Origem da vida


ORIGEM DA VIDA - NÃO HÁ EVIDÊNCIA DE EVOLUÇÃO

           

   
 ausência de fósseis de transição  FÓSSEIS, ausência de fósseis de transição
 Archeopteryx                
 FÓSSEIS, ausência de fósseis de transição
 a pena (em tradução)  FÓSSEIS, ausência de fósseis de transição
 celecanto  
 FÓSSEIS, fósseis vivos
 cyanobacteria  FÓSSEIS, fósseis vivos
 complexidade - nenhuma tendência 
 FÓSSEIS, complexidade - nenhuma tendêncial
 impossibilidade de ger. espontânea 
 BIOLOGIA
 Lupinus angustifolius  BIOLOGIA, perda de informação
 pombos 
 BIOLOGIA, micro e não macroevolução
 tentilhões 
 BIOLOGIA, micro e não macroevolução
 mosquitos 
 BIOLOGIA, micro e não macroevolução
 célula simples?  BIOLOGIA complexidade - est. impossível
 selecção natural? 
 BIOLOGIA
 código genético  GENÉTICA, complexidade - estatíst/impossível
 DNA / RNA  GENÉTICA, complexidade - estatíst/impossível
   
 Bibliografia  


       

               
   
Ausência de fósseis de transição

Ausência de fósseis de transição: o Field Museum of Natural History (E.U.A.) tem uma das maiores colecções de fósseis do mundo, representando, diz-se,  20% de todas as espécies fósseis conhecidas.  O Dr.David Raup, conservador da secção de geologia do museu, está, provavelmente, em boa posição para resumir a presente situação: "Estamos agora 120 anos passados sobre Darwin e o conhecimento do registo fóssil teve uma grande expansão; conhecemos 250.000 espécies fósseis, mas a situação não mudou muito.  O registo da evolução continua surpreendentemente repleto de hiatos e, irónicamente, possuímos ainda menos exemplos de transição evolucionária do que no tempo de Darwin.  Quero com isto dizer que alguns dos casos clássicos, como o da evolução do cavalo na América do Norte, tiveram de ser postos de lado ou modificados, devido à existência de informação mais detalhada." (Taylor 1996, 151)
    O próprio Darwin já tinha escrito: "O registo geológico é extremamente imperfeito e este facto explica, em grande parte, porque não encontramos intermináveis variedades [transições] fazendo a ligação entre todas as formas de vida extintas e viventes através de passos finamente graduados.  Quem rejeitar esta visão da natureza com base no registo geológico poderá, com razão, rejeitar toda a minha teoria" (Taylor 1996, 165)
    Seria de esperar que durante os vários milhões de anos necessários, segundo a teoria da evolução, para a transição entre, por exemplo, o peixe e o primeiro anfíbio, surgissem milhares de criaturas fósseis em todos os estádios mostrando a progressão da barbatana para a pata.  Até hoje nenhum apareceu.
    Outros exemplos:

Morcego

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"Os morcegos são os mais especializados dos mamíferos modernos.  Todos são voadores consumados, e os insectívoros Microchiroptera possuiem um sonar muito desenvolvido que lhes permite capturar insectos durante a noite.  Do mesmo modo que os pterossauros, a estrutura voadora dos morcegos já estava bem desenvolvida quando apareceram pela primeira vez no registo fóssil.  O esqueleto mais antigo, Icaronycteris, do Eocénico inferior, é quase indistinguível dos morcegos actuais." (Carroll 1988, 463)


Mamíferos

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George Gaylord Simpson, o paleontologista evolucionista mais conhecido do mundo, no seu livro "Tempo and Mode in Evolution", na secção intitulada "Grandes Descontinuidades Sistemáticas no Registo", afirma que em nenhuma parte do mundo existe um vestígio de um fóssil que faça a ligação entre Hyracotherium, que muitos evolucionistas consideram ser o primeiro cavalo, e a sua suposta ordem ancestral Condylarthra.  Continua dizendo: "Isto é verdade para todas as trinta e duas ordens de mamíferos.... Os mais antigos e mais primitivos membros conhecidos de cada ordem já possuem os caracteres ordinais básicos, e, em nenhum caso, se conhece uma sequência contínua aproximada de uma ordem para outra.  Na maioria dos casos a ruptura é tão abrupta e a lacuna tão grande que a origem da ordem é especulativa e muito controversa."  Mais adiante (p.107): "Esta ausência regular de formas de transição não está confinada aos mamíferos, mas é um fenómeno quase universal, como já há muito foi notado pelos paleontologistas.  É verdade para quase todas as ordens de todas as classes de animais, tanto vertebrados como invertebrados.  A fortiori, também é verdade para as classes e para os principais fila animais, e também, aparentemente, para categorias análogas de plantas."



- angiospérmicas: a origem das plantas com flor (angiospérmicas), a que Darwin chamou de "mistério abominável", é ainda hoje, para os evolucionistas, um mistério abominável.  As plantas com flor apareceram em cena com uma variedade estonteante.  Quarenta e três famílias de angiospérmicas aparecem de repente sem nenhum traço de antepassados ou de formas intermédias.  Olson diz: "Um terceiro aspecto fundamental do registo é de alguma maneira diferente.  Muitos grupos novos de plantas e animais aparecem de repente, aparentemente sem nenhum precursor próximo.  A maioria dos principais grupos de organismos - phyla, subphyla, e até as classes - apareceram desta maneira... O registo fóssil, origem do problema, não nos dá uma grande ajuda na sua solução...  A maior parte dos zoólogos e a maioria dos paleontologistas entendem que os hiatos e o surgimento abrupto de novos grupos pode ser explicado devido ao registo não ser completo.  Alguns paleontologistas estão em desacordo e consideram que esta situação aponta para acontecimentos que não coincidem com a teoria e que não acontece com os organismos vivos." (Olson 1965, 94; Gish 1995, 337)



- tartarugas: extensos depósitos fósseis de tartarugas indo até ao Triássico foram encontrados à volta do mundo, incluindo Alemanha, Índia, Tailândia, África do Sul, América do Norte e China. A tartaruga mais antiga conhecida, chamada de Proganochelys e descoberta na Alemanha na década de 1880, foi datada pelos evolucionistas em 210-220 milhões de anos. O espécime tinha uma casca com 60 placas de vários tamanhos e uma carapaça de até 1 m de comprida. O seu esqueleto era “característico das tartarugas – carapaça, plastão, cintura escapular no interior da caixa torácica (único entre os vertebrados).
    Esta tartaruga essencialmente aquática possuía “vértebras cervicais com apófises acuminadas, espinhosas, bem desenvolvidas – tornando impossível que a tartaruga retraísse a sua cabeça” para se proteger. A maior parte das tartarugas conhecidas conseguem retrair a sua cabeça (uma grande excepção são as tartarugas marinhas). Nenhuma forma intermediária entre estas primeiras tartarugas “e qualquer outro réptil, vivo ou extinto” foi alguma vez descoberta:
    “Com o Proganochelys, a nossa trilha até ao passado congela. Não sabemos de onde veio. Podemos não estar muito mais perto de o saber hoje do que estavamos há mais de um século atrás, na década de 1880, quando o Proganochelys foi descoberto pela primeira vez... as escolhas possíveis para a tartaruga original abarcam quase a totalidade da classe dos répteis, vivos e extintos.”
    O Proganochelys “literalmente surge repentinamente no registo fóssil como uma tartaruga completamente formada”. Além disso todo o plano corporal queloniano “aparece no registo fóssil sem intermediários, e a relação entre as tartarugas e outros grupos amnióticos não é seguro.” Gilbert et al. concluíram que a “ausência de intermediários ou formas de transição no registo fóssil especilamente quando o registo fóssil está emparelhado com as novidades no desenvolvimento e anatomia evidenciadas pelas tartarugas, demonstra que as tartarugas apareceram de uma forma saltacionista. O falecido e bem-conhecido paleontólogo George Gaylord Simpson enfatizou um facto bem conhecido de que o registo fóssil da maioria dos taxa, incluindo as tartarugas, “... aparecem abruptamente. ... É conhecida uma grande quantidade de sequências de duas ou poucas espécies que temporariamente se aproximam gradualmente, mas mesmo neste nível a maioria das espécies aparece sem antepassados imediatos conhecidos e as sequências verdadeiramente longas, perfeitamente completas de numerosas espécies são extremamente raras.
    O abundante registo fóssil das tartarugas apoia a conclusão de que as tartarugas se mantiveram “imutáveis durante pelo menos 150 milhões de anos”. Flank conclui que “os fósseis de tartarugas são encontrados mais frequentes do que outros animais de tamanho similiar, e a história evolucionista da tartaruga moderna é bastante bem conhecida” excepto para os antepassados mais antigos e, em resultado, “a ascendência exacta das tartarugas viventes é disputada entre os paleontólogos.”
    [Conclusão:] As tartarugas são uma forma de vida ideal para aquilatar a evidência quanto à evolução, não apenas porque as suas cascas são facilmente preservadas mas também devido à abundância de tartarugas no registo fóssil. Contudo, nunca foi encontrada qualquer evidência em apoio da evolução das tartarugas a partir de um antepassado não-tartaruga, apesar de mais de um século de explorações exaustivas e da identificação de muitos milhares de fósseis.
    “As tartarugas são tão diferentes de qualquer outro réptil que as suas peculariedades são praticamente inúteis como guia para distinguir entre potenciais antepassados, e a origem das tartarugas mantém-se como uma das grandes questões por responder da biologia evolucionista... as escolhas possíveis para a tartaruga original abarcam quase a totalidade do conjunto dos répteis, vivos e extintos.”
    A origem das tartarugas tem sido durante muito tempo, e continua a ser, um importante enigma evolucionário. As tartarugas mais antigas conhecidas eram claramente tartarugas. Visto que as tartarugas aparecem abruptamente no registo fóssil, os dados actuais são consistentes com uma evento de criação seguido por diversificação considerável, junto com degeneração.    
(Jerry Bergman and Wayne Frair. Evidence for turtle evolution? Journal of Creation 21(3) 2007: 24-26)
http://creation.com/evidence-for-turtle-evolution



Mesmo que não acredite na Bíblia, saiba que cientistas sensatos admitem que se os dois ou três milhões de espécies animais ou vegetais que hoje vivem tivessem surgido segundo o que propõe a teoria da evolução, estaríamos enterrados a uma profundidade de mais de dezesseis quilómetros de “elos perdidos” na forma de fósseis em evolução.  No entanto, os evolucionistas reviram o mundo tentando encontrar um!  Quase todos aqueles fósseis que supostamente eram os elos perdidos têm sido desmascarados ou admitidos como fraudulentos, como aconteceu com o “Homem de Piltdown”.
    A teoria da evolução não tem nenhum alicerce em fatos.  Não existe evidência que a sustente.  Nada foi descoberto que a pudesse provar, tal como admitiu uma das suas primeiras defensoras, Margaret Mead, na introdução do seu livro de Antropologia: “Como cientistas honestos devemos admitir que a Ciência ainda não descobriu uma única evidência concreta que prove a teoria da evolução.” (Contato nº 15)



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mightymag.org/




Archaeopteryx

O famoso pássaro fóssil Archaeopteryx, que durante anos foi considerado como uma transição entre répteis e aves, era na realidade um elo final na linha evolucionária, segundo Lianhai Hou, paleontologista do Instituto de Paleontologia e Paleoantropologia de Vertebrados de Pequim.  Este cientista faz parte duma equipe que descobriu dois fósseis novos de aves quase tão antigas como o Archaeopteryx, mas que eram boas voadoras (Creation 18(3):7 June-August 1996)






A pena

(em tradução)








Celecanto

Quando surgiu o fóssil do celecanto, um peixe de 1,8 metros de comprimento, os evolucionistas atribuíram-lhe uma idade de 400 milhões de anos!  Depois desenvolveram as mais variadas teses acerca desse peixe primitivo.  Diziam até que as suas protuberâncias haviam evoluído, durante um milhão de anos, para dar lugar às pernas no caso dos mamíferos.  O celecanto era então, o antepassado dos anfíbios, répteis, aves, mamíferos, etc... e estava extinto há 70 milhões de anos!
    Posteriormente às suas conjecturas, um destes peixes foi apanhado vivo no Oceano Pacífico, ao largo da África do Sul.  Verificou-se então que o celecanto não estava extinto há 70 MA e, para cúmulo, o exemplar capturado era precisamente igual aos dos fósseis encontrados.  Lá estavam as suas protuberâncias, sem terem evoluído para pernas ou qualquer outra coisa!
    Em face de tudo o que se disse sobre o celecanto, qualquer pessoa poderá chegar à seguinte conclusão: ou não houve evolução alguma durante 400 MA e portanto a mesma nunca se processou, ou então essa idade foi exageradamente atribuída ao dito peixe.  Eu creio sinceramente que aconteceram as duas coisas, isto é, não se processou a dita evolução nem o celecanto tem a idade mencionada.
    Se alguém pensa que foi apenas com o celecanto que os evolucionistas exageraram, engana-se redondamente.  Centenas de milhões de anos foram atribuídos a diversos animais e vegetais que existem na actualidade sem qualquer alteração relativamente aos fósseis encontrados.  Por exemplo, os evolucionistas atribuíram 500 MA à língula (animal marino) e ao verme "peripatus".  E que dizer do caranguejo-ferradura e do mamífero africano okapi, aos quais foi atribuída a idade de 300 MA?  O peixe dipnoico australiano e o réptil tuatara foram também datados em 200 MA.  Segundo os evolucionistas, o crocodilo terá entre 160 e 195 MA, a tartaruga 275 MA e o pau-brasil 100 MA.  Os corais foram também datados em 500 MA.  Porém um exame minucioso demonstra quase nenhuma (ou nenhuma) mudança.
    Em face de tudo isto continuamos com as mesmas interrogações.  Afinal onde está a tão apregoada evolução?  Se em centenas de MA não há evolução, quanto tempo será necessário para que a mesma se processe?  (Santos 1988, 27)









Cianobactéria

Até há pouco os evolucionistas não esperavam encontrar qualquer fóssil em rochas que considerassem ter, digamos, três biliões (usamos o formato inglês: biliões de anos; português: milhares de milhões) de anos - a vida ainda não tinha evoluído. Contudo, fósseis de bactérias insistiam em aparecer em rochas cada vez mais “antigas” (nenhuma surpresa para os criacionistas), permitindo cada vez menos “tempo” para a evolução da 1ª vida na hipotética “atmosfera inicial”, isenta de oxigénio. 

Agora uma equipe de cientistas austríacos e suíços analisou uma rocha da região de Pilbara, na Austrália Ocidental, supostamente com 3, 5 biliões de anos, e encontrou cianobactérias fossilizadas. Estas parecem ser indistinguíveis das criaturas idênticas (produtoras de oxigénio) que formam estruturas em forma de tapete chamadas estromatólitos nos bancos de areia da Shark Bay, na costa, a uns 500 quilómetros de distância. (Creation ex nihilo 21(3) 1999, 8)







Complexidade - nenhuma tendência detectada

Uma coisa que a maior parte das pessoas pensa "saber" sobre evolução é que os organismos se tornam mais complexos á medida que evoluem.  Afinal, não foi assim que um organismo unicelular se transformou numa pessoa?
    Há métodos para os evolucionistas tentarem testar esta suposição através dos fósseis.  De acordo com o seu modelo, à medida que subimos através do estratos fossilíferos, eles acreditam que estamos a contemplar milhões de anos desfilando lentamente.  Será então que os fósseis demonstram uma complexidade crescente?  Não estamos a falar sobre ver um réptil num estrato e uma ave num estrato superior e comparar a complexidade.  Numa situação destas seria de qualquer maneira extremamente difícil determinar qual seria objectivamente mais complexo.  
    Vários pesquisadores tentaram analisar os fósseis de criaturas com concha em espiral chamados amonóides, para ver se tipos aparentemente relacionados se tornam mais complexos à medida que subimos nos estratos.  Um outro evolucionista, Dan McShea, da Universidade do Michigão, abordou a mesma questão usando medições detalhadas das espinhas dorsais de muitas criaturas que os evolucionistas julgam representar pares de antecessor-descendente.  O seu objectivo era ver se, para cada caso, e em média, o "descendente" era mais complexo que o "antecessor".
    Qual seria o resultado antecipado pelo criacionista, e porquê?  Obviamente, o suposto par antecessor-descendente seria muito provavelmente pertencente ao mesmo tipo criado, tendo sido enterrados em tempos diferentes durante o Dilúvio.  Não haveria nenhuma razão para qualquer tendência relativamente à complexidade, se fosse analisado um número de pares suficiente.
    E isto foi precisamente o que foi relatado nestes estudos feitos por evolucionistas  nenhuma tendência detectada.
    Não deveria ser uma surpresa para os que entendem que a Palavra do Deus Criador, que tudo sabe, não nos vai intrujar quanto à verdadeira história do universo. (Creation ex Nihilo 20(2) 1998)
"Everybody knows that organisms ... get more complex as they evolve."
"The only trouble with what everyone knows, says McShea, an evolutionary biologist at the University of Michigan, is that there is no evidence it's true."  (Oliwenstein 1993, 22)
 [por numa textbox]







Impossibilidade da geração espontânea



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Louis Pasteur demonstrou em 1862 a impossibilidade da geração espontânea de vida a partir de matéria não viva.  Só Deus tem essa capacidade:
- "Produza a terra erva verde"  (Génesis 1:11 - dia 3)
- "Produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente"  (Génesis 1:20 - dia 5)
- "Produza a terra alma vivente, conforme a sua espécie"  (Génesis 1:24 - dia 6)
- "E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra"  (Génesis 2:7 - dia 6)


A LEI DA BIOGÉNESE

No domínio da biologia, uma das mais aceites e mais utilizadas leis da ciência é a lei da biogénese. Esta lei foi estabelecida há muitos anos para ditar aquilo que tanto a teoria como a evidência experimental mostravam ser verdade entre os organismos vivos — que a vida vem unicamente de vida precedente e se perpetua reproduzindo apenas a sua própria família ou tipo. ::INTRO:: Tal como David Kirk correctamente afirmou: “No final do século XIX, havia um acordo generalizado de que a vida não pode provir de não vivos nas condições actualmente existentes no nosso planeta. A afirmação 'Toda a vida provém de vida preexistente' tornou-se o dogma da biologia moderna, não sendo de esperar que uma pessoa razoável dela discordasse” (1975, p. 7). As experiências que formaram a base última desta lei foram realizadas em primeiro lugar por homens como Francesco Redi (1688) e Lazarro Spallanzani (1799) em Itália, Louis Pasteur (1860) em França e Rudolph Virchow (1858) na Alemanha. Foi Virchow quem documentou que as células não provêm de matéria amorfa, mas unicamente de células preexistentes. A Enciclopédia Britânica declara, relativamente a Virchow, o seguinte: “O seu aforismo ‘omnis cellula e cellula’ (todas as células provêm de células preexistentes) equipara-se ao ‘omne vivum e vivo’ (todas as coisas vivas provêm de coisas vivas preexistentes), de Pasteur, entre as generalizações mais revolucionárias da biologia” (1973, p. 35).

Ao longo dos anos, inúmeros milhares de cientistas em várias disciplinas estabeleceram a lei da biogénese simplesmente como isso — uma lei científica que declara que a vida provém unicamente de vida preexistente e da vida do seu tipo. Curiosamente, a lei da biogénese estava firmemente estabelecida na ciência muito antes da invenção das modernas teorias evolucionistas. Também de interesse considerável é o facto de os estudantes serem consistentemente ensinados nas aulas de biologia do ensino secundário e superior sobre o tremendo impacto, por exemplo, do trabalho de Pasteur, sobre o falso conceito de geração espontânea (a ideia de que a vida surge por si própria, a partir de antecedentes não vivos). Aos estudantes é descrito, em grande pormenor, o cenário histórico de como Pasteur triunfou sobre a “mitologia” e deu à ciência o “seu momento de glória” quando desacreditou o então popular conceito de geração espontânea. Em seguida, mal deixando tempo para respirar, os estudantes são informados pelo professor sobre como começou a evolução através de gerações espontâneas. George Wald, galardoado com o prémio Nobel, comentou esta discrepância do seguinte modo:

Quanto à geração espontânea, continuou a encontrar aceitação até ser finalmente eliminada pelo trabalho de Louis Pasteur — é curioso que, até há bem pouco tempo, os professores de biologia geralmente contavam esta história como parte da introdução dos estudantes à biologia. Terminavam este relato cheios de satisfação com a convicção de que tinham feito uma demonstração expressiva do derrube de uma noção mística pela experimentação científica pura. Em geral, os seus estudantes ficavam tão estupefactos que se esqueciam de perguntar ao professor como é que ele explicava a origem da vida. Teria sido uma pergunta embaraçosa, pois só há duas possibilidades: ou a vida surgiu por geração espontânea, o que o professor tinha acabado de refutar; ou surgiu por criação sobrenatural, o que ele provavelmente considerava anti-científico (1972, p. 187).

Efectivamente, o Dr. Wald está correcto. Os estudantes esquecem-se de perguntar ao professor como é que, se a geração espontânea foi descreditada, a evolução terá começado em primeiro lugar. Este ponto pode ter escapado a alguns estudantes, mas não escapou aos estudiosos evolucionistas, que confessam ter uma certa dificuldade com o problema colocado pela lei da biogénese. Simpson e Beck, no seu livro de biologia, Life: An Introduction to Biology, afirmam que “não há sérias dúvidas de que a biogénese é a regra, que a vida vem unicamente de outra vida, que uma célula, a unidade da vida, é sempre e exclusivamente o produto ou a descendência de outra célula” (1965, p. 144, ênfase acrescentada). Martin A. Moe, escrevendo na edição da Science Digest de Dezembro de 1981, colocou a questão nestes termos que é difícil não perceber:

Um século de descobertas sensacionais nas ciências biológicas ensinou-nos que a vida provém unicamente de vida, que o núcleo governa a célula através dos mecanismos moleculares do ácido desoxirribonucleico (ADN) e que a quantidade de ADN e a sua estrutura determinam não só a natureza das espécies mas também as características dos indivíduos (p. 36, ênfase acrescentada).

Nos últimos anos, porém, alguns evolucionistas sugeriram que aquilo que é vulgarmente referido como a “lei” da biogénese não é de todo uma “lei”, mas apenas um “princípio” ou “teoria” ou “afirmação”. Esta nova nomenclatura está a ser sugerida pelos evolucionistas porque aperceberam-se perfeitamente das implicações da lei da biogénese — não porque tenham sido descobertas contradições ou excepções à lei. É interessante notar que, nos textos de ciência do século XIX, falava-se da biogénese como uma lei. Mas, recentemente, esse termo foi substituído por novos termos que pretendem “suavizar” a força da biogénese sobre os conceitos evolucionários. Uma rosa, contudo, pode ter outro nome mas é sempre uma rosa, segundo diz o adágio. E não pode haver dúvidas de que a biogénese reflecte certamente (para usar as palavras do Dr. Hull) “uma regularidade real na natureza”, uma vez que nunca houve um único caso documentado de geração espontânea! Ainda assim, alguns evolucionistas modernos preferem utilizar um termo diferente quando falam da biogénese. Um dicionário de biologia muito conhecido diz, sob o título “Biogénese, Princípio da ” — “A regra biológica de que uma coisa viva só pode ter origem num ascendente ou em ascendentes no todo semelhantes a si própria. Nega a geração espontânea...” (Abercrombie, et al., 1961, p. 33). Outros se seguiram. Simpson e Beck, no seu texto anteriormente citado, afirmaram: “Consideramos a biogénese como um princípio fundamental de reprodução com base na evidência experimental e também em considerações teóricas” (1965, p. 144, ênfase acrescentada).

R.L. Wysong, na sua obra clássica, The Creation-Evolution Controversy [A controvérsia entre Criação-Evolução], comentou:

O criacionista é rápido a lembrar aos evolucionistas que a biopoese e a evolução descrevem eventos que contradizem descaradamente uma lei estabelecida. A lei da biogénese diz que a vida provém unicamente de vida preexistente, a biopoese diz que a vida surgiu de produtos químicos mortos; a evolução afirma que formas de vida dão origem a formas de vida novas, melhoradas e diferentes, a lei da biogénese diz que os tipos reproduzem unicamente os seus próprios tipos. Os evolucionistas não estão esquecidos desta lei. Questionam-na, simplesmente. Dizem que a geração espontânea foi refutada nas condições dos modelos experimentais de Pasteur, Redi e Spallanzani. Isso, argumentam eles, não impede a formação espontânea de vida em condições diferentes. A esta afirmação o criacionista responde que, mesmo dadas as condições artificiais e as manobras inteligentes das experiências da biopoese, mesmo assim a vida não “se gerou espontaneamente”. ...Até chegar a altura de observarmos a vida a ser gerada espontaneamente, o criacionista insiste que a lei da biogénese continua válida!... Como é possível chamar à biogénese algo inferior a uma lei? (1976, pp. 182-185).

Moore e Slusher, no seu texto, Biology: A Search for Order in Complexity [Biologia: A Procura de Ordem na Complexidade], escreveram: “Historicamente, o ponto de vista de que a vida provém unicamente de vida foi tão bem estabelecido através dos factos revelados pelas experiências que tem o nome de Lei da Biogénese.” Numa nota de pé-de-página, os autores afirmam ainda: “Alguns filósofos chamam a isto um princípio em vez de uma lei, mas trata-se de uma questão de definição e as definições são arbitrárias. Alguns cientistas chamam a isto uma superlei, ou uma lei sobre leis. Independentemente da terminologia, a biogénese tem a categoria mais elevada nestes níveis de generalização” (1974, p. 74, ênfase no original).


REFERÊNCIAS

Abercrombie, M., C. Hickman, and M. Johnson (1961), A Dictionary of Biology (Baltimore, MD: Penguin).
Ackerknect, E.H. (1973), “Rudolph Virchow,” Encyclopaedia Britannica, 23:35.
Balcom, Margaret (1967), The Christian Century, May 3.
Hull, David (1974), Philosophy of Biological Science (Englewood Cliffs, NJ: Prentice-Hall).
Kirk, David (1975), Biology Today (New York: Random House).
McGraw-Hill Dictionary of Scientific and Technical Terms (1978), ed. D.N. Lapedes (New York: McGraw-Hill).
Moe, Martin A. (1981), “Genes on Ice,” Science Digest, 89[11]:36,95, December.
Moore, John N. and H.S. Slusher (1974), Biology: A Search for Order in Complexity (Grand Rapids, MI: Zondervan).
Rall, Harris (1936), Faith For Today (Nashville, TN: Abingdon).
Simpson, G.G. and W.S. Beck (1965), Life: An Introduction to Biology (New York: Harcourt, Brace & World), second edition.
Sullivan, J.W.N. (1933), The Limitations of Science (New York: Viking).
Wald, George (1972), Frontiers of Modern Biology in Theories of Origin of Life (New York: Houghton-Mifflin).
Wysong, R.L. (1976), The Creation-Evolution Controversy (East Lansing, MI: Inquiry Press).

Autor: Bert Thompson, Ph.D.

http://www.apologeticspress.org/article/986










Lupinus angustifolius

Chang-Sha Fang é um cientista, com preparação em patologia de plantas, que trabalha em Perth, Austrália. Chang-Sha sabe que a evolução, como é habitualmente entendida (“germe para gente”) tem que, supostamente, ser capaz de gerar enormes quantidades de nova informação genética que não existiria em nenhum lugar no mundo previamente. Também sabe, com base no seu próprio campo de estudos, que a selecção só pode “escolher” a partir da informação genética que já existe na população. E isto é assim, quer a selecção seja feita artificialmente, através de reprodução selectiva, ou aparece na natureza através de reprodução / sobrevivência diferencial (“sobrevivência do mais apto”).  Não consegue criar nenhuma informação nova. Supõe-se que as mutações, os erros de cópia genéticos o fazem, mas até agora ninguém viu uma sequer das muitas mutações com aporte de informação que deveriam aparecer.
    O caso da domesticação da planta do tremoço, Lupinus angustifolius, é usado por Chang-Sha para demonstrar como a selecção perde informação. A total domesticação desta espécie, combinando o gene adoçante com a vagem não-quebradiça, foi uma das histórias de sucesso para os melhoradores de plantas na Austrália ocidental. Como estas espécies estavam especialmente adaptadas aos terrenos arenosos, os cultivares doces de tremoço em breve se tornaram numa alternativa muito popular de cultura de grão para os agricultores. Infelizmente descobriu-se que os novos cultivares eram susceptíveis à doença da antracnose. Ao seleccionar atributos para a doçura, não-quebramento das vagens e outros atributos de rendimento, perdeu-se a resistência à antracnose.
    De modo semelhante, o carbúnculo da semente de óleo de colza (canola) devastou a indústria na Austrália no início dos anos 70. Para obter os genes resistentes a esta doença, os quais tinham sido perdidos ao seleccionarem-se outros atributos, os melhoradores de plantas na Austrália tiveram que regressar à “população original” da qual se tinha perdido o atributo da resistência - estirpes de semente de colza da Europa.
    Através de “retrocruzamento” com estas plantas europeias, os genes que conferiam resistência ao carbúnculo foram transferidos para os nossos cultivares australianos. “Parece óbvio”, diz Chang-Sha, “que a selecção deita fora informação; não cria nenhuma informação, e por isso é o contrário do que é suposto ter acontecido na evolução dita micróbio-a-ser-humano. Mas muitas pessoas pensam que quando temos um exemplo de algo adaptando-se por selecção, temos um exemplo de evolução. Por isso, nunca é demais chamar a atenção para esta situação.”  (Creation ex Nihilo 24(4) 2002, 35)




Pombos                    

Raciocínio pouco inteligente: os resultados das experiências de Darwin com pombos mostraram claramente que um pombo será sempre um pombo, mas a interpretação de Darwin foi a de que um pombo teria resultado de qualquer outra coisa.... (Taylor 1996, 138)











Tentilhões

A questão da especiação não deixava de incomodar a mente de Darwin desde que este regressou da sua viagem de cinco anos a bordo do "Beagle".  Ao visitar as ilhas Galápagos tinha observado a variação na forma e tamanho dos bicos de uns quantos insípidos tentilhões, existentes apenas nestas ilhas, a 1000 km de distância do continente.  Em algumas ilhas estes pequenos pássaros estavam adaptados ao consumo de sementes e tinham bicos grandes e fortes, enquanto que em outras ilhas alimentavam-se de insectos e possuíam bicos pequenos e afiados, etc.; também reparou que quando as diferentes variedades de pássaros se encontravam na mesma ilha, tinham o cuidado de acasalar com o mesmo tipo.  Darwin raciocinou que algures no passado um vento forte teria trazido um par de pássaros do continente para este local isolado no Pacífico.  Desde esse tempo os descendentes do par original teriam adoptado nichos ecológicos diferentes e, no processo, teriam divergido e tornado-se diferentes uns dos outros.

    A explicação de Darwin é provávelmente verdadeira, mas desde então tem-se afirmado que a espécie original terá originado 14 espécies diferentes.  Pesquisadores mais cautelosos afirmam que os tentilhões estão apenas em vias de diferenciação.  Uma analogia humana poderia ser entre os Pigmeus negros e a tribo Masai que demonstram provávelmente maiores diferenças físicas que os tentilhões, estão separados geográficamente e socialmente, mas, no entanto, são considerados como a mesma espécie.  Não obstante, os tentilhões (Geospizinae) encontram-se hoje em museus e livros escolares como demonstração da evolução - prova de que através da divergência um peixe transformou-se num réptil, este num mamífero, e este no homem (Taylor 1996, 147).










Mosquitos

Há 100 anos atrás, mosquitos mordedores de aves chamados Culex pipiens entraram nos túneis que estavam a ser abertos para o metropolitano de Londres.  Sem possibilidade de seguirem a sua dieta habitual, mudaram os seus hábitos para se alimentarem a partir dos ratos e dos seres humanos.  Cientistas britânicos descobriram agora que é quase impossível acasalar os mosquitos do metropolitano com os que continuaram a viver à superfície, o que poderá indicar que aqueles se tornaram numa nova espécie (ou quase).  Este facto está a deixar atónitos os cientistas evolucionistas, pois estes pensavam que estas alterações precisariam de muito mais tempo para acontecerem.
    Os criacionistas há muito tempo que têm defendido que o modelo bíblico para a história da terra permite a possibilidade não só de uma espécie se ramificar em várias diferentes (sem a adição de nova informação, por isso sem "evolução" na forma que é entendida), mas também que este processo teria de ser muito mais rápido do que os evolucionistas esperariam (Creation 21(2):41 March-May 1999).









Célula simples?

Quanto à “célula simples”, da qual os evolucionistas dizem que todas as criaturas vivas evoluíram, a revista "Look" declarou, "A célula é tão complicada quanto a cidade de Nova Iorque!".  (Tesouros, 444)
    O Dr. Francis Crick, que recebeu o prémio Nobel pela descoberta da complexa estrutura em dupla-hélice do DNA, está provavelmente mais informado do que qualquer outro sobre a extraordinária complexidade da célula viva.  Apesar de ser um evolucionista, ele e o seu colaborador Leslie Orgel, do Instituto Salk na Califórnia não aceitam a ideia de que a 1ª célula auto-replicante se formou espontaneamente por sorte; admitem que, estatisticamente, é impossível.





 



Selecção natural ?    

Selecção natural, sobrevivência do mais apto.  Há criaturas que o senso comum nos diria ser impossível terem sobrevivido no mundo do "adapta-te ou és comido" dos seres vivos
a) a néscia galinha não foi sempre domesticada, mas terão os seus antecessores selvagens sido um pouco mais inteligentes e sobrevivido durante milhões de anos?
b) as ovelhas são pouco mais inteligentes, e ainda há espécimes não domesticados hoje em dia, e algumas variedades, quando atacadas por um predador, não fazem nenhuma tentativa de fugir ou mesmo lutar, mas ficam imóveis aguardando o seu destino.
c) o grilo faz um estridor para avisar o seu paradeiro.
d) nas florestas da Malásia, as aves-do-paraíso apresentam-se resplandecentes com as cores mais fantásticas, de maneira alguma camuflados no seu habitat natural.
(Taylor 1996, 174)







 



Código genético

Porque será que os geneticistas não conseguem ver os indícios óbvios em favor da Criação existentes no código genético?  Recentemente os geneticistas anunciaram ter conseguido ler o código de DNA humano.  Este feito verdadeiramente maravilhoso surge como um dos mais extraordinários da história.  Os criacionistas congratulam-se com a notícia, seguros que quanto mais aprendemos, mais reconheceremos a assinatura de Deus na sua obra, e dar-Lhe-emos glória.
    De facto os cientistas não decifraram o código mas conseguiram, digamos assim, identificar as "letras" do código.  Eles apenas sabem algumas "palavras" para já, não conhecem a "linguagem", ou onde colocar a pontuação.  Existem à volta de 3 mil milhões de letras no DNA humano, e tudo isto é extremamente complexo  nada do que seria de esperar da evolução aleatória.
    Recentemente um biólogo molecular trabalhando na identificação dos controles genéticos das doenças foi entrevistado por George Caylor da revista The Ledger, Lynchburg, Virgínia, E.U.A.  O seu artigo denominado "The Biologist" foi publicado em 17.02.00.  Foi dada permissão para reproduzir partes da entrevista, uma conversa entre "G" (o entrevistador) e "J" (o biólogo molecular).  Começou com um diálogo sobre a complexidade do código humano.
    J: "Eu sou um pouco como um editor, tentando encontrar um erro de ortografia num documento maior do que 4 conjuntos completos da Enciclopédia Britânica."
    G: "Acredita que a informação evoluiu?"
    J: "George, ninguém que eu conheça na minha profissão acredita que ela tenha evoluído.  Foi construída por um "génio acima dos génios", e esta informação não pode ter sido escrita de outra maneira.  O papel e a tinta não escreveram o livro!  Sabendo o que sabemos, é ridículo pensar de outra maneira."
    G: "Alguma vez mencionou isso numa conferência ou em algum artigo para o público?"
    J: "Não.  Apenas digo que evoluiu.  Ser um biólogo molecular exige que constantemente suportemos duas insanidades.  Um, seria uma loucura acreditar na evolução quando podemos constatar a verdade por nós próprios.  Dois, seria insano dizer que não se acredita na evolução.  Tudo o que seja trabalho governamental, subsídios para investigação, publicações, grandes conferências científicas  tudo terminaria.  Ficaria no desemprego ou seria posto à margem, sem possibilidades de ter um salário decente.
    G: "Detesto dizer isto mas isso parece-me intelectualmente desonesto."
    J: "O meu trabalho em pesquisa genética é honesto.  Encontraremos as curas para muitas das piores doenças humanas.  Mas por agora teremos de viver com o "elefante na sala de estar"."
    G: "Que elefante?"
    J: "O design do Criador.  É como um elefante na sala de estar.  Anda por aí, ocupa um espaço enorme, ouvem-se bramidos ensurdecedores, vem contra nós, deita coisas ao chão, come uma tonelada de palha e cheira a elefante.  Contudo, temos que jurar que ele não está lá!"      
    Comentário: os geneticistas vêem a evidência a favor da Criação, e vêem-na claramente, mas a pressão dos seus pares, questões financeiras, o políticamente correcto, e um compromisso religioso com o naturalismo força-os a virarem a cara para o lado e insistirem que não vêem nada.  É assim que o mito ilógico das origens da sociedade moderna se perpetua a si mesmo.
    Existe uma via melhor.  Reconheça a existência do elefante e tire partido do seu imenso poder.... (Back to Genesis no. 142 - October 2000.  Inst.for Creation Research, El Cajon)   







DNA  /  RNA

Unidades orgânicas que só são efectivas quando trabalham em cooperação umas com as outras (simbiose).  As moléculas de DNA, que existem no núcleo das células, têm uma relação simbiótica com as moléculas de RNA, as quais transferem a informação do núcleo para as várias partes da célula.  Só através desta relação é que as moléculas provenientes da alimentação podem ser transportadas para os locais onde são necessárias para a construção da célula.  A teoria da evolução exige que nós acreditemos que duas moléculas extremamente complicadas, DNA e RNA, que têm de encaixar perfeitamente, tenham evoluído separadamente e, a certa altura, apareceram ao mesmo tempo e no mesmo lugar de modo a funcionarem em conjunto.  Esta situação exige que nós aceitemos um milagre.






Bibliografia

Gish, Duane T. 1995. Evolution: The Fossils Still Say No! ICR, El Cajon, California, EUA, 391 pp
Santos, Agostinho Soares dos. 1988. Onde Está, Evolução, a Tua Ciência? Imprensa Portuguesa, Porto, 200 pp
Taylor, Ian T.  1996. In The Minds of Men – Darwin and the New World Order, 3rd ed. TFE Publishing, Minneapolis,        EUA, 498 pp









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Catástrofe e não processos lentos
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Não é preciso M de anos      
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