O mundo não pode ter milhões de anos


O mundo não pode ter milhões de anos       
       

anéis de Saturno

ESPAÇO
planetas esfriando ESPAÇO
meteoritos fósseis ESPAÇO
estrelas velozes ESPAÇO
dinossauros não mineralizados FÓSSEIS
DNA em fósseis FÓSSEIS
halos de polónio GEOLOGIA
níquel nos oceanos GEOLOGIA
hélio atmosférico GEOLOGIA
taxas de erosão GEOLOGIA
migração do Pb/He a partir do zircão GEOLOGIA
campo magnético da terra GEOLOGIA



























Anéis de Saturno

Os anéis de Saturno são ainda instáveis, indicando que não têm milhares de milhões de anos.










 



Planetas esfriando

Júpiter, Saturno, Urano, Neptuno e Plutão estão esfriando.  Júpiter, por exemplo, irradia mias ou menos o dobro da energia que recebe do Sol; Saturno, o triplo.  Se o sistema tivesse bilhões ou mesmo milhões de anos, esses cinco planetas estariam absolutamente congelados há muito tempo. (A Família Int. “Contato” nº 15)












Meteoritos fósseis

Exceptuando os estratos superiores da Terra, os meteoritos fósseis são muito raros, o que demonstra que os estratos não estiveram expostos durante milhões de anos.















Estrelas velozes

A nossa galáxia pertence a um grupo de pelo menos 30 galáxias chamado Grupo Local, que se estende por mais de 3 milhões de anos-luz através do espaço.  Mais de metade são "pequenas", ou anãs, com menos de 6.000 anos-luz de diâmetro.  Estas galáxias anãs possuem estrelas que se afastam umas das outras a grandes velocidades, como é demonstrado pela medição das suas velocidades radiais.
    As estrelas têm o que se chama de velocidade espacial, ou movimento no espaço em relação ao sol.  A velocidade espacial tem dois componentes: (i) velocidade radial (para ou para longe de nós) e (ii) movimento próprio (em ângulos rectos em relação à nossa linha de visão).
    Depois dos astrónomos terem medido a velocidade radial de um certo número de estrelas numa galáxia anã, podem calcular a que velocidade as estrelas se estão a mover umas em relação às outras.  Surpreendentemente, muitas estrelas das galáxias anãs do Grupo Local estão a afastar-se umas das outras a velocidades perto dos 10-12 Km/s.
    Os astrónomos reconhecem que, numa análise simples dos dados, estas estrelas com alta velocidade de dispersão indicam que não têm estado em movimento nas anãs durante milhões de anos.  Para os astrónomos empenhados em defender o modelo do Big Bang e um universo com biliões de anos de idade, estas estrelas com alta velocidade são um grande problema.  A estas velocidades, as estrelas dever-se-iam ter dispersado em 100 Ma, o que, comparado com a idade suposta do universo de 15.000 Ma, é um período curto.  Como é possível que as galáxias anãs ainda possuam estrelas tão velozes?  A resposta, pelo que nos é dito, é a "matéria escura".
    A única maneira pela qual as estrelas poderiam ainda estar no interior das galáxias anãs e não ter escapado há biliões de anos atrás é se houver algo que as mantenha juntas.  A sugestão é que as galáxias anãs possuem uma grande quantidade de massa adicional, a qual, excepto pela sua força gravitacional, é totalmente invisível e indetectável.
    O astrónomo Ken Croswell (Ph.D em astronomia pela Universidade de Harvard, que contribui artigos de tempos a tempos para revistas como a New Scientist, Astronomy, e Sky & Telescope) reconhece claramente o problema que as estrelas com alta velocidade de dispersão colocam para as nossas vizinhas galáxias anãs como a Draco e a Ursa Menor.  Tenham em mente que a Draco tem apenas à volta de 4.500 anos-luz de diâmetro enquanto que a Ursa Menor é ainda mais pequena com 3.000 anos-luz.  "Mas para  uma pequena galáxia com a Draco, este problema [das estrelas velozes] é enorme.  Para segurar estas estrelas velozes, a obscura Draco deve possuir uma grande massa e uma enorme quantidade de matéria escura." (Croswell 1995, 206)
    Existe alguma matéria escura no sistema solar?  Não.  Houve um relatório sobre este assunto na revistas Astrophysical Journal de 01.08.1995, apresentado por uma equipe da JPL, pela Universidade do Texas em Austin e pela Universidade Metodista do Sul em Dallas.  O trabalho termina com as conclusões de Duane Dicus da Universidade do Texas: "Não existem provas para matéria escura aprisionada à volta do sol."
    Esta é a posição céptica do astrónomo Jeffrey Kuhn em relação a esta questão, citado por Ken Croswell: "A minha posição em relação ao problema da matéria escura é bastante herética.  Faz-me lembrar a questão do éter luminoso de anos passados.  Há mais de cem anos os físicos auto-convenceram-se que o espaço estava impregnado por uma substância invisível chamada éter, através do qual as ondas de luz se propagavam.  Talvez, diz Kuhn, a matéria escura seja o equivalente actual do éter, e não exista." (Bernitt 2000)













Dinossauros não mineralizados

Muitos restos de dinossauros ainda não estão completamente mineralizados.  Mais de metade do fóssil é ainda osso original e não pedra!  Alguns até possuiem substâncias químicas da altura em que o animal estava vivo (proteínas e aminoácidos)!  Alguns fósseis de peixe ainda mantinham o cheiro a peixe quando foram descobertos.
    Algumas das plantas soterradas durante o Dilúvio também não estão fossilizadas.  Em New Jersey, E.U.A., grandes quantidades de madeira de árvores que existiram ao mesmo tempo que os dinossauros podem ser encontradas enterradas na argila do Cretáceo.  Estão preservadas, mas de maneira alguma se transformaram em pedra.  Em Inglaterra pode ver-se a penugem delicada de plantas e detalhes das células vegetais; aquelas não se transformaram em rocha, apenas estão aplanadas e escurecidas.  Como o Dilúvio aconteceu há apenas 4 a 5 mil anos atrás, estas descobertas não são de estranhar (Taylor 1989, 28)














DNA em fósseis

Muitos cientistas relataram terem descoberto DNA em fósseis que se diz terem milhões de anos. Alguns relataram ter reavivado bactéria dos intestinos duma abelha, supostamente com 15-40 milhões de anos. E, mais recentemente, investigadores alegam ter reavivado bactérias de rochas que se diz terem a idade de 250 milhões de anos.
    Visto que a composição química do DNA nos diz que ele não pode durar milhões de anos, mesmo nas condições ideais de preservação, as pretensões de se ter encontrado DNA antigo (e muito menos bactérias intactas) têm sido contestadas. Um especialista, Svante Paabo, descobriu que poucas horas depois da morte, o DNA fragmenta-se em cadeias com 100-200 unidades de comprimento, que, a água apenas, iria fragmentar completamente em menos 50.000 anos, e que, a radiação de fundo apenas, iria eventualmente destruir a informação no DNA, mesmo na ausência de água e oxigénio. Os cépticos atribuem as “descobertas” de DNA relatadas, como sendo provocadas pela contaminação das amostras, ou devido a uma posterior intrusão na formação geológica de matéria orgânica contendo DNA. De facto, algumas reivindicações foram invalidadas.
    Agora alguns geólogos e microbiologistas em Inglaterra relatam ter encontrado DNA em pequenas inclusões em cristais de sal variando de “idade” entre 11 e 425 milhões de anos. As suas descobertas foram publicadas no prestigiado jornal Nature (Fish 2002).
    Os pesquisadores seguiram os procedimentos cuidadosamente de modo a evitar a possibilidade da contaminação. Os autores também examinaram os cristais de sal ao microscópio procurando fracturas que permitissem a contaminação dos cristais depois de se terem originalmente formado. Encontraram boa evidência de que os resultados não se deviam a contaminação.
    A noção da presença de DNA neste material “velho” sofrerá, sem dúvida, a oposição dos químicos que sabem que o DNA não pode sobreviver milhões de anos. A BBC News (on line) relatou, como se segue, declarações de um dos autores do documento, William Grant:
    “Existem pessoas bem conhecidas e respeitadas que acreditam que o DNA não pode sobreviver mais do que 100.000 anos ou à volta disso. A sua constituição química básica significa que as suas ligações se desfazem.”
    Para recapitular a causa do conflito:

-    um grupo de químicos insiste (com boas razões) que o DNA não pode durar milhões de anos.
-    um outro grupo de cientistas apresentou provas sólidas de que encontraram DNA em camadas que os evolucionistas acreditam ter 425 milhões de anos (com razões fortes para afirmar que o DNA estava nessas camadas desde o tempo em que foram formadas).

A forma óbvia para resolver estes pontos de vista conflituosos é chegar à conclusão de que as idades atribuídas aos estratos que contêm os cristais de sal estão erradas; os cristais têm apenas milhares de anos de idade!   
    Em resumo, a presença do DNA neste sal “antigo” é o mais perto que podemos chegar de uma prova científica de que o cenário de “milhões de anos” é ficção. (Batten 2002)







Halos de polónio

Os halos de polónio, em particular os produzidos pelo 218Po, estão no centro de um mistério. A meia-vida do isótopo é de apenas 3 min.. Contudo os halos foram encontrados em rochas graníticas... em todas as partes do mundo, incluíndo a Escandinávia, Índia, Canadá e Estados Unidos. A dificuldade advém da observação de que não existe percursor identificável do polónio;  parece ser polónio primordial. Se esse é o caso, como é que as rochas circundantes cristalizaram suficientemente rápido de modo a haver cristais disponíveis para serem impressos com rádios-halo através de partículas alfa provenientes do 218Po? Isto implicaria um arrefecimento e cristalização quase instantâneos detes minerais graníticos, e não temos conhecimento de nenhum mecanismo que remova o calor de uma forma tão rapida; as rochas supostamente terão arrefecido ao longo de milénios, senão dezenas de milénios. (Gentry 1992, 61)






Níquel nos oceanos

Considerando a quantidade de níquel existente nos oceanos e tendo em consideração a taxa a que o níquel está a ser adicionado à água devido aos meteoritos, o tempo de acumulação corresponde a alguns milhares e não milhões de anos (Baker 1998, 25).
















Hélio atmosférico

Hélio atmosférico: o hélio está a ser produzido continuamente devido à desintegração do urânio e tório da crosta terrestre.  Contudo não existe nem de longe hélio suficiente na atmosfera que corresponda à suposta idade da terra e à velocidade de escape do hélio das rochas.  Foi calculado que a idade máxima da terra baseada na produção de hélio seria 26 milhões de anos.  Este cálculo assume que não haveria hélio na atmosfera no início, do qual não temos prova.  Os cientistas tentam rodear este problema assumindo que o hélio está a vencer a gravidade e a escapar-se da atmosfera mas não há evidência de que algo parecido esteja a acontecer (Baker 1998, 25; Sarfati 1998).













Taxas de erosão

Foi James Hutton, o médico escocês tornado geólogo, quem sugeriu em 1785 que a terra era imensamente antiga.  A sua famosa afirmação de que não havia "vestígios de um princípio, nem perspectivas de um fim" pavimentou o caminho para a teoria da evolução de Darwin.  Hoje a maior parte dos geólogos aceitam as ideias de Hutton sem discussão.  Na generalidade os evolucionistas aceitam a ideia de que os continentes se formaram há pelo menos 2,5 biliões (mil milhões) de anos.  As idades publicadas para partes da Austrália são superiores a 3 biliões de anos.  Muito do resto do continente é dito ter entre 3 e 0,6 biliões de anos.  Uma estória semelhante se aplica a outros continentes - a idade das suas rochas de base encontra-se na área dos biliões de anos.
    Estas ideias demonstram ser totalmente não convincentes se nós olharmos com atenção.  Reparamos que existem muitos processos geológicos que indicam que os continentes não são tão velhos como dizem os evolucionistas.  Um desses problemas para a ideia das longas idades é a erosão.  Os continentes não podem biliões de anos pois teriam sido erodidos há muito tempo.  Não deveria restar nada.
    A água é o principal responsável que dissolve muitos minerais, e faz soltar-se solo e rocha da paisagem e transporta-os para o oceano.  Dia após dia, ano após ano, como uma procissão interminável de comboios de mercadorias, os rios do mundo acarretam toneladas de rocha decomposta através dos continentes e descarregam-na no oceano.
    Os sedimentologistas investigaram muitos dos rios a nível mundial e calcularam a velocidade à qual a terra está a desaparecer.  As medições mostram que existem rios que escavam o seu leito em mais de 1.000 mm de altura cada 1.000 anos enquanto outros só retiram 1 mm em 1.000 anos.  A redução de altura média para todos os continentes do mundo é à volta de 60 mm cada 1.000 anos
    Na escala de vida humana, estas taxas de erosão são pequenas.  Mas para aqueles que dizem que os continentes têm biliões de anos, as taxas são avassaladoras.  Uma altura de 150 quilómetros de continente seria erodido em 2,5 bilhões de anos.  Desafia o bom senso.  Se a erosão tem estado a actuar ao longo de milhões de anos, não haveria continentes na terra.
    Este problema foi levantado por um número de geólogos que calcularam que a América do Norte deveria ter sido aplanada em 10 milhões de anos se a erosão se tivesse mantido à velocidade actual.  Este é um espaço de tempo ridículo se compararmos com os supostos 2,5 biliões de anos dos continentes.
    Estes rácios não só erodem a ideia dos continentes com biliões de anos como também deitam por terra o conceito  de montanhas com idades muito elevadas.  Geralmente, as regiões montanhosas, com os seus declives acentuados e vales profundos são erodidos mais rapidamente.  Taxas de redução de altura de 1.000 mm por 1.000 anos são comuns nas regiões alpinas da Papua Nova Guiné, México, e no Himalaia.  O rio Amarelo na China poderia aplanar um planalto com a altura do Evereste em 10 milhões de anos (Roth 1998).  As cadeias montanhosas como as caledónicas da Europa ocidental ou os Apalaches no leste da América do Norte são ainda mais difíceis de explicar pois não são tão altas como o Evereste, e, no entanto, é suposto terem várias centenas de milhões de anos.  Se a erosão tem estado a actuar todo este tempo, estas montanhas não deviam existir.
    A erosão é também um problema para as superfícies terrestres planas que são consideradas muito antigas.  Estas superfícies estendem-se por grandes áreas e, no entanto, apresentam poucos ou nenhuns sinais de erosão.  Para além disso, não apresentam indícios de terem tido qualquer outras camadas por cima delas.  Um exemplo encontra-se na ilha Kangaroo (Austrália do Sul) com 140 km de comprimento e 60 km de largura.  Diz-se que a sua superfície tem pelo menos 160 milhões de anos, com base no conteúdo fóssil e na datação radioactiva.  Contudo é extremamente plana na maior parte da sua área.  O terreno é virtualmente o mesmo como quando foi sublevado - a erosão quase que não actuou na superfície exposta.  Como foi possível que se mantivesse tão plano durante tanto tempo sem ser erodido por 160 milhões de anos de chuva?
    Porque é que ainda existem montanhas se estão a ser erodidas tão rapidamente?  Porque é que tantos terrenos, alegadamente velhos, não apresentam sinais de erosão?  A resposta simples é que eles não são tão velhos como se reivindica, mas "novos" de acordo com o relato bíblico.  Contudo, isto não é filosoficamente aceitável para os geólogos evolucionistas, pelo que se procuram outras explicações - em vão.
    Por exemplo, sugere-se que ainda existem montanhas porque a sublevação está a substituí-las constantemente a partir das zonas inferiores.  Consequentemente, as montanhas teriam sido erodidas e substituídas muitas vezes ao longo de 2, 5 biliões de anos.  Contudo, apesar da sublevação estar a ocorrer em zonas montanhosas, este processo de sublevação e erosão não poderia continuar por muito tempo sem que todas as camadas de sedimentos fossem removidas.  Não seria portanto de esperar encontrar qualquer sedimento antigo nas zonas montanhosas se elas foram erodidas e substituídas várias vezes.  No entanto, surpreendentemente, sedimentos de todas as idades, novos e velhos (segundo os métodos de datação evolucionistas) estão preservados nas regiões montanhosas.  A ideia de uma renovação contínua através da sublevação não resolve o problema.
    Também foi sugerido que no passado o clima era muito mais seco (porque menos água implicaria menos erosão).  Contudo esta ideia vai contra o que é conhecido.  Na realidade o clima era mais húmido, como se deduz da abundância de vegetação luxuriante no registo fóssil.
    A história do "lento e gradual", sugerida pelo médico escocês Hutton há 200 anos, não faz sentido.  Os adeptos da "Terra velha" defendem que os continentes têm mais de 2,5 biliões de anos, no entanto, usando as suas próprias suposições, os continentes teriam sido totalmente erodidos no espaço de 10 milhões de anos.  De notar que 10 milhões de anos não é a idade estimada dos continentes. Antes, põe em realce a falência das ideias uniformitaristas. (Walker 2000)
    Os continentes ter-se-iam erodido cinco vezes desde o tempo dos dinossauros.  Como é que ainda encontram os seus ossos em terra?
http://creation.com/eroding-ages


     
 

Suposta extinção dos dinossauros

Prazo para a erosão completa dos continentes

65 milhões de anos

10 milhões de anos

     










Migração do chumbo / hélio a partir do zircão          

Em meados de 1981 o Dr.Gentry teve conhecimento de uma sondagem com 4.500 m feita numa formação granítica pelo Departamento de Energia no Novo México nos finais dos anos 70.  O objectivo era o de explorar a possibilidade de usar a rocha a altas temperaturas no fundo da sondagem para gerar energia a vapor.
    Secções do testemunho foram retiradas em cinco profundidades diferentes, desde 900 m até à volta de 4.500 m durante a operação de perfuração.  Casualmente, cada um destes testemunhos de granito continham muitos pequenos cristais do mineral radioactivo zircão.  O elemento chumbo é o produto final das cadeias de decaímento do urânio e do tório (daí ser conhecido como chumbo radiogénico).  Visto que os cristais de zircão possuem pequenas quantidades de tanto urânio como tório, originar-se-á uma acumulação constante deste elemento nos zircões localizados na superfície terrestre.  Isto é, o chumbo separa-se do zircão por difusão muito lentamente às temperaturas superficiais.  Aumentando a profundidade, no entanto, a temperatura eleva-se consideravelmente, e o chumbo separa-se do zircão muito mais rapidamente.       
    Coloca-se então a questão da idade.  Se os granitos do Novo México têm mais de um bilião e meio de anos, como supõe a geologia uniformitarista, durante este tempo quantidade consideráveis de chumbo ter-se-iam separado dos zircões extraídos dos testemunhos mais profundos (maiores temperaturas) da sondagem.  De facto, neste cenário, a quantidade de chumbo deveria decrescer constantemente com o aumento da profundidade (devido ao aumento constante da temperatura).  Contudo, se a terra tiver apenas alguns milhares de anos, seria apenas de esperar uma perda insignificante de chumbo.  Neste caso, a quantidade de chumbo radiogénico nos zircões deveria ser o mesmo independentemente da profundidade.  Aqui tínhamos um teste bem definido.
    Os resultados das investigações do grupo do Dr.Gentry foram conclusivos.  Descobriram que os cristais de zircão radioactivo extraídos dos testemunhos de granito não tinham essencialmente perdido nenhum do seu chumbo radiogénico, mesmo no fundo da sondagem onde as temperaturas eram as mais elevadas.  Estamos perante provas excepcionalmente fortes de que a suposta idade de 1, 5 biliões de anos para estes granitos está drasticamente errada.  Em particular, os dados são consistentes com uma idade da terra de vários milhares de anos.  No entanto, o Dr.Gentry partiu do princípio que estas surpreendentes implicações quanto a uma terra jovem nunca passariam um exame pelos seus pares se fossem mencionados claramente num relatório submetido para publicação.  Teriam de ser desvalorizados e colocados em segundo plano em relação às implicações quanto aos resíduos nucleares (o trabalho atribuído ao Dr.Gentry) de modo a que fossem alguma vez publicados.   
    O relatório foi entregue para publicação e posteriormente publicado na revista Science 216, 296.  (Gentry 1992, 163)
    Um outro relatório quanto à segurança de resíduos nucleares de longo prazo armazenados em granitos ficou completo mais tarde e foi publicado na revista Geophysical Research Letters 9, 1129.  O Dr.Gentry e dois colegas analizaram de novo zircões microscópicos extraídos das mesmas cinco profundidades do estudo quanto à retenção de chumbo.  Contudo, nestas experiências os zircões foram analisados quanto ao seu conteúdo no gás raro hélio.  Estas experiências forneceram provas ainda mais fortes para uma idade da terra de alguns milhares de anos do que os estudos feitos sobre a retenção de chumbo.
    Para compreendermos isto teremos que saber que as partículas alfa emitidas durante o decaímento radioactivo do urânio e do tório, não são, na realidade, mais do que átomos de hélio a que foram retirados os seus electrões.  Daqui resulta que o hélio é produzido sempre que existirem urânio ou tório.  Esta é a fonte do hélio nos zircões.  Contudo, sendo um gás, isto significa que o hélio se difunde ou migra muito mais rapidamente do que o elemento sólido chumbo.  De facto, estudos demonstraram que o hélio migra para fora dos vários minerais, como o zircão, mesmo à temperatura ambiente.  Devido a esta perda contínua, os cientistas deixaram de utilizar o conteúdo em hélio para o cálculo da idade radiométrica dos zircões encontrados na ou perto da superfície terrestre.  Por isso, de acordo com o modelo evolucionista, não teria sentido tentar medir o conteúdo de hélio dos zircões retirados das zonas mais profundas da sondagem.  Presumivelmente quase todo o hélio deveria ter migrado para fora dos minúsculos zircões durante o bilião ou mais anos em que estiveram expostos às temperaturas mais elevadas nas grandes profundidades.
    Contudo, com base no meu modelo da Criação, esperava encontrar algo diferente.  Este modelo baseia-se na ocorrência de halos de polónio primordial nos granitos precâmbricos como prova de que todas estas rochas foram criadas no 1º dia da semana da Criação, à volta de 6000 anos atrás.  Com base neste raciocínio pensei que o hélio poderia ainda estar retido nos zircões extraídos dos testemunhos graníticos mais profundos.  Tínhamos perante nós um dos testes mais claros e convincentes sobre os modelos criacionista e evolucionista no que diz respeito à idade da terra.
    As experiências  demonstraram uma retenção de hélio espantosamente alta mesmo a 197ºC, directamente em contradição com as expectativas baseadas no modelo evolucionista para a história da terra.  Estes resultados surpreendentes constituem uma forte prova a favor de uma idade da terra de alguns milhares de anos em oposição a biliões de anos.  (Gentry 1992, 169)












Campo magnético da terra

A terra possui um campo magnético à sua volta, apontando na direcção norte-sul, apenas com um desvio de 11,5 º.  É uma característica muito útil do nosso planeta: permite a navegação por compasso, e também nos protege de partículas perigosas vindas do sol.  Também é uma evidência forte de que a terra tem de ser tão jovem como a Bíblia ensina.  Na década de 70, o professor de física Dr.Thomas Barnes reparou que medições feitas desde 1835 mostravam que este campo estava a decair 5% por século (medições arqueológicas mostram também que o campo era 40% mais forte do que hoje no ano 1.000 a.C.).  Barnes calculou que a corrente não poderia estar a decair há mais de 10.000 anos, ou então a sua potência original seria tão grande que derreteria a terra.  Este modelo é, óbviamente, incompatível com os milhares de milhões de anos necessários aos evolucionistas (Creation 20(2):15 March-May 1999)


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Bibliografia

Gentry, Robert V. 1992. Creation’s Tiny Mystery, 3rd Ed. Earth Science Associates, Tennessee, USA, 363 pp
Taylor, Paul S. 1989. The Great Dinosaur Mystery and the Bible. Chariot Victor Publ., 63 pp









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Catástrofe e não processos lentos
Coluna geológica
Não é preciso M de anos      
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