Catástrofe e não processos lentos



CATÁSTROFE (DILÚVIO) E NÃO PROCESSOS LENTOS (UNIFORMITARISMO)


 

decomposição FÓSSEIS
rochas dobradas 
GEOLOGIA
Grand Canyon 
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Uluru 
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evaporitos 
GEOLOGIA













Decomposição

Quando um animal morre, o corpo decompõe-se rapidamente; a acção de bactérias e de necrófagos faz parte do esquema de funcionamento da natureza.  É, portanto, evidente, que um enterramento rápido, de modo a evitar a acção de bactérias e de necrófagos, será um dos primeiros requisitos para o processo de fossilização.  A decomposição na água do mar ou mesmo em água doce é ainda mais rápida que em terra.  Por esta razão ficamos maravilhados quando observamos os espectaculares fósseis em exposição nos museus, e reparamos que não só os ossos ficaram preservados mas também, em muitos casos, estão todos no seu lugar; vêem-se marcas na pele, músculos e até penas em alguns espécimes de aves.  O Museu de História Natural de Stuttgart, Alemanha, contém um ictiossauro, ou dinossauro marinho, fossilizado no momento em que está a dar de comer à sua cria.  No mesmo país, no Museu de História Natural de Ludwigsburg, existe um exemplar ainda mais espectacular de ictiossauro, fossilizado no acto de dar nascimento com a cria claramente visível no canal do parto.  No Museu de História Natural de Princeton, E.U.A., existe uma perca fossilizada na altura em que engolia um arenque (Taylor 1996).















Rochas dobradas


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AUS WA Hammersley Gorge - http://www.flickr.com/photos/yewenyi/436239731/



O problema das rochas dobradas: Lyell teve de usar de grande imaginação para explicar através de processos lentos o que parece evidência duma catástrofe.  Em muitos locais do mundo estratos de rochas sedimentares foram flectidos em dobras mais ou menos regulares; algumas de pequena dimensão, outras em extensões de vários quilómetros.  As cristas superiores das dobras chamam-se anticlinais e as inferiores sinclinais; nestes locais a rocha dura está dobrada segundo ângulos agudos.  Citando Longwell, Knopf e Flint (1950, p.246) num livro escolar de geologia bastante popular nos E.U.A.: "É motivo de algum espanto que rochas duras e frágeis sejam dobradas em ângulos agudos".  A seguir os autores dão a explicação como tal é possível sem a rocha quebrar: "Se houver tempo suficiente para o ajuste, as rochas, por mais frágeis que sejam, debaixo de uma pressão confinante elevada, podem ser forçadas a dobrar-se como se fossem macias e plásticas." (p.248)

    Depreende-se que o estudante de geologia e, em última instância, o público, devem aceitar esta afirmação totalmente sem provas.  Lyell era um advogado por profissão e não tinha preparação em mecânica ou resistência dos materiais.  Se tivesse consultado um engenheiro da altura, ser-lhe-ia referido o facto básico de que materiais cristalinos como a rocha ou cimento têm um grande resistência compressiva mas virtualmente nenhuma resistência de tensão; numa dobra, para cada camada em compressão deve haver uma camada idêntica e oposta em tensão.  Num anticlinal os estratos dobrados exteriores da rocha estavam em tensão mas geralmente aparecem não fracturados e mesmo, muitas vezes, sem qualquer fenda.

    Lyell e a geologia moderna reconhecem que os estratos formaram-se incialmente como sedimentos planos, macios e plásticos.  Com o tempo e, diz-se, com a pressão, estes sedimentos cristalizam e transformam-se em rocha dura.  Lyell exigia tempos longos, mas são exactamente estes tempos longos que contrariam a sua teoria ao causarem que o sedimento endureça antes, ou certamente durante, o dobramento.  Lyell fez a suposição a priori de que as leis naturais em acção nos dias de hoje não mudaram em relação aos tempos passados, mas depois, devido ao problema óbvio de dobrar a rocha sólida, teve de apelar ao tempo como um factor que altera as leis de fractura das rochas quando a sua resistência em tensão é ultrapassada.

    Toda esta dificuldade teria sido evitada se a mentalidade de Lyell pudesse aceitar a explicação mais óbvia, que as rochas foram dobradas nos estádios iniciais, quando os sedimentos estavam elásticos e antes de ter lugar a metamorfose. Isto satisfaria facilmente todos os factos mas exigiria que os processos tivessem tido lugar num curto espaço de tempo, digamos alguns meses; mas, claro, seria difícil fugir à conclusão de que uma catástrofe de grandes dimensões estaria envolvida. (Taylor 1996, 105)
Grand Canyon

O Grand Canyon, no Arizona, E.U.A., é um dos maiores testemunhos do Dilúvio.  Cada vez mais os geólogos convencionais estão a ver a necessidade de reconhecer a origem catastrófica do Grand Canyon, em vez de milhões de anos de erosão pelo rio Colorado (Snelling 1996).
    Uma deposição rápida de diferentes sedimentos seria esperado produzir apenas erosão esporádica entre os sucessivos estratos.  Um exemplo excelente de deposição uniforme de sucessivas formações pode ser visto no Grand Canyon.  Se os estratos sedimentares horizontais vistos nesta formação fossem de facto separados por vastos períodos de tempo, seria de esperar encontrar recortes profundos e irregulares e outros sinais de erosão entre os diferentes estratos.  Em vez disso, estes traços são a excepção e não a regra.  (Gentry 1992, 53)














Grand Canyon

O Grand Canyon, no Arizona, E.U.A., é um dos maiores testemunhos do Dilúvio.  Cada vez mais os geólogos convencionais estão a ver a necessidade de reconhecer a origem catastrófica do Grand Canyon, em vez de milhões de anos de erosão pelo rio Colorado (Snelling 1996).
    Uma deposição rápida de diferentes sedimentos seria esperado produzir apenas erosão esporádica entre os sucessivos estratos.  Um exemplo excelente de deposição uniforme de sucessivas formações pode ser visto no Grand Canyon.  Se os estratos sedimentares horizontais vistos nesta formação fossem de facto separados por vastos períodos de tempo, seria de esperar encontrar recortes profundos e irregulares e outros sinais de erosão entre os diferentes estratos.  Em vez disso, estes traços são a excepção e não a regra.  (Gentry 1992, 53)

















 




Uluru


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Uluru (a Rocha de Ayers) e Kata Tjuta são dois dos marcos terrestres mais famosos da Austrália.  Estas formações geológicas são fascinantes na sua beleza, e formidáveis no seu contraste abrupto com a planície adjacente, lisa e deserta.

    O Uluru consiste de muitas camadas de estratos da mesma rocha inclinada e quase na vertical (inclinação de 80-85º).  É constituída por um tipo de arenito grosseiro conhecido tecnicamente pelo nome de arkose, porque um dos principais componentes são grãos e fragmentos de cristais do mineral feldspato.  É este mineral cor-de-rosa, juntamente com o revestimento ferruginoso nos grãos de areia da rocha, que dá a Uluru esta cor geral avermelhada.  Uma observação mais cuidada desta arkose revela que os grãos de minerais têm uma aparência jovem, em particular as faces reluzentes dos cristais de feldspato, alguns bastante grandes.  A textura da rocha consiste em grãos grandes, médios e pequenos todos misturados aleatoriamente uns com os outros, uma situação que os geólogos descrevem como "mal calibrado".  Além disso, os próprios grãos têm muitas vezes as arestas recortadas, não sendo suaves nem arredondados.

    Kata Tjuta, à volta de 30 quilómetros a oeste de Uluru, consiste numa série de enormes abóbadas rochosas arredondadas.  A mais alta atinge 600 m acima do chão do deserto.  As camadas de rochas que constituem o Kata Tjuta são colectivamente chamadas de Conglomerado do Monte Currie.  Um conglomerado é um rocha sedimentar mal calibrada contendo calhaus, seixos e blocos de outras rochas reunidos por uma matriz de fragmentos finos e areia cimentada, silte e/ou lodo.

    A arkose de Uluru e o Conglomerado do Monte Currie aparentam estar relacionados por um história comum.  Apesar dos seus afloramentos estarem isolados um do outro, os indícios sugerem claramente que ambas as unidades rochosas foram formadas no mesmo tempo e da mesma forma.

    Acredita-se que a área do Uluru-Kata Tjuta tenha estado acima do nível do mar durante os últimos 300 milhões de anos.  No início a superfície terrestre teria sido muito mais elevada que o cimo do Uluru e do Kata Tjuta, mas com o decorrer da erosão, as formas actuais do Uluru e do Kata Tjuta forma desenhados gradualmente.

    Contudo, os indícios existentes nestes estratos rochosos não estão em concordância com esta história!  Particularmente no Uluru, os ubíquos cristais de feldspato na arkose nunca teriam sobrevivido os pretensos milhões de anos.  O feldspato desintegra-se quando exposto ao calor do sol, água e ar e forma argilas relativamente rápido.  A textura do arenito ficaria enfraquecida e desmoronar-se-ia, visto que as argilas e os grãos de minerais remanescentes facilmente se desintegrariam e seriam levados pelas águas, fazendo desaparecer completamente o Uluru!

    Além disso, os grãos de areia que são transportados por longas distâncias e periodicamente arrastados cada vez mais longe durante vastos períodos de tempo perderiam as suas arestas recortadas, tornando-se suaves e arredondados.  Ao mesmo tempo, os mesmos grãos de areia ao serem trabalhados pela água em movimento sobre os alegados longos períodos de tempo também deveriam estar calibrados; os grãos mais pequenos são mais facilmente transportados pela água, por isso estariam separados dos grãos maiores.  Por isso, se a arkose do Uluru levasse milhões de anos para ser acumulada como pretendem os geólogos evolucionistas, então a rocha hoje deveria apresentar camadas ou só de grãos pequenos ou só de grãos graúdos.  Daí que os cristais frescos e reluzentes de feldspato e os grãos recortados e não calibrados actualmente existentes indicam que a arkose do Uluru se acumulou tão rapidamente que não houve tempo suficiente para o feldspato se decompor, nem para os grãos ficarem arredondados e sortidos.

    Os dados são muito mais consistentes com uma deposição recente e catastrófica da arkose e do conglomerado sobre condições de uma inundação impetuosa.  Nos afloramentos do Uluru e do Kata Tjuta respectivamente, a composição da rocha e a sua textura são uniformemente similares em toda a sua extensão (2,5 km de espessura no caso do Uluru) e a disposição em camadas é extremamente regular e paralela.  Se a deposição fosse episódica ao longo de milhões de anos, deveriam existir sinais de erosão (canais p.e.) e superfícies desgastadas entre as camadas, assim como variações de composição e de textura da rocha.

    Os dados em geral não se coadunam com a história dos geólogos evolucionistas e os seus milhões de anos de processos lentos e graduais.  Pelo contrário, os indícios patentes nos estratos rochosos do Uluru e do Kata Tjuta são muito mais consistentes com o modelo científico baseado num dilúvio recente, rápido, extenso e catastrófico, como o que ocorreu na época de Noé.  Uluru e Kata Tjuta são, portanto, um testemunho claro e manifesto das águas tempestuosas do Dilúvio mundial, de acordo com o registo ocular no livro de Génesis. (Snelling 2000b)






















Evaporitos

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Camadas de sal ocorrem naturalmente no registo geológico, constituindo um fonte abundante de sal para o consumo humano mundial. Hoje, alguns depósitos de sal são originados em terra, como quando a água salgada passa através das rochas do Grand Canyon, evapora-se e deixa um resíduo salgado. Outros estão relacionados com lagoas costeiras fachadas, que se enchem com água do mar quando há uma tempestade, mas cujas águas ficam encurraladas e se evaporam entre uma tempestade e a seguinte. Desta forma, os depósitos de sal são classificados como evaporitos.

Se uma bacia de água do mar com 30 m de espessura se evaporasse, ficariam no local apenas 60 cm de sal. Pode a evaporação de água do mar ser a responsável por todos os “evaporitos”? Se for esse o caso, vários milhões de anos seriam necessários para a sua acumulação, visto que algumas camadas de sal são extremamente espessas e extensas. Os depósitos de sal ocorrem muitas vezes em camadas cobrindo milhares de quilómetros quadrados com uma espessura de sal superior a cem metros.

O pensamento uniformitarista da Terra antiga postula uma bacia fechada ou uma lagoa costeira que é inundada e que evapora repetidamente, durante longos períodos de tempo, permitindo a acumulação de  espessos depósitos de sal. A mente fica espantada ao imaginar imensas bacias passando por ciclos idênticos de inundação e evaporação inúmeras vezes, e durante todo este tempo mantendo-se no mesmo local por milhões e milhões de anos. Por contraste as lagoas actuais enchem, migram, são erodidas – não existe estabilidade a longo prazo para as estruturas costeiras.

    As jazidas de sal com extensão regional no registo geológico são bastante diferentes dos evaporitos actualmente em formação. A água do mar contém muitos químicos e impurezas minerais assim como plantas e animais uni e pluricelulares e qualquer lagoa seca exposta será uma zona viva activa. Desta forma, os evaporitos modernos são bastante impuros. Mas os maiores depósitos de sal no registo geológico são totalmente sal puro! Nas minas de sal ele é apenas partido e depois colocado nas prateleiras do armazém. Com toda a certeza estes largos jazigos de sal puro não são de água do mar evaporada. Tem que ter havido qualquer outro processo para os formar.

    Como em muitos aspectos da geologia, pontos de vista catastróficos estão substituindo os antigos e impotentes pontos de vista uniformitaristas. Muitos observaram que as grandes acumulações de sal ocorrem em bacias formadas por arqueamento tectónico importante, muitas vezes associadas com erupções vulcânicas antigas. A evidência não se ajusta com a ideia de uma lagoa aprisionada. Onde estão os fósseis? Onde estão as impurezas?

    Muitos pensam agora que o sal saiu por extrusão em meios salinos super-aquecidos e super-saturados provenientes do fundo da terra, ao longo de falhas. Ao encontrarem as águas frias do oceano, as soluções quentes não mais podiam conter as concentrações altas de sal, as quais precipitaram rapidamente para fora da solução, livres de impurezas e de organismos marinhos.

    O grande Dilúvio dos dias de Noé fornece o contexto apropriado. Durante o Dilúvio, grandes volumes de magma, água, metais e químicos, foram extrudados para a superfície vindos das profundezas da terra, quando “as fontes do grande abismo” (Génesis 7:11) vomitaram estes materiais volcânicos quentes. Hoje encontramo-los (em especial o sal)  entremeados com sedimentos diluvianos, exactamente como prediz o modelo diluviano. (Back to Genesis no. 167 - Novembro 2002.  Inst.for Creation Research, El Cajon)

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Localização dos maiores depósitos subsuperficiais de evaporitos na América do Norte. (in Geology, Chernicoff and Whitney, 2002) - http://www.geo.umn.edu/courses/1001/Summer_Session/SedImages.html










Bibliografia

Gentry, Robert V. 1992. Creation’s Tiny Mystery, 3rd Ed. Earth Science Associates, Tennessee, USA, 363 pp
Taylor, Ian T.  1996. In The Minds of Men – Darwin and the New World Order, 3rd ed.  TFE Publishing, Minneapolis, EUA, 498 pp





COMENTÁRIOS

Editor
24Ago2011 19:20:00

Obrigado pelo seu comentário. Recebo poucos e por isso dou-lhes valor especial, mesmo que sejam negativos e rudes, como, infelizmente, é o caso.

Alguns dos autores mencionados nas páginas deste site são geólogos que acreditam no mundo jovem. Algum comentário específico ao artigo? Nós não seguimos a opinião dos homens, seguimos a Palavra de Deus expressa na Bíblia e procuramos levar cativo todo o entendimento à obediência de Cristo (2 Coríntios 10:5). Os factos e a ciência confirmam a Bíblia e o nosso objectivo é transmitir esta informação ao público. Basta ler os primeiros três capítulos da 1ª Epístola de S.Paulo aos Coríntios para saber o que Deus pensa sobre a denominada “sabedoria do mundo”.

O Sr. Leinz tem algum texto que contradiga algums dos artigos específicos publicados nesta pág.? Fazer afirmações vagas e chamar nomes é fácil, argumentar de forma lógica e educada já é mais difícil. Já exige uma “evolução” no bom sentido. Deus quer que nós “evoluamos”, no sentido de nos aperfeiçoarmos: “Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus.” (Mateus 5:48)

Nonsense científico: “tudo veio do nada através de processos naturais”. Esta é, segundo eu,  a maior bobagem alguma vez proferida, vários graus de grandeza superior à falácia do mundo plano. É o equivalente a alguém ir pela praia e encontrar um relógio. Depois de analisar o relógio e imaginar como teria ali aparecido a parte plástica, o visor com quartzo, a correia de couro, as engrenagens, ele concluir que aquele objecto foi criação do acaso ao longo de milhões de anos, através de métodos naturais. Ora só uma célula é mais complexa do que qualquer obra humana. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos; Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. (Romanos 1; Salmo 14:1; 53:1)

O Cientista e o Estudante
Um senhor de 70 anos viajava de trem, tendo ao seu lado um jovem universitário que lia o seu livro de ciências. O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta.
    Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia, e estava aberta no livro de Marcos. Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:
- O senhor ainda acredita nesse livro cheio de fábulas e crendices?
- Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado?
- Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História Universal. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião.
    Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias.
    O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.
    - É mesmo? É o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia?
    - Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.
    O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário.
    Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo, sentindo-se pior que uma ameba.
    No cartão estava escrito:
    Professor Doutor Louis Pasteur – Diretor do Instituto de Pesquisas Científicas da Universidade Nacional da França.
    “Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima” (Pasteur).
(Revista Pergunte e Responderemos n. 546, dezembro de 2007, pp. 537-538).
http://blog.bibliacatolica.com.br/tag/fabulas/


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Paulo
06Jun2010 23:32:23

Apenas uma recomendação: Leiam um livro de Introdução à Geologia (pode ser o do Vitor Leinz, com mais de 40 anos) e depois consultem um geólogo. Assim voces evitarão o "dilúvio" (desculpe o trocadilho) de bobagens e de "nonsense" científico escritos neste texto do senhor J. Santos.




 

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