Origem do Universo: Big Bang

 

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todos os 9 planetas são diferentes            
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proto-galáxias?  
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Matéria e energia     

Um princípio básico da física é o de que a matéria e energia não podem ser criados nem destruídos.  Mas a teoria do Big Bang normalmente aceite supõe que absolutamente nada existia antes de surgir há milhares de milhões de anos atrás  nem matéria, nem espaço, nem mesmo o tempo.  É lógico, então, que, se o Big Bang tivesse ocorrido, teria de implicar a criação da matéria.  De acordo com as leis da Física isto é um impossibilidade. (Gentry 1992, 12)



















Rotação

A lei da Conservação do Momento Angular afirma o seguinte: “Se um objecto em rotação sofre uma explosão, as partículas por ele liberadas irão girar na mesma direcção”.  Em outras palavras, se um objecto girando em sentido horário explodir, todos os fragmentos irão girar no sentido horário.  Se o Big Bang tivesse realmente acontecido, então tudo, por lei, deveria estar girando na mesma direcção   e não está!  Segundo a teoria da evolução todos os planetas do Sistema Solar vieram do Sol, mas Vénus e Urano giram na direcção oposta aos demais planetas, assim como muitas das mais de 60 luas encontradas no nosso sistema, algumas das quais realizam suas trajectórias orbitais em sentido contrário às outras.  (Contato nº 15)

       
























Acumulação   

Supõe-se que as primeiras estrelas se acumularam a partir de material sintetizado durante o Big Bang.  O problema é que os fragmentos de uma explosão vulgar não se voltam a reunir.  Então como é que a matéria formada na maior de todas as explosões possíveis alguma vez se  juntou de novo para dar origem às estrelas?  Como disse um astrónomo "Se as estrelas não existissem, seria fácil provar que era isso que esperávamos" (Aller 1965).  E o que foi que originou que triliões de estrelas se aglomerassem nos sistemas altamente ordenados que se observam nas diferentes galáxias?  Poderia tudo isto resultar do acaso a partir de uma tão vasta e homogénea expansão de matéria?  (Gentry 1992, 13)

Se o universo foi originado pelo "Big Bang", então a matéria devia estar distribuída uniformemente.  Contudo o universo contém uma distribuição da massa extremamente desigual.  Isto significa que a matéria está concentrada em zonas e planos à volta de regiões relativamente vazias.  As galáxias distantes estão agrupadas como continentes cósmicos para além de extensões de espaço quase vazias.

    O Dr. James Trefil, professor de física na Unversidade de Mason, Virgínia, E.U.A., aceita o modelo do Big Bang, mas reconhece que é uma necessidade urgente explicar certos aspectos fundamentais sobre a existência do universo.  "As galáxias não deviam existir, e mesmo que existam, não deviam estar agrupadas como estão."  Adiante continua: "O problema de explicar a existência das galáxias provou ser um dos mais incómodos em cosmologia.  Com toda a lógica elas simplesmente não deviam existir, no entanto ali estão.  É difícil transmitir o grau de frustração que este simples facto provoca entre os cientistas." (Trefil 1988, 3 e 55; Gitt 2000)































Todos os 9 planetas são diferentes


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Todos os planetas do sistema solar são diferentes uns dos outros.

O sistema solar costumava ser um local simples... Mas 30 anos de exploração planetária substituíram esta imagem simples por uma bastante mais complexa.  “O resultado mais proeminente da exploração planetária é a diversidade dos planetas,” diz o físico planetário David Stevenson do Instituto de Tecnologia da Califórnia.  Ross Taylor da Universidade Nacional Australiana concorda: “Se olhar para todos os planetas e para os à volta de 60 satélites, é muito difícil encontrar dois que sejam iguais.” (Kerr 1994, 1360)

    Como consequência disto, todas as velhas teorias sobre a evolução da terra e do sistema solar (a hipótese nebular, a teoria da onda, etc.) foram praticamente abandonadas, e toda a questão está, neste momento, em aberto.

    O desafio será compreender como, parafraseado Stevenson, “Podemos começar com materiais idênticos e acabar com planetas diferentes.”  Stevenson e outros estão a tentar soluções para explicar como é que diferenças subtis nas condições iniciais tais como distância do sol, junto com acontecimentos fortuitos tais como gigantescos impactos no início da história do sistema solar, podem enviar os planetas por caminhos evolucionários largamente diferentes.

    Até mesmo a lua terrestre ainda tem uma origem desconhecida, apesar das várias missões espaciais Apollo da NASA.  Visto que todas as velhas teorias tiveram de ser abandonadas, os cientistas planetários estão a virar-se para o catastrofismo: isto é, uma ejecção repentina da lua a partir da terra por um objecto qualquer, com um tamanho de um planeta.  Não somente isto, mas os vários planetas e os seus respectivos satélites crê-se agora que necessitariam de ter uma origem catastrófica similar.  Este tipo de abordagem a uma explicação geológica foi diligentemente evitada no passado, mas os tempos estão mudando!

    “Acontecimentos invulgares são difíceis de acomodar na maioria das disciplinas cientificas.  No entanto, o sistema solar não é uniforme.  Todos os nove planetas (até mesmo gémeos aparentes como a Terra e Vénus) são detalhadamente diferentes uns dos outros. ... Os planetas possuem todos obliquidades diversas; o exemplo mais extremo é Urano, deitado de lado com o seu polo apontando para o sol, provavelmente consequência da colisão com um corpo do tamanho da terra.  Em contraste com a terra, Vénus tem uma rotação ligeiramente ao revés, tem um campo magnético baixo, não tem oceanos, uma atmosfera espessa quase totalmente composta de dióxido de carbono, e não tem lua. Toda esta diversidade torna mais provável a ocorrência de acontecimentos únicos nas fases iniciais da história do sistema solar. Assim, uma colisão gigante com a terra transforma-se numa possibilidade razoável quanto à origem da lua.” (Taylor 1987, 477)

    Contudo, a composição física e química da lua é muito diferente da da terra, e é difícil ver como teria sido originada da terra, mesmo como resultado de uma tal colisão hipotética gigante. Apesar da explicação via impacto ser correntemente favorecida - por falta de algo melhor - não é, seguramente, uma explicação muito boa.

    “Portanto, em termos astronómicos, a lua deverá ser classificada como um objecto bem conhecido, mas de qualquer forma os astrónomos têm que admitir, com embaraço, que pouco sabem quanto à sua origem.... “Donde veio a lua?” ainda é uma questão em aberto e desafiadora.” (Hughes 1987, 291)

    Se isto é um problema em relação à lua, da qual os nossos astronautas trouxeram muitas medições e amostras, então é um problema bem maior em relação aos 9 planetas e 60 satélites, os quais diferem uns dos outros bem mais do que a terra da lua. Como podem ser todos tão diferentes em composição e movimento, estando todos associados ao mesmo sol e tendo todos presumivelmente uma idade semelhante? Pareceria que nenhuma explicação naturalista faria sentido, mesmo na casualidade absurdamente improvável de 70 planetesimais gigantes diferentes chocarem com eles algures no passado.

    Bem, quando tudo o resto falhar, pode ser que os evolucionistas experimentem a criação. O modelo criacionista pode ir contra a inclinação psicológica dos cientistas estabelecidos, mas acomoda todos os factos. Podemos não saber porque cada planeta e satélite foi criado de um modo tão único, mas as questões do “porquê” são teológicas. Este livro procura lidar apenas com as provas científicas e estas apoiam a criação. (Morris 1997, 230-232)


















Proto-galáxias?

Os proponentes do Big Bang acreditam que ao olharem cada vez mai
s longe no espaço, estão a olhar para trás no tempo muitos biliões de anos, para uma época muito mais próxima do chamado acontecimento primordial.

Por isso, à medida que os telescópios têm olhado para zonas cada vez mais distantes, os adeptos do Big Bang, que acreditam que as estrelas e as galáxias evoluíram ao longo de milhões de anos esperariam ver, eventualmente, todos os estágios iniciais da formação das galáxias. Houve uma excitação inicial ao serem encontradas algumas galáxias com uma luz mais azul, que foram interpretadas como sendo galáxias mais jovens. Mais tarde, o telescópio Hubble teve a capacidade de observar até uma distância de 12 biliões de anos-luz. Para os adeptos do Big Bang isto quer dizer que estão a observar as coisas como eram bem próximo do início. Contudo, em vez de observarem qualquer “proto-galáxia” eles vêm “galáxias normais, com grandes famílias de estrelas”. (Creation ex nihilo 21(3) 1999, 9)







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