Coluna geológica


Problemas com a coluna geológica

 
raciocínio circular
180 m.a. depositados ao mesmo tempo
registo fóssil cada vez mais aleatório
nomes diferentes para fósseis semelhantes
pegadas no rio Paluxy
fósseis atravessam várias camadas geológicas
inversões, absurdos
inversões (2)
inversões (3)


Raciocínio circular

A coluna geológica é um instrumento teórico e abstracto, mas em nenhum lugar na terra se encontra um sequência de estratos representando todas as divisões da escala. Contudo é um instrumento útil nomeadamente na exploração petrolífera, sendo por vezes suficiente a análise de várias sondagens para saber se se devem continuar os trabalhos de exploração.

A ordem dos períodos geológicos é a suposta ordem de um conjunto de fósseis de idade, baseado na suposta ordem da evolução da vida, enquanto que a evidência da evolução diz-se ser exibida pela ordem dos fósseis de idade. Estamos perante um raciocínio circular, o que significa que não estamos a lidar com ciência...

Há já alguns anos que um número cada vez maior de geólogos conceituados começaram a compreender esta questão e começaram a pôr em causa todo o princípio. O'Rourke escreveu no American Journal of science : " Uma pessoa leiga, mas inteligente, há muito que suspeitou da existência de raciocínio circular no uso dos estratos para datar os fósseis e dos fósseis para datar os estratos. O geólogo nunca se deu ao trabalho de pensar numa boa resposta, entendendo que as explicações não justificam o esforço desde que a prática dê resultados. A isto chama-se pragmatismo teimoso. (O'Rourke 1976, 54) Não há nada de mal em utilizar os nomes da coluna geológica para identificar estratos com o mesmo tipo de fósseis. Contudo, associar estes nomes a grandes intervalos temporais não serve os interesses da ciência imparcial, mas, antes, parece ter motivos teológicos, pois é largamente responsável por ter, com eficiência, substituído uma crença por outra.

O princípio Lyelliano de alargar o intervalo de tempo da Criação do livro de Génesis substituiu, duma penada, um Dilúvio catastrófico por uma série de tranquilas inundações resultando em registos idênticos. Esta jogada de mestre permitiu, desde então, argumentar que a evolução terá originado toda a diversidade de seres vivos existente a partir de um ancestral comum e, dessa maneira, remover com destreza a necessidade de apelar ao sobrenatural. Ao fim e ao cabo, não interessa para nada ao engenheiro de minas o facto de uma rocha ter 4 milhões ou apenas 4 mil anos, desde que o seu trabalho produza resultados, e a única razão possível para que as idades fiquem ligadas aos vários nomes é porque isto é o fundamento para a teoria da evolução. A coluna geológica com todas as idades associadas é, portanto, uma cláusula principal no artigo de fé que todo o estudante de geologia é obrigado a memorizar. (Taylor 1996, 103)








180 milhões de anos depositados ao mesmo tempo

Halos elípticos de polónio aparecem em espécimens de madeira carbonizada extraídos de três formações diferentes nos depósitos do planalto do Colorado. Segundo o cenário evolucionista essas formações representam três períodos geológicos: Triássico, 180 a 230 milhões de anos atrás; Jurássico, 135 a 180 milhões de anos atrás; e Eocénico, 35 a 60 milhões de anos atrás. A ocorrência dos halos elípticos secundários de 210 Po em espécimens de todas estas formações é prova por excelência que a madeira em todos eles estava no mesmo estado de gel quando foi infiltrada por uma solução com urânio. Dados obtidos em experiências com estes radio-halos sugerem uma fonte comum para o urânio em todos os espécimens de madeira carbonizados. Estes dados implicam que apenas uma solução de urânio infiltrou os vários espécimens. Uma solução única de urânio significa que a infiltração de urânio ocorreu quase simultaneamente em todos os espécimens de madeira. E visto que os halos elípticos de polónio mostram que os espécimens de madeira retirados das formações do Jurássico, Triássico e Eocénico estavam todos no mesmo estado de gel na altura da infiltração, segue-se, inevitavelmente, que estas formações geológicas se depositaram todas ao mesmo tempo. Da mesma maneira, a presença de halos duplos de polónio em espécimens de madeira retirados tanto dos depósitos do Jurássico como do Triássico fornece fortes indícios de que o acontecimento que causou a compressão da madeira ocorreu simultaneamente, em ambos os casos. Exactamente o que seria de esperar com base numa deposição quase simultânea de toda a madeira por altura do Dilúvio.

Por outro lado, os dados que acabamos de analisar contradizem directamente a opinião de que as formações do Jurássico, Triássico e Eocénico no planalto do Colorado foram depositadas com intervalos de dezenas de milhões de anos entre si. Se o cenário evolucionista estivesse correcto, a madeira da formação do Triássico (a mais antiga) teria ficado carbonizada milhões de anos antes do estrato eocénico se ter depositado. Neste caso halos comprimidos não se teriam formado. Os factos mencionados contradizem a ideia evolucionista de que cem milhões de anos ou mais separam certas formações do planalto do Colorado, dando no entanto suporte a uma deposição rápida de todos eles (publicado na revista Science 15.10.1976. (Gentry 1992, 56-58)









Registo fóssil cada vez mais aleatório

O registo fóssil está a tornar-se cada vez mais aleatório. A suposta veracidade da coluna geológica baseia-se na crença de que os fósseis ocupam áreas restritas nos estratos geológicos. Na realidade, à medida que mais e mais fósseis são descobertos, a distribuição destes está aumentando; o aumento da extensão nos estratos é a regra e não a excepção. Maxwell and Benton (Maxwell 1990) compararam a distribuição estratigráfica de todas as famílias de fósseis de vertebrados (excluindo Aves, que têm um registo fóssil irregular) segundo dados de 1966-1967, e, depois, em 1987. Para 96 famílias não houve alteração na distribuição estratigráfica. 87 famílias viram uma diminuição na sua distribuição. Contudo bastante mais famílias (150) sofreram um aumento no número de estratos que atravessam. Esta tendência é ainda mais evidente nas famílias de fósseis marinhos. Em apenas dez anos (1982-1992), Sepkoski (Sepkoski 1992) relata um declínio na extensão estratigráfica de 513 famílias fósseis. Um declínio na extensão pode significar que a primeira e/ou última ocorrência foi mal identificada. Mas, seja qual for a causa, o número de declínios na extensão dos fósseis é pequeno se tomarmos em consideração as 1026 famílias que tiveram uma extensão na sua primeira ocorrência ou na última ou em ambas.

É, portanto, claro, que a extensão das distribuições estratigráficas é a regra e não a excepção. Este facto é ainda mais notável quando se tem em conta o preconceito evolucionista sempre presente que leva a sobre-enfatizar minúsculas diferenças entre fósseis localizados em estratos diferentes e daí a proliferação de nomes taxonómicos disputáveis para basicamente o mesmo organismo encontrado em horizontes estratigráficos diferentes.

Analisemos agora a distribuição cada vez mais aleatória do registo fóssil à luz da história da coluna geológica. Os investigadores modernos não são os primeiros a constatar a progressiva extensão das áreas de distribuição estratigráfica dos fósseis com o aumento da recolha de espécimens no estratos sedimentares mundiais. Na altura em que partes da coluna geológica estavam ainda a ser determinadas em meados do século 19, o filósofo victoriano Herbert Spencer comentou sobre a falta de lógica da coluna geológica no seu ensaio com o título apropriado de Illogical Geology (Spencer 1966). Ao escrever esta obra será difícil acusar Spencer de preconceito criacionista. Afinal ele era um ateu convicto e tinha sido um apoiante entusiástico de tanto o Darwinismo com o Darwinismo "científico".

Um dos processos que Spencer punha em questão era o uso de fósseis para fazer correlações e datações de estratos. Spencer discordava, em particular, com a prática de utilizar certos fósseis como marcadores temporais para a correlação global dos estratos, e, posteriormente, não pôr em questão todo o processo quando, frequentemente, se encontravam os mesmos fósseis nos estratos "errados" à medida que se iam colhendo mais espécimens. Como vimos, a descoberta de fósseis em horizontes estratigráficos até então não reconhecidos tem continuado com a mesma intensidade até aos nossos dias, e torna minúsculo por comparação tudo a que Spencer poderia ter acesso no seu tempo. Que pensaria Spencer se estivesse hoje vivo?

Tomemos o exemplo do Lystrosaurus (um réptil com características de mamífero). Visto que o Lystrosaurus sempre foi utilizado para correlacionar camadas em horizontes com idade equivalente, e colocá-los no Triássico Inferior, a descoberta de um Lystrosaurus no Pérmico deveria implicar que o Pérmico e o Triássico são contemporâneos! Pelo mesmo raciocínio deveríamos concluir que o Cretácico e o Terciário são agora contemporâneos visto que o género Parafusus (gastrópode) característico do Cretácico Superior, é agora dado também para o Terciário Inferior.

Claro que os uniformitaristas nunca seguirão o seu raciocínio até às suas conclusões lógicas porque isso levaria a um reductio ad absurdum . Isso exigiria, no mínimo, que os uniformitaristas reconhecessem o facto de que o Pérmico-Triássico e Cretácico-Terciário são agora, respectivamente, contemporâneos. Uma conclusão destas, como é evidente, destruiria os próprios fundamentos da coluna geológica, o que é impensável para o dogma unformitariano padronizado. De modo a suprimir esta falha mortal na coluna geológica, os uniformitaristas simplesmente fazem marcha atrás, rejeitam o Lystrosaurus assim como outros fósseis-guia até aqui considerados como presumíveis bons datadores, e, em todos os outros aspectos, agem como se nada tivesse acontecido no que diz respeito a provas empíricas. Isto permite que continuem a acreditar em coisas como os períodos Pérmico, Triássico, Cretácico e Terciário. Cara ganho eu, escudo perdes tu. É visível que a coluna geológica evolucionista-uniformitária ficou protegida contra falsificação. Para o uniformitarista nenhuma descoberta de fóssil poderá alguma vez servir de prova que invalide a sacrossanta coluna geológica. A sucessão fossilífera está relacionada com processos que têm a ver com o Dilúvio e não com mudanças de fauna ao longo do tempo. (Woodmorappe 2000)






Nomes diferentes para fósseis semelhantes

Podem ser atribuídos nomes diferentes a fósseis semelhantes pelo facto de serem encontrados em estratos com idades supostamente diferentes. Num exemplo recente, mesmo apesar dos fósseis serem práticamente idênticos, foram atribuídos a espécies diferentes.

Quanto mais sedimentos terrestres são examinados, mais as áreas de distribuição dos fósseis são alargadas, especialmente no sentido descendente, com a ocorrência de surpresas.

Uma surpresa destas ocorreu na ilha de Vancover, Columbia Britânica, Canadá, quando um esponja com a idade do Triássico Superior (é usada a escala temporal geológica standard unicamente para efeitos de comunicação) foi descoberta numa formação carbonatada(Stanley 1998). Deu-se-lhe o nome de Nucha? vancouverensis sp.nov. Ora bem, a formação onde a esponja foi encontrada é considerada uma referência standard para o Triássico norte-americano devido aos seus fósseis-guia amonóides. Surpreendentemente a esponja é quase idêntica a uma anterior, encontrada apenas no Câmbrico Médio da parte ocidental de Nova Gales do Sul, Austrália, chamada Nucha naucum (Picket 1982).

Apesar da semelhança evidente, devido ao facto do espécime da ilha de Vancôver não ser exactamente o mesmo da sua contraparte australiana, foi colocado um ponto de interrogação em frente do seu género e foi classificado como uma espécie diferente. Contudo, o investigador que relatou a descoberta, George Stanley, acredita que as semelhanças são suficientemente marcantes para considerar o fóssil no mesmo género.

O fóssil da ilha de Vancôver é utilizado para apoiar grandes ideias geológicas -- que um terrane exótico (o Wrangellia terrane) foi fixado ao lado ocidental da placa norte-americana vinda de um oceano tropical desconhecido. O problema é que os dois fósseis estão localizados em sítios opostos no Pangeia, o hipotético, vasto continente do Paleozóico. Os seus oceanos respectivos estariam supostamente separados por milhares de quilómetros de massa continental.

Porque só era previamente conhecida da Austrália, Nucha é considerada um taxon tethiano dos trópicos Paleozóicos. Portanto, os dois fósseis, apesar de muito semelhantes em aparência, estão grandemente separados no espaço e no tempo.

Stanley desvaloriza o significado da separação no tempo: " A ausência de Nucha entre o Câmbrico Médio e o Triássico Superior é, de alguma maneira, um enigma. " A razão para esta atitude despreocupada em relação a um fóssil não detectado durante um período suposto de 300 milhões de anos e separado no espaço por uma distância considerável é devido, segundo eu penso, a que este caso não é um caso isolado.

De facto, Stanley menciona vários exemplos e faz referência a outros autores que conhecem uma série de outros exemplos. Estas anomalias aparentes são designadas de " holdover taxa", "refugia species", ou até "Lazarus taxa". Claro que se um representante do fóssil for encontrado vivo hoje é chamado de "fóssil vivo". A importância destes taxa " holdover " para os paleontologistas é mencionado por Stanley: " De grande interesse tanto para os paleontologistas como para os biólogos evolucionistas é a ocorrência de faunas relíquia ou " holdover ", também conhecidas por taxa Lázaro. Este taxa, a maioria ao nível de família, género e espécie, parecem dar um salto sobre grandes intervalos de tempo geológico, incluindo as fases de recuperação seguintes ás extinções em massa. Parecem iludir os nossos esforços de amostragem mais cuidadosos, não podendo ser encontrados em intervalos de tempo consideráveis. "

Que lições têm estes taxa relíquia para dar aos criacionistas? Primeiro, mostram que os geólogos e os paleontologistas desconhecem a distribuição tridimensional dos fósseis, apesar de poderem ter estimativas razoáveis para formações isoladas. Têm havido e sempre haverá surpresas. Os fósseis aparentam estar constantemente ampliando as suas áreas de distribuição no tempo geológico. Deveremos encarar com cepticismo afirmações de que um fóssil particular é um fóssil-guia restrito ao, por ex., período Câmbrico, ou Pérmico, etc.

Segundo, estes taxa relíquia tornam difícil acreditar que os alegados milhões de anos entre as ocorrências de fósseis são reais. Onde esteve a viver o organismo durante todos esses milhões de anos? Porque é que não existe um registo da sua existência durante todo esse tempo? Neste exemplo particular, os paleontólogos podem eventualmente encontrar fósseis desta esponja entre o "Câmbrico Médio" e o "Triássico Superior". Mesmo assim, os fósseis continuariam a ser muito escassos entre estes dois "períodos" e umas poucas descobertas não alterariam a conclusão óbvia de que o lapso de tempo é ilusório.

Terceiro, um fóssil pode ser atribuído a uma espécie diferente por ser encontrado num tempo geológico supostamente diferente , ocultando a distribuição real do taxon na escala de tempo geológica. Isto contribui para a proliferação de nomes e para uma distribuição mais limitada dos taxa. Por isso, a área de distribuição real de qualquer organismo é provavelmente mais alargada do que somos levados a crer pelo estudo da sua taxonomia.

Visto existir grande variabilidade em todos os organismos e, consequentemente, nos seus fósseis, os paleontologistas não sabem onde fazer as separações nos seus esquemas de classificação. É provável que existam nomes diferentes para fósseis quase idênticos. Esta tendência para dar nomes diferentes para fósseis semelhantes encontrados em formações com idades supostamente diferentes, até mesmo para colocá-los em diferentes superfamílias, foi demonstrada por Tammy Tosk para os microfósseis chamados foraminíferos (Tosk 1988).

John Woodmorappe descobriu que muita da ordem estratigráfica dos amonoides se deve a conceitos temporais dos estratos e a manipulações taxonómicas (Woodmorappe 1999). Isto é particularmente sério pois alguns tipos de foraminífera e amonóides são usados como fósseis-guia para a datação de formações (Oard 2000).





Pegadas rio Paluxy


De acordo com a escala de tempo geológica o homem primitivo só terá entrado em cena há um milhão de anos atrás, 70 MA depois da extinção dos dinossauros. Vestígios que sugiram que o homem e os dinossauros são contemporâneos poriam em causa o conceito da escala geológica, especialmente tendo em consideração que esta é baseada numa série de suposições. No leito calcário do rio Paluxy , perto da cidadezinha de Glen Rose, Texas, existem algumas pegadas magníficas de dinossauros. Paralelamente, às vezes, e em conjunto, outras vezes, surge o que parecem ser pegadas humanas - cindo dedos, planta e calcanhar, espaçadas, pé esquerdo, pé direito. Estas pegadas foram descritas por Roland Bird do Museu Americano de História Natural, Nova Iorque, em 1939. Em 1940, os museus americanos removeram grandes secções das pegadas de dinossauros do leito do rio, que ficaram desde então exposição no Smithsonian e outros museus, mas nenhuma referência é feita às pegadas com aspecto humano, que foram criteriosamente excluídas. Na edição de Maio de 1954 da National Geographic aparece um artigo completo de Bird sobre as marcas de dinossauro no rio Paluxy, mas, de novo, nenhuma menção às marcas com aspecto humano. Alguns argumentaram que estas teriam sido talhadas pelos habitantes locais, o que é possível, visto que as curiosidades eram pagas a bom preço. Contudo, em 1969, um documentário foi feito no qual foram expostas novas marcas depois de o rio ter sido represado. Parte do leito calcáreo foi retirado com escavadoras de modo a se poder seguir as pegadas. Ficaram expostas impressões de boa qualidade e foram então convidados vários geólogos para expressarem a sua opinião. As suas reacções foram interessantes mas no fim defenderam a teoria e negaram os factos.

Em Junho de 1982, mais pegadas "humanas" foram encontradas, juntamente com as pegadas de dinossauros. Mais de cem pessoas, em representação da imprensa e professores secundários foram convidados como testemunhas enquanto que as câmaras de TV gravavam a remoção de toneladas de rocha do leito do rio, seguindo um trilho existente de pegadas de dinossauro. As escavações puseram à vista 36 marcas de dinossauro juntamente com 12 pegadas de aspecto humano e uma marca de mão humana. Qualquer possibilidade de fraude nestas condições foi posta totalmente de parte.

Muitas mais pegadas "humanas" foram descobertas por todos os Estados Unidos. Aparecem no calcário do Carbonífero, i.e., muito antes do suposto aparecimento dos mamíferos! Foram encontradas desde a Virgínia e Pensilvânia até ao Kentucky, Illinois, Missouri e até às Montanhas Rochosas. Ingalls (1940) chama a atenção de que não podem ter sido todas esculpidas e, mesmo que tivessem sido feitas por um antepassado do homem, então a geologia moderna está completamente errada (Taylor 1996, 108, 449).






Fósseis atravessam várias camadas geológicas

A formação das rochas sedimentares demora muito tempo, afirmam os geólogos. Nas profundezas do oceano o depósito de sedimentos poderá ser lento, da ordem dos 30 cm por século. Os geólogos usam esta taxa ou, por vezes, outra ainda mais baixa, de 30 cm por mil anos. Assim, em face dessas taxas e da espessura dos sedimentos, concluem que o processo se iniciou há milhões de anos. E conforme a posição dos fósseis relativamente aos estratos da rocha, assim aqueles são considerados de "antigos" ou "novos".

Mas, será isto exactamente assim? As diversas camadas ter-se-iam acumulado ao longo de milhares ou milhões de anos? Então qual a explicação para o caso dos f ósseis atravessarem diversas camadas geológicas ? Por exemplo, o caule de uma árvore de 8 metros de altura foi sepultada na posição vertical numa mina de carvão no Canal Cromford. Que pensar de tudo isto?

Se as taxas atrás citadas forem consideradas (30 cm por mil anos), o caule teria de aguardar 26 mil anos pelo seu sepultamento total! Mesmo que fossem 2600 anos (no caso da taxa de 30 cm por século), como poderia o tronco da árvore aguentar sem apodrecer nem partir durante tanto tempo? (Santos 1988)

 






Inversões, absurdos

Baseado no sistema de Lyell, os fósseis de idade (fósseis utilizados para datarem e caracterizarem um estrato - inglês: index fossils) foram arranjados no papel numa coluna vertical representando todos os estratos possíveis - todos em sequência desde o menos complexo em baixo até ao mais complexo, com o homem no topo. Esta coluna é conhecida como "coluna geológica" e é um instrumento fundamental do geólogo. Apesar dos fósseis de idade aparecerem geralmente em relativa ordem, na prática há muitas vezes zonas sobrepostas com dois fósseis de idade no mesmo estrato; por vezes aparecem numa ordem invertida , mesmo numa grande escala geográfica, enquanto que por todo o lado é sempre possível encontrar um fóssil totalmente fora do seu lugar (Pierce 1957). Quando isto acontece com restos humanos, costuma gerar-se um controvérsia.

Corliss (1978) documentou extensivamente mais de 400 artigos de jornais científicos ortodoxos, publicados em inglês desde à volta de 1850 até ao mais recente, descrevendo descobertas referentes ao homem primitivo, quer como esqueletos, quer como artefactos, encontrados em locais geológicos inesperados. Com 786 páginas, é uma confrontação maciça contra as ciências actuais da geologia e antropologia. Achados semelhantes feitos hoje em dia teriam muito poucas chances de serem publicados pois poriam em questão toda a geologia como ciência (Taylor 1996, 103, 448).

A famosa falha de carreamento Heart Mountain , no Wyoming, tem mantido os geólogos perplexos há anos; de acordo com a datação pelos fósseis, os estratos mais antigos, com uma espessura entre 450 a 500 metros e entre 50 a 100 km de extensão, estão colocados por cima dos mais recentes. Argumenta-se que a parte mais antiga foi levantada e transportada por cima da mais recente; Pierce (1957) admite que esta explicação ortodoxa é fantástica mas que não encontra uma explicação alternativa (Taylor 1996, 448).




Inversões (2)

A famosa falha de carreamento Heart Mountain , no Wyoming, tem mantido os geólogos perplexos há anos; de acordo com a datação pelos fósseis, os estratos mais antigos, com uma espessura entre 450 a 500 metros e entre 50 a 100 km de extensão, estão colocados por cima dos mais recentes. Argumenta-se que a parte mais antiga foi levantada e transportada por cima da mais recente; Pierce (1957) admite que esta explicação ortodoxa é fantástica mas que não encontra uma explicação alternativa (Taylor 1996, 448).







Inversões (3)
Contrariando o princípio dos fósseis "antigos" e "novos" conforme os paleontólogos os classificam, existem longas faixas onde as coisas estão invertidas. Os fósseis antigos encontram-se situados por cima dos fósseis novos no Glacier National Park no Canadá (com 800 km de comprimento), na China e na Escandinávia (com 140.000 km 2 de extensão).

Em vários lugares encontram-se camadas pré-cambrianas (as mais antigas) sobre um leito cretáceo. E nos estados de Tennessee e Geórgia (E.U.A.) uma grande "falha" estende-se por centenas de quilómetros em que os depósitos cambrianos se sobrepõem aos depósitos carboníferos. Isto, em termos evolucionistas, representa uma inversão na ordem dos acontecimentos em, pelo menos, 300 MA (Santos 1988)!











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