temperatura da estrela. Se a estrela estiver a aproximar-se ou a afastar-se da terra, o seu espectro desloca-se de uma forma ou de outra; isto é o &ldquo;efeito Doppler&rdquo;. Uma alteração periódica no efeito Doppler indica que a estrela está a ser gravitacionalmente afectada por um planeta. <br />
2. M. Mayor and D. Queloz, &ldquo;A Jupiter-Mass Companion to a Solar-Type Star,&rdquo; Nature 378 no. 6555 (1995): 355&ndash;359. <br />
3. Os planetas extra-solares recebem sempre o nome da respectiva estrela, seguido de uma letra minúscula começando com b (uma vez que se considera a estrela como sendo &ldquo;A&rdquo;). As letras seguem a ordem da descoberta. Por conseguinte, se for descoberto outro planeta a orbitar a 51 Pegasi, receberá o nome de &ldquo;51 Pegasi c&rdquo;. Se dois ou mais planetas forem descobertos ao mesmo tempo, o seu nome será atribuído pela ordem de distância crescente à estrela. O nome não oficial deste planeta é &ldquo;Bellerophon&rdquo;. <br />
4. A. P. Boss, &ldquo;Proximity of Jupiter-Like Planets to Low-Mass Stars,&rdquo; Science 267, no. 360 (1995). <br />
5. Os planetas grandes fazem com que a sua estrela oscile de modo mais perceptível do que fariam os planetas mais pequenos. De forma idêntica, os planetas que orbitam mais perto da sua estrela provocam uma oscilação mais perceptível do que os planetas que orbitam afastados. Assim, os planetas grandes que orbitam perto das estrelas são os mais fáceis de detectar. <br />
6. Este planeta encontra-se no enxame globular M4 e faz parte do vídeo Created Cosmos do autor. <br />
7. &ldquo;Distant Planet&rsquo;s Orbit Rattles Theories,&rdquo; L. A. Times, http://articles.latimes.com/2010/apr/14/science/la-sci-planets14-2010apr14. <br />
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8 Dez 2010, Jason Lisle<br />
<br />
<a href="http://www.answersingenesis.org/articles/am/v6/n1/exoplanets">http://www.answersingenesis.org/articles/am/v6/n1/exoplanets</a><br />
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</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Sat, 16 Jul 2011 05:00:15 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/22549/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Carta a Stephen Hawking]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/21542/]]></link>
	<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img border="0" align="middle" alt="Stephen_Hawking.png" src="http://www.blogtok.com/paginas/4012/imagens/CVE/Stephen_Hawking.png" style="width: 431px; height: 464px;" /><br />
</p>
<p>Apareceu nas notícias esta semana Stephen Hawking, um cientista brilhante e com ar simpático a dizer que &ldquo;A raça humana tem que colonizar o espaço nos próximos dois séculos ou extingir-se-á.&rdquo; Ele menciona a possibilidade de uma guerra nuclear e do aumento da população como razões para deixarmos o planeta. <br />
<br />
A pergunta lógica que devemos colocar é se formos para o espaço, para onde podemos ir? Esta pergunta, com o nível tecnológico actual, limita-nos ao nosso sistema solar, onde apenas a lua e Marte podem oferecer um local onde tomarmos refúgio, mas ambos os planetas são incrivelmente hostis à vida, e carentes de muitos dos minerais que necessitaríamos para recrear as condições aqui existentes.<br />
<br />
Por outro lado os humanos podem construir &ldquo;hoteis&rdquo; em órbita e preservar alguns poucos milhares dessa forma, mas estes seriam extremamente dispendiosos e limitados na capacidade de alojamento.<br />
<br />
Ou poderíamos deslocarmo-nos como ciganos, para longe do sol, em cápsula metias gigantes, auto-suficientes, mas a sobrevivência no espaço não é algo fácil. Pode acabar sendo uma questão de privação, fome, extremos ambientias, qualidade de vida drasticamente reduzida, perigosa falta de higiene, e por aí adiante, para os infortunados humanos que o tentarem. Da forma que eu vejo, dentro do nosso sistema solar a Terra é o único e melhor local para nós. Para além do nosso sistema solar seria necessário viajarmos milhares de anos só para alcançar a estrela mais próxima e outros milhares para a estrela seguinte, sem a garantia de encontrar um lugar seguro para aterrar. Até agora nenhum sistema extra-solar revelou algum planeta que se assemelhe à terra e penso que nunca o fará, pelo que estamos encurralados, por assim dizer, neste planeta.<br />
<br />
Uma alternativa a fugir deste planeta é ficar aqui e tirar o máximo partido dele, mas se o fizermos ficaremos presos à natureza humana, exactamente aquilo que o Sr. Hawking pensa ser a causa da nossa necessidade de abalarmos. A natureza humana, ou o monstro dentro de nós, é a origem das guerras, poluição, crueldade e todos os outros males que fazem com que a humanidade seja uma bagunça intolerável. Fugir da terra nunca irá resolver isso &ndash; apenas irá exportá-la.<br />
<br />
Com sinceros cumprimentos<br />
Richard Gunther<br />
<br />
12 de Agosto de 2010<br />
<br />
<a href="http://mightymag.org/2010/08/page/4/ ">http://mightymag.org/2010/08/page/4/ </a><br />
<br />
<br />
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</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Mon, 28 Feb 2011 08:50:50 WET]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/21542/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[O Desespero de um Evolucionista]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/18547/]]></link>
	<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"> <img width="200" height="225" border="0" align="middle" alt="RANDI.jpg" src="http://www.blogtok.com/paginas/4012/imagens/Religiao/RANDI.jpg" /></p>
<p>Durante o ano de 2005 o evolucionista James Randi tentou subornar o &ldquo;Smithsonian&rdquo; para que estes não exibissem o filme &ldquo;THE PRIVILEGED PLANET&ldquo;.<br />
<br />
O filme em questão oferece uma vasta gama de evidências científicas que suportam a posição de que o universo é o resultado de design inteligente, em oposição à crença de que o universo criou-se a si próprio.<br />
<br />
O evolucionista James Randi, &ldquo;preocupado&rdquo; com as ramificações de tal filme, fez o que qualquer pessoa normal faria numa situação destas: ofereceu dinheiro para que o filme não fosse exibido.<br />
<br />
Sim, os darwinistas estão tão desesperados que a informação circule livremente que oferecem dinheiro para que as evidências contra o naturalismo não cheguem aos ouvidos das massas.<br />
<br />
<br />
http://darwinismo.wordpress.com/2008/06/28/o-desespero-de-um-evolucionista/ <br />
 </p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Thu, 10 Jun 2010 08:07:52 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/18547/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[O Catolicismo Romano e o livro de Génesis]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/18100/]]></link>
	<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img width="336" height="500" border="0" align="middle" alt="Doctinres_of_Gen_btf_bookotm_sm.jpg" src="http://www.blogtok.com/paginas/4012/imagens/Religiao/Doctinres_of_Gen_btf_bookotm_sm.jpg" /></p>
<p>O  ensino tradicional católico sempre foi o criacionismo da Terra jovem.  Foi só sobre a influência do chamado Iluminismo que os teólogos e  eruditos católicos se desencaminharam. <br />
</p>
<p style="text-align: left;">Crítica do livro </p>
<p style="text-align: center;"><br />
The Doctrines of Genesis 1&ndash;11: A Compendium and Defense of Traditional Catholic Theology on Origins<br />
[As doutrinas do livro de Génesis 1-11: Um Compêndio e uma Defesa da Teologia Católica Tradicional sobre as Origens]<br />
por Fr Victor P. Warkulwiz<br />
IUniverse Inc., Lincoln, NB, 2007<br />
</p>
<p style="text-align: left;">Michael J. Oard<br />
<br />
A crença da Igreja Católica quanto ao livro de Génesis capítulos 1 a 11 tem estado num estado de confusão há muito tempo &ndash; desde que o uniformitarismo e a evolução entraram em cena. Esta situação é semelhante nas igrejas protestantes, tristemente tanto nas liberais como nas conservadoras. Dentro das igrejas &ldquo;tradicionalistas&rdquo;, este livro é uma achega bem-vinda ao livro Genesis, Creation and Early Man [Génesis, Criação e o Homem primitivo] pelo hieromonge ortodoxo russo Seraphim Rose, (1) que documentou  que os pais da igreja ortodoxa oriental desde o séc. IV até ao presente quase todos ensinaram uma terra jovem, uma criação literal em seis dias, um dilúvio global e a origem das línguas na Torre de Babel. O livro de Warkulwiz focaliza-se nos ensinamentos tradicionais da igreja católica desde os pais da igreja primitiva e medievais e chega às mesmas conclusões. O livro foi endossado por um prefácio do Bispo Robert Francis Vasa de Baker, Oregão [EUA].<br />
<br />
Quem é o Fr. Warkulwiz?<br />
</p>
<p style="text-align: left;">O Fr. Warkulwiz está bem qualificado para escrever um livro destes. Não somente é um padre católico, como também tem um PhD em física da Universidade Temple e trabalhou na indústria durante alguns anos. Ensinou ciência, filosofia, história, astronomia, lógica, química, física, matemática e criacionismo vs. evolução no Magdalen College do Reino Unido. Entrou para o sacerdócio já com idade avançada e obteve um M.Div. e M.A. em teologia, sendo ordenado em 1991. É também um crítico teológico para o Centro Kolbe para o Estudo da Criação,(2) uma organização católica criacionista que acredita numa terra jovem.<br />
<br />
Sobre o livro<br />
<br />
Misturando esta diversidade de áreas, o Fr. Warkulwiz escreveu um livro de 519 páginas não apenas sobre os argumentos científicos a favor do criacionismo da Terra jovem mas também juntou muito sobre história, filosofia e teologia. O livro consiste em 16 doutrinas derivadas de Génesis 1-11, tais como Deus criou o mundo do nada, Deus criou cada coisa no mundo imediatamente, Deus criou cada criatura vivente de acordo com o seu tipo, Deus criou o mundo em seis dias naturais, Deus criou o mundo vários milhares de anos atrás, toda a espécie humana descende do primeiro homem e da primeira mulher e Deus destruiu o mundo que era dantes com um dilúvio mundial. Cita extensivamente os pais da igreja primitiva e medieval, em especial Agostinho, Aquino e Bonaventura. Ele explica o ponto principal de que o ensino tradicional católico sempre foi o criacionismo da Terra jovem. Foi só sobre a influência do chamado Iluminismo que os teólogos e eruditos católicos se desencaminharam. A influência da evolução culminou nos ensinamentos do padre jesuíta Pierre Teilhard de Chardin, o qual, com a sua &ldquo;ficção teológica&rdquo;, mesmerizou muitos católicos para que acreditassem na evolução.<br />
    Com base nos seus conhecimentos no campo da física, Warkulwiz tem uma boa percepção de muitos supostos problemas com Génesis 1-11, por exemplo, ele afirma em relação à fonte de luz para os primeiros três dias:<br />
    &ldquo;Uma origem possível para a luz poderão ter sido reacções químicas e nucleares na matéria original da própria terra. Mas, de acordo com a física moderna, não é preciso nenhuma origem. A luz não está presa a uma origem. Uma vez que um fotão de luz deixa a sua origem ele está livre e tem uma existência independente. Por isso a física moderna não tem um problema quanto à ideia de que Deus criou a luz sem ter uma origem...&rdquo; (p. 173).<br />
    Os que defendem uma terra velha fazem uma grande questão quanto à natureza da luz antes de ser criado o sol, no dia 4, tentando justificar a sua interpretação de terra velha. É como se Deus fosse impotente e não houvessem outras alternativas.<br />
    O Fr. Warkulwiz compreende a falácia da hipótese documentária, que assume a evolução e que a igreja católica foi buscar emprestada aos protestantes liberais. Vê os problemas com a hipótese do Big-Bang para a origem do universo e que ela contradiz a Bíblia. Acredita vigorosamente na inerrância da Bíblia:<br />
    &ldquo; O princípio da inerrância é totalmente inclusivo; inclui tudo que a Bíblia diz. Negar isto e permitir que a Escritura Sagrada possa estar errada mesmo que num pequeno ponto, é abrir uma caixa de Pandora de cepticismo que leva ao total descrédito da Palavra de Deus&rdquo; (pp. 12-13).<br />
    <br />
Os pais da igreja, na quase totalidade, interpretaram <br />
o livro de Génesis literalmente<br />
<br />
O livro acrescenta muita informação que refuta a ideia de que os primeiros pais da igreja eram indecisos em relação à questão das origens, sugerindo uma variedade de possíveis &ldquo;interpretações&rdquo; para o Génesis 1-11. Este é um ponto apresentado por um número de modernos opositores da criação bíblica, tais como o criacionista progressivo Hugh Ross (3) e o teísta evolucionista Howard Van Till (4), que posteriormente apostatou &ndash; o que não foi grande surpresa para quem o conhecia.(5)<br />
    É verdade que Agostinho e Aquino parecia terem crenças heterodoxas, mas muitas vezes estes pais da igreja, assim como outros, simplesmente interpretavam as passagens tanto simbolicamente como literalmente. Eles gostavam de adicionar um significado espiritual aos acontecimentos em Génesis 1-11, interpretados tanto individualmente como em termos da igreja. Eles continuavam a acreditar no significado literal. Agostinho desviou-se da  concepção da criação em seis dias literais, mas, em vez de acreditar em idades longas, acreditava que a criação tinha tido lugar em apenas um dia! O cardeal Ernesto Ruffini afirma que Agostinho explicou figurativamente coisas a mais, as quais mais tarde considerou que deveria ter encarado mais literalmente (p. 166). Aquino acreditava na geração espontânea, assim como a maioria dos eruditos do seu tempo, mas também acreditava nos tipos criados [grupos de animais; Génesis 1:24 (espécie = tipo), ed.]. É apenas através de uma análise superficial dos escritos dos pais da igreja que alguns defensores da terra velha e teístas evolucionistas podem alegar que alguns dos primeiros pais da igreja deixaram a questão das origens em aberto.<br />
    Fiquei favoravelmente impressionado por algumas das percepções que os pais da igreja primitiva tinham em relação à questão das origens. Muitas das suas ideias parecem modernas. Mas noutras alturas dá ideia de terem levantado hipóteses teológicas para além do estado do conhecimento. Por exemplo alguns dos pais da igreja acreditavam que Adão e Eva viviam no jardim como criaturas assexuadas (p. 304). A maior parte das vezes o Fr. Warkulwiz aponta estes erros e más interpretações, mas outras vezes não faz comentários, o que deixa a impressão de que acredita em algumas destas hipóteses.<br />
<br />
Os papas, cardeais e concílios defenderam um Génesis literal &ndash;<br />
até recentemente<br />
<br />
Um outro aspecto interessante do livro é que o Fr. Warkulwiz cita vários concílios da igreja, alguns cardeais e alguns papas que reforçaram o ensino tradicional católico sobre um Génesis literal. Fiquei favoravelmente impressionado com as muitas declarações citadas. Por exemplo, a Comissão Pontifica Bíblica de 1909 rejeitou argumentos que negavam a história literal do Génesis 1-3.<br />
    O cardeal Ernesto Ruffini aponta para a conclusão de que Adão deve ter sido especialmente criado porque a Eva foi especialmente criada a partir da costela de Adão:<br />
    &ldquo;Mas se é verdade, como os transformistas aceitam reconhecer, que o corpo da mulher foi formado directamente por Deus e que não surge como resultado da evolução, quem é que será persuadido de que o corpo do homem, o sexo viril, vem de uma besta bruta? Que absurdo!&rdquo; (p. 269)<br />
    Contudo, alguns papas dos tempos recentes fizeram declarações que parecem apoiar a evolução. Warkulwiz afirma que essas declarações estão para além do campo de autoridade dos papas e não são doutrina oficial da igreja. Além disso, estes papas são dependentes dos seus conselheiros científicos, os quais sucumbiram à teoria da evolução, à terra velha e ao big-bang. Por isso não é de admirar que alguns dos papas recentes tenham feito declarações sem base bíblica em apoio de uma terra velha ou da evolução. Estas deveriam ser ignoradas.<br />
<br />
Algumas afirmações questionáveis sobre as origens<br />
<br />
Apesar de fortemente criacionista da terra jovem, encontrei neste livro duas declarações questionáveis em relação às origens. Warkulwiz parece deixar em aberto a possibilidade de morte animal antes da Queda (p. 331), e que os espinhos, cardos e plantas venenosas existiram antes da Queda mas foram criados com um objectivo benéfico para o homem e que Deus deu a Adão e Eva a capacidade de evitar o perigo (p. 302). Génesis 3 torna claro que estes vieram depois da Queda.<br />
<br />
O livro foi feito a pensar nos católicos<br />
<br />
O leitor deve lembrar-se de que a audiência para o qual está intencionado são os católicos, não os protestantes, apesar de Warkulwiz usar muitas fontes procedentes do moderno movimento criacionista, algumas das quais estão desactualizadas. Há uma boa razão para isto. Além de ele próprio ser católico, não existe uma teologia bem desenvolvida da criação na igreja católica pois uma maioria dos teólogos, eruditos e cientistas abraçaram o naturalismo teísta (p. xxxv). Estes intelectuais estão provavelmente mais influenciados pelos supostos longos períodos geológicos da geologia uniformitarista do que pela evolução. Além disso, o autor afirma que estas idades longas têm tido um efeito de entorpecimento na fé dos jovens e Deus é empurrado tão para trás no tempo que fica quase invisível e irrelevante (p. 9).<br />
    Os leitores protestantes é claro que encontrarão alguns aspectos questionáveis no livro, tais como as suas citações ocasionais dos Apócrifos. A Mariologia é inserida em um ou dois lugares. E, é claro, o livro defende a tradição da igreja quase que ao mesmo nível que a Bíblia. Mas pode ser dito em sua defesa que muitas tradições da Bíblia defendem a Escritura, que é normalmente a fonte de muitas tradições.<br />
    Se o livro for largamente lido e tido em consideração pelos católicos, deveria originar um renascimento no seu pensamento acerca das origens. Também recomendo o livro para os protestantes, que deverão passar por cima das poucas ocasiões em que se desvia de crenças bíblicas fortemente assumidas. O livro é extremamente e deliciosamente um trabalho do criacionismo da terra jovem.<br />
<br />
Referências<br />
1.    Mortenson, T., Orthodoxy and Genesis: what the fathers really taught, Journal of Creation 16(3):48&ndash;53, 2002; .<br />
2.    .<br />
3.    Sarfati, J., Refuting Compromise: A biblical and scientific refutation of &lsquo;progressive Creationism&rsquo; (Billions of Years), as popularized by astronomer Hugh Ross, Master Books, Green Forest, AR, 2004.<br />
4.    Van Till, H.J., God and evolution: an exchange, First Things 34:32&ndash;38, 1993.<br />
5.    &lsquo;Nas duas décadas seguintes ele transformou-se no herético que os seus críticos tinham suspeitado&rsquo;, Manier, J., The New Theology, Chicago Tribune, 20 January 2008; .<br />
<br />
</p>
<p>Notlícia original</p>
<p><a href="http://creation.com/review-doctrines-of-genesis-1-11-warkulwiz">http://creation.com/review-doctrines-of-genesis-1-11-warkulwiz</a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Sat, 15 May 2010 08:46:52 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/18100/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Expulso – A Inteligência Não é Permitida]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/18099/]]></link>
	<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img width="520" height="328" border="0" align="middle" src="http://www.blogtok.com/paginas/18955/imagens/expelled.jpg" alt="expelled.jpg" /></p>
<p>Liberdade de expressão?<br />
Na nossa sociedade a liberdade de expressão é tolerada mas não no que diz respeito à questão das origens...<br />
    O sistema está defendendo o Neo-Darwinismo com unhas e dentes e aqueles que estão dispostos a questionar esta teoria e a simplesmente &ldquo;seguir os factos e chegar às conclusões, quaisquer que elas sejam&rdquo; estão destinados a ser despedidos, descreditados, perseguidos.<br />
    Você está disposto a entrar na batalha?<br />
<br />
 <a href="http://www.getexpelled.com/">Read More</a><br />
 </p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Mon, 17 Aug 2009 10:26:11 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/18099/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Tempestade devido à capa da New Scientist]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/18098/]]></link>
	<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img width="240" height="326" align="middle" src="http://www.blogtok.com/paginas/18954/imagens/Imagem_5.png" alt="Imagem_5.png" /></p>
<p style="text-align: left;"> <br />
Com &ldquo;Darwin estava errado&rdquo; anunciado na capa da New Scientist&rdquo;, no interior o editorial e o artigo principal explicavam que a evidência do DNA forçou a um repensar dramático quanto à &ldquo;árvore de vida&rdquo; evolutiva. Já em 1993 alguns biólogos estavam propondo que a &ldquo;a árvore era de facto mais como uma &ldquo;rede&rdquo;&rdquo;. À medida que se tornaram disponíveis mais dados moleculares, os biólogos têm ficado cada vez mais polarizados, alguns defendendo teimosamente o conceito da árvore, enquanto que outros argumentam que essa ideia é obsoleta e precisa de ser descartada.</p>
<p style="text-align: justify;"><br />
<br />
&ldquo;Não temos absolutamente nenhuma prova de que a árvore da vida seja uma realidade&rdquo;, diz Eric Papteste, um biólogo evolucionista na Universidade Pièrre e Marie Curie, em Paris, França.<br />
<br />
Contudo Darwin argumentara que a árvore da vida era um facto da natureza. O biólogo W. Ford Doolittle da Universidade de Dalhousie em Halifax, Canadá, diz que o conceito da árvore da vida era absolutamente central para o pensamento Darwiniano, indo até ao ponto de dizer que sem ele a teoria evolucionista nunca teria acontecido. Como diz Bapteste, &ldquo;Se não tivermos uma árvore da vida, o que é que isso significa para a biologia evolucionista?&rdquo;<br />
Contudo, tanto Doolittle como Bapteste enfatizam que a sua despromoção da árvore da vida evolutiva não significa que estão abandonando a teoria da evolução.<br />
<br />
Entretanto, a capa da New Scientist causou uma tormenta. Um &ldquo;blogista&rdquo; anti-criacionista destacado escreve que &ldquo;ainda está zangado&rdquo; porque no meio dos esforços seus e de outros cépticos, a &ldquo;New Scientist&rdquo; entrega aos criacionistas uma mina de ouro em propraganda. A ira é tão grande que ele diz, &ldquo;Não comprem a New Scientist. Não apoiem quem dá suporte aos criacionistas.&rdquo;<br />
<br />
Mas a New Scientist é fortemente misoteísta &ndash; ver refutação em <br />
<a href="http://creation.com/refutation-of-new-scientist-s-evolution-24-myths-and-misconceptions-index">http://creation.com/refutation-of-new-scientist-s-evolution-24-myths-and-misconceptions-index</a><br />
<br />
<br />
Storm over New Scientist cover; Creation 31(3) June-August 2009 p. 9<br />
Copyright Creation Ministries International Ltd.<a href="http://www.CreationOnTheWeb.com">  www.CreationOnTheWeb.com</a> Used with permission.</p>
<p style="text-align: justify;">Noticia original publicada em: 24JAN2009</p>
<p style="text-align: justify;">Autor:desconhecido<br />
 </p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Fri, 03 Jul 2009 06:00:00 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/18098/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Intrujice sionista desmascarada]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/18097/]]></link>
	<description><![CDATA[
 
De todas as muitas mentiras promovidas e avançadas pelos nossos mídia noticiosos enganadores e pelo sistema controlado de educação pública, nenhuma tem consequências com mais alcance do que o mito do &ldquo;homem descendente do macaco&rdquo; &ndash; a Teoria da Evolução.<br />

<img width="354" height="496" align="middle" src="http://www.blogtok.com/paginas/18955/imagens/evolutiondeceitb.jpg" alt="evolutiondeceitb.jpg" /><br />


<p>     Os Protocolos dos Sábios de Sião, que muitas pessoas bem informadas afirmam deslindar o plano dos judeus para a destruição da Civilização Cristã, afirmam: &ldquo;Pensem bem nos sucessos que obtivemos para o Darwinismo [Evolução] ... De qualquer modo, para nós, judeus, deverá ser óbvio qual a importância desagregadora que estas directivas tiveram nas mentes dos Goyim [i.e. gado humano]... Nós enganamos, estupidificamos e corrompemos a juventude dos Goyim educando-os com princípios e teorias (como a Teoria da Evolução) que sabemos serem falsas, embora seja por nós que eles foram inculcados ... Também lhes roubamos a sua fé em Deus&rdquo;... Estamos a anos apenas do momento da destruição completa dessa religião cristã...&rdquo;<br />
<br />
    Uma cópia deste notável documento foi colocada no Museu Britânico em 1906. A maior parte dele é profético e, visto que 95% do que lá está escrito se cumpriu meticulosamente, não podem restar muitas dúvidas de que quem quer que fosse que o escreveu tem controlado a história do século vinte. O advogado judeu nova-iorquino Henry Klein afirmou nos seus livros &ldquo;O Sionismo Governa o Mundo&rdquo; e &ldquo;Um Judeu Revela a Conspiração Judaica Mundial&rdquo; que os Protocolos foram &ldquo;... o plano mundial do Sanedrim Judaico &ndash; os dirigentes do Sionismo &ndash; que deseja o controle mundial ... chefiados pelos Rothschilds e os Rockefellers... O Sanedrim controla todas as fontes de informação. Nenhum jornal está livre do controle sionista. Todas as grandes cadeias de rádio e T.V. estão sob o seu controle... todo o sistema de educação e religião está sob controle...&rdquo;<br />
<br />
    As pessoas inteligentes são conhecedoras de que as guerras são conduzidas não apenas com armas marciais de guerra e destruição, mas também com ideias, palavras, música, filmes ... de facto com propaganda através de todo o veículo que possa alcançar a mente humana. Os judeus comunistas refinaram a guerra de propaganda a uma arte requintada e profundamente cínica que se pode descrever como Controle da Mente. As suas técnicas foram reveladas num livro de Charles Stuckley com o título &ldquo;Lavagem Cerebral: Uma Síntese do Manual Russo Sobre Psico-Política&rdquo; publicado pelo Colégio de Cientologia, Nova Iorque, em 1955. O manual russo tinha uma introdução pelo [...] assassino em série Levrenti Beria, chefe da polícia secreta soviética nos anos 40 (na altura conhecida como N.K.V.D.).<br />
<br />
    O livro revela que, através de uma &ldquo;abordagem científica... o homem deve ser degradado de ser espiritual para reacção animalesca... deve ser demonstrando, constantemente, que o homem é um mecanismo sem individualidade... A religião tem que ficar obsoleta através da demonstração de que o homem é um animal. Desde o virar do século que temos batalhado no sentido de fazer desaparecer toda e qualquer influência cristã e estamos a consegui-lo... Temos de destruir todas as crenças naquelas nações marcadas para serem conquistadas... é necessário que continuem a trabalhar até que a religião seja sinónimo de insanidade.&rdquo;<br />
<br />
    É a Teoria da Evolução que ensina que &ldquo;O homem é um animal&rdquo;, e é a Teoria da Evolução que fez mais do que qualquer outra coisa para minar e destruir a Fé Cristã e a fé em Deus e na Bíblia.<br />
<br />
    Na sua introdução à edição do &ldquo;Origem das Espécies&rdquo; publicado pela Dent na colecção &ldquo;Everyman&rdquo;, o Professor W. R. Thompson confirmou que &ldquo;o declínio do cristianismo é, em larga parte, devido à influência de Darwin&rdquo;. Aqueles que procurem uma refutação concisa e contundente da Teoria da Evolução por um biólogo conhecedor fariam bem em ler a &ldquo;introdução&rdquo; do Prof. Thompson.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://www.biblebelievers.org.au/hatred.htm#ROTH">Read more</a><br />
<br />
      <br />
</p>
]]></description>
<pubDate><![CDATA[Tue, 08 Apr 2008 09:30:00 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://cve.acordem.com/blog/18097/]]></guid></item>
     </channel>
</rss>
