Origem do homem



Homo habilis
coexistência de hominídeos
Australopithecus não é intermediário
coexistência de homem com australopiteco
gigantismo
linguagem
taxa de crescimento da população
princípios morais




Homo habilis

Em relação à famosa caveira de Homo habilis KNM-ER 1470, descoberta por um dos membros da equipe de Richard Leakey, Tim Bromage, que estuda desenvolvimento facial no Hunter College de Nova Iorque, diz: "Um dos mais completos (e mais conhecidos) dos espécimes mais primitivos de Homo é ER 1470, um crânio e face fósseis com 1,9 milhões de anos encontrados a oriente do Lago Turkana, no norte do Quénia.  Quando foi reconstruído pela primeira vez, a face foi ajustada ao crânio numa posição quase vertical, muito parecido com a face do homem moderno.  Mas estudos recentes das relações anatómicas mostram que em vida a face ressaltaria consideravelmente, criando um aspecto simiesco, parecido com as faces dos Australopithecus. (Bromage 1992)
    Portanto, a reconstrução do crânio e face do KNM-ER 1470 apresentada no National Geographic, revistas científicas e jornais no mundo inteiro estava na realidade incorrecta e deu uma parecência humana e não simiesca do espécime. (Gish 1995, 268)











Coexistência de hominídeos

Analisando a tabela inclusa pode-se notar que o Australopithecus africanus aparece numa extensão temporal de 3 ma e geográfica de vários milhares de Km, no entanto não apresentando variação na capacidade craniana ou na morfologia em geral, pelo que são agrupados numa só espécie.  Também se pode observar uma significativa sobreposição nas idades atribuídas aos Australopithecus e aos designados Homo habilis, e, na realidade, entre o Australopithecus africanus e o Homo erectus.
    Embora sendo conhecida a sua convicção evolucionista, Stephen J. Gould, paleontologista da Universidade de Harvard, faz a seguinte afirmação em relação a este estado das coisas: "Em que é que se transformou a nossa escada evolucionária tendo em consideração a coexistência de três linhagens de hominídeos (A.africanus, os australopitecinos robustos e H.habilis), nenhuma delas sendo claramente derivada da outra?  Mais ainda, nenhuma das três apresenta qualquer tendência evolutiva durante a sua presença na terra: nenhuma desenvolveu um cérebro maior ou se tornou erecta à medida que se aproximavam da época presente (Gould 1976).  Gould acredita que a velha ideia duma evolução em linha recta, em que as várias criaturas fósseis representam os degraus duma escada levando ao homem está errada, e que a imagem correcta será mais como um arbusto com uma série de ramos paralelos.  Mas continua sem resposta o que deu origem ao arbusto, assim como e qual a razão para a evolução acontecer aos saltos.
    O facto de criaturas classificadas como Homo serem contemporâneas dos australopitecinos já é conhecido há algum tempo.  Richard Leakey e Alan Walker, por exemplo, afirmaram que "Há evidência na Àfrica Oriental de pequenos indivíduos sobreviventes recentes do género Australopithecus, que eram contemporâneos, primeiro com o H.abilis e depois com o H.erectus. (Leakey 1980)  Louis Leakey tinha relatado há mais de duas décadas atrás a existência contemporânea de Australopithecus, Homo habilis e Homo erectus, dos quais tinha encontrado fósseis no Leito II do desfiladeiro de Olduvai.  Um facto extremamente surpreendente e muito difícil de assimilar pelos evolucionistas foi a reinvindicação de Louis Leakey de ter encontrado os restos de uma habitação circular de pedra no fundo do Leito I (Kelso 1970, 221; Leakey 1971, 272).  A construção deliberada deste tipo de abrigos há muito foi atribuída exclusivamene ao Homo sapiens, e pode ser observada em África ainda hoje.
    Se os Australopithecus, Homo habilis e Homo erectus foram contemporâneos, como pode algum ter sido ancestral do outro?  E como é possível que alguma destas criaturas fosse antepassado do homem, quando artefactos humanos são encontrados a um nível inferior ao destes supostos antecessores do homem?  Se os factos relatados por Leakey são correctos, então é óbvio que nenhuma destas criaturas poderia ser um ascendente do homem, o que deixa a árvore genealógica humana totalmente despida de ramos.  Certamente que será de eliminar o Homo habilis, o que quer que tenha sido, e todos os australopitecinos da linhagem antecessora do homem. (Gish1995, 268-271)

 



CVE03_homem_tab_Gish.png









 



Australopithecus não é intermediário

Em 1994 Kimbel, Johanson e Rak relataram a descoberta de 53 espécimes de Australopithecus afarensis da Formação de Hadar na Etiópia (Kimbel 1994), o local onde tinha sido encontrada a "Lucy".  Entre estes fósseis encontra-se um crânio quase completo de um macho adulto.
    É grosseiramente semelhante a um macaco.  Também foi descoberta a ulna (osso do antebraço) mais completa de Australopithecus descoberta até agora e um úmero (osso do braço superior (upper arm (?)).  O comprimento relativo do antebraço comparado com a braço superior, o índice (?) ulna/úmero, é de 91% (o de "Lucy" era ainda maior, 92,5%).  Isto é muito mais próximo do chimpanzé (95%) do que do humano (80%).  Estas criaturas simiescas tinham não apenas antebraços compridos e poderosos e membos posteriores semelhantes aos macacos, como também dedos compridos e encurvados tanto nas mãos como nos pés.  Dedos compridos e encurvados foram feitos para deslocação nas árvores, para agarrar os ramos, e não para andar no chão.
    No seu livro The Making of Mankind, publicado em 1981, Leakey disse (p. 71) que "podemos agora dizer em definitivo que os australopitecinos andavam erectos".  Contudo, num artigo publicado na New Scientist de Março de 1982, o mesmo autor diz que os paleontólogos desconhecem se o Australopithecus andava em pé.  "Ninguém encontrou até hoje um esqueleto com crânio."  No mesmo artigo é também citado como tendo dito que "estou estonteado só de pensar que há apenas um ano atrás fiz as afirmações que fiz." (R.E.F.Leakey, citado por Jeremy Cherfas, New Scientist 93:695 (1982))(Gish 1995, 244-250)
    Charles Oxnard (1975), da Universidade de Chicago, levou a cabo análises estatísticas multivariadas duma série de ossos de Australopithecus, incluindo pélvis, ancas, pé, cotovelo e mão, e comparou-os com os ossos correspondentes do macaco e do homem.  A conclusão a que chegou é a de que a análise mostra que o Australopithecus não era intermediário entre homem e macaco mas era singularmente diferente.  O Australopithecus era, de facto, tão diferente do homem e dos macacos como estes são um do outro.
    Um outro investigador conceituado nesta área da análise objectiva através de técnicas estatísticas computorizadas é Sir Solly Zuckerman.  Ele comparou 48 parâmetros dentários dos Australopitecinos Swartkrans com 80 chimpanzés, 90 gorilas, e 50 orangotangos, e os resultados mostram que estes fósseis eram mais semelhantes aos macacos que ao homem (Ashton 1950)(Taylor 1996, 254).









Coexistência de homem com australopiteco

As pegadas de Laetoli: Laetoli é um local na Tanzânia 40 km a sul do desfiladeiro de Olduvai.  A viúva de Louis Leakey (falecido em 1972), Mary Leakey, iniciou trabalhos neste local em 1974.  Muitos fósseis intitulados de hominídeos foram encontrados pela sua equipe.  Em 1976 encontraram pegadas de animais e em 1977 foram encontradas pegadas que se dizem ter sido feitas por uma criatura que andava de pé, numa maneira humana.  No livro de Johanson e Edey "Lucy, the Beginnings of Mankind", White diz: "Não há dúvidas, ... São iguais a pegadas do homem actual.  Se aparecesse uma na areia de uma praia californiana e perguntassem a um rapazito de 4 anos, ele diria imediatamente que alguém tinha andado ali.  Nem ele nem você conseguiriam distingui-la de uma centena de outras pegadas na praia (p.250)."  Num artigo publicado na Science white escreve: "As pegadas não erodidas tem um padrão morfológico idêntico ao existente no homem moderno... Observações e experiências preliminares sugerem que as marcas de hominídeo de Laetoli no "site G" não são substancialmente distintas de modernas pegadas humanas feitas num substrato idêntico. (White 1980)
    Outros pensam da mesma maneira.  Depois de considerável investigação destas pegadas por vários paleoantropologistas, Tuttle afirma que "Em conclusão, as pegadas com 3,5 milhões de anos no "site G" de Laetoli são semelhantes às de modernos seres humanos descalços.  Nenhuma das suas feições aponta para que os hominídeos de Laetoli sejam menos capacitados para o bipedismo do que nós.  Se não se conhecesse que as pegadas G são tão antigas, prontamente concluiríamos que teriam sido feitas por membros do nosso género Homo ...  De qualquer forma, devemos por de parte a suposição incorrecta de que as pegadas de Laetoli forma feitas pela espécie de Lucy, os Australopithecus afarensis."  Claro que Tuttle não considera a hipótese de uma criatura da espécie Homo sapiens ter originado estes rastos porque, como todos os evolucionistas, ele crê que elas têm 3,7 milhões de anos, isto é, 3,5 milhões de anos antes do aparecimento do homem moderno.
    Pegadas de antílopes, porcos, girafas, elefantes, rinocerontes, lebres, avestruzes e de outros animais foram encontradas em Laetoli.  Ao ver as concepções artísticas sobre o que se passou, deparamos com imagens de girafas para as pegadas de girafa, elefantes para as pegadas de elefante, avestruzes para as pegadas de avestruz, etc..  E seres humanos para as pegadas humanas?  Não, não!  Em relação às pegadas humanas vemos uma criatura sub-humana, meio macaco e meio homem.  Enquanto que os evolucionistas aceitam que uma girafa deve ter originado as marcas de girafa, um elefante deve ter originado as marcas de elefante, etc., as suas ideias preconcebidas sobre evolução e sobre a idade destas formações não lhes permitem aceitar que um ser humano tenha feito as pegadas humanas.  Os criacionistas, aceitando os factos evidentes revelados pelas provas científico-empíricas, acreditam que as marcas foram feitas pelo homem moderno - Homo sapiens.  É, portanto, o criacionista que faz o papel de empírico, deixando as provas falar por si próprias, enquanto o evolucionista acomoda os factos de modo a ajustarem-se às suas teorias preconcebidas. (Gish 1995, 274)









Gigantismo

Os restos de indivíduos com 3,5 m e mais foram desenterrados em muitos locais do mundo.  O facto de os principais museus não terem todos esqueletos de gigantes humanos em exposição destacada deverá fazer-nos interrogar porquê.  Pessoalmente julgo que o evolucionismo tem de tal maneira dominado o seu pensamento que qualquer facto que não esteja de acordo com esta teoria é ignorado.  Visto que um museu ou universidade normalmente sabe que os gigantes darão credibilidade à Bíblia, ignoram-nos!  O gigantismo é um argumento contra a evolução mas a típica velha história evolucionista quer que todos acreditem que tudo, incluindo o homem, vieram de pequeninos antepassados de algum tipo.  Mas o gigantes iriam confundir esta ideia, da mesma maneira que o faz no caso dos animais fósseis.  (Taylor 1999, 66)













Linguagem

Conhece-se a escrita há aproximadamente 5.000 anos e nota-se uma tendência interessante, embora pouco mencionada.  "Em contraste com o curso geral da evolução, as várias linguas vão do complexo para o simples" (Kluckhohn 1949, 149).  Um outro perito linguístico, Elgin, é ainda mais específico ao dizer, "As línguas mais antigas, para as quais possuímos registos escritos ...sânscrito, por exemplo ...são muitas vezes mais intricadas e complicadas nas suas formas gramaticais do que muitos idiomas contemporâneos" (Elgin 1973, 44).  Esta tendência é também reconhecida, por exemplo, pelo facto de Shakespeare ser incluído no ensino secundário inglês como um exemplo da língua inglesa no seu melhor.  O declínio é evidente ao compararmos os escritores actuais com os de há um século atrás.  O significado destas observações é que, considerando o período para o qual possuímos registos escritos, os dados apoiam a ideia tradicional de que o homem tem decaído em vez de evoluido.  Mas 5.000 anos é apenas uma gota de água no oceano comparado com dois milhões de anos, para quem acredite nos métodos de datação radiométricos.... (Taylor 1996, 255)









Taxa de crescimento da população        

Há meio século atrás, o professor Williams do Franklin College, Ohio, publicou o livro "The Evolution of Man Mathematically Disproved".  Ele demonstrou através dos cálculos mais cuidadosos que se o primeiro casal humano tivesse vivido há 100.000 anos atrás - alguns evolucionistas dizem 2 milhões de anos ou mais - a população actual do mundo (com uma taxa de natalidade de apenas 10% da actual) seria agora de 4.660.210.253.138.204.000; ou seja 2,5 biliões de vezes mais pessoas que as actuais! (Good Thots 1987, 726)
    A taxa de crescimento anual da população é de 2 porcento (1985).  Se a população aumentasse apenas 0,5 porcento anualmente durante um período de um milhão de anos, o número de pessoas na geração actual excederia 102100, um número que é uma total impossibilidade (o número de electrões que se poderia comprimir em todo o universo é de 10130).
    Apesar de ser verdade que o modelo evolucionista pode ser modificado a partir de várias suposições de modo a encaixar nas estatísticas populacionais conhecidas, também é verdade que o modelo criacionista ajusta-se aos dados directamente, sem necessitar de modificação.  Mesmo que se assumisse uma crescimento populacional tão lento de modo a que apenas atingisse 3,5 biliões no espaço de um milhão de anos, também é verdade que pelo menos 3.000 biliões de pessoas teriam vivido e morrido na terra no último milhão de anos.  Por isso, é incrível que haja uma escassez tão grande de vestígios fósseis e culturais do homem antigo como é o caso actualmente. (Morris 1998, 169)


CVE03_crescimento_pop.png







Princípios morais

Como é que um processo aleatório, impessoal e amoral como a evolução produziu um animal complexo com consciência e princípios morais?  Hoagland, um cientista social e não um cientista da natureza, diz simplesmente:
    “Mas o próprio homem e o seu comportamento são o produto de simples mutações fortuitas e da acção da evolução sobre elas através da selecção natural.  A selecção natural sem objectivo produziu comportamento humano intencional, o qual, por sua vez, produziu comportamento intencional nos computadores.” (Hoagland 1964, 111)
    Podemos acreditar, mas será que fazer uma afirmação a torna verdadeira?  É isto ciência, onde os efeitos necessáriamente têm uma causa adequada, ou é acreditar em magia?  Se uma pessoa quer acreditar que os nossos desejos podem produzir cavalos, e que partículas chocando umas com as outras em movimento aleatório irão, com tempo, produzir comportamento consciente, emocional, volitivo, moral, religioso, então essa crença pode ser adoptada como um artigo de fé.  Mas não temos o direito de chamar ciência a fantasias e inculcá-las nas mentes dos jovens em nome da ciência!
    O modelo evolucionista está em sarilhos se tiver de explicar a natureza moral e religiosa do homem através de clichés sem sentido como os de Hoagland e Dewey.  Contudo estes senhores são líderes reconhecidos no campo da evolução psicosocial e se pesquisarmos a literatura não encontraremos nada melhor.
    Mas o que é que nos diz o modelo criacionista?  O modelo criacionista postula a existência de um Criador omnipotente, omnisciente, pessoal, com um propósito e com moralidade, que criou todas as coisas, incluindo o homem.  Diferentemente do modelo evolucionista, o modelo criacionista reconhece a lei científica da causa-efeito.  O Criador, a Primeira Causa, é, óbviamente capaz de criar o homem como um ser religioso, com inteligência, propósito e motivação ética.  O modelo criacionista ajusta-se a todos os factos observados, directamente e sem dificuldade ou equívoco.
    De facto tem sido demonstrado que o modelo criacionista, junto com o modelo cataclísmico, se ajusta a todos os factos reais em todos os campos da ciência e todos os aspectos da experiência com um grau muito maior de correlação do que o modelo evolucionista.  Nenhum deles pode ser em última análise provado ou refutado, visto que a história antiga é não-observável e não-repetível, mas o criacionismo ajusta-se aos factos do mundo real mais directamente e com mais naturalidade do que o evolucionismo com temos tentado demonstrar. (Morris 1998, 200)







Bibliografia

Morris, Henry M.  1998.  The Genesis Record. Baker Book House, Grand Rapids, USA, 716 pp

Taylor, Ian T.  1996. In The Minds of Men – Darwin and the New World Order, 3rd ed.  TFE Publishing, Minneapolis, EUA, 498 pp




 

Notícias

noticiasoferta.png

Procura
Criação Vs Evolução


Introdução           
Origem do universo
Origem da vida
Origem do homem 
Datações
O mundo não pode ter M de anos
Catástrofe e não processos lentos
Coluna geológica
Não é preciso M de anos      
Afinal era mentira...   
         
Bibliografia


Fruto Eterno

 

Mapa de tráfego
Contacto

correio.jpg

©2017, BlogTok.com | Plataforma xSite. Tecnologia Nacional