Centro Kolby para o Estudo da Criação - Entrevistas | 28Mai2018 16:48:22

 


De acordo com a Associação de Estudantes Universitários Católicos, 85% dos jovens católicos nos Estados Unidos deixam de praticar a Fé quando vão para a universidade. O que está prestes a ver ajudará a explicar o "elo perdido" entre a fé vibrante de muitos jovens católicos praticantes e a sua fidelidade à doutrina católica tradicional da criação.

Olá, o meu nome é Everett, tenho dezoito anos e moro no Estado de Virgínia. Acredito que devemos defender a doutrina tradicional da criação porque, se o mundo e o universo têm milhares de milhões de anos como requere a teoria da evolução, então isso significa que Deus usou a morte, destruição e doença no processo de criar a humanidade, o que implicaria que Deus é um Deus que precisa de usar morte e doença e deformação para poder criar a humanidade.

Em vez disso, acredito que Deus é um Deus de amor, um Deus que ama todas as Suas criaturas e todo o Seu trabalho da criação e acredito que Ele criou o homem do pó da terra há seis mil anos atrás em vez de usar centenas de milhões de anos de morte, doença e destruição para criar as Suas obras.

O Papa S. Pio X condenou a afirmação de que por causa do progresso da ciência a doutrina tradicional da criação deveria ser reformulada. Apesar do claro ensinamento do Papa S. Pio X, os evolucionistas teístas estão a tentar reformular esta doutrina hoje em dia. A doutrina tradicional da criação diz que Deus por decreto, criou o mundo em seis dias e que todas as coisas estavam diante d'Ele em absoluta perfeição, ao passo que a "opinião" da evolução teísta é que Deus usou milhares e milhares de milhões de anos, de morte, deformação, destruição e doença e desordem, e explosões, para criar.

Então qual é a relevância disto? Bem, como S. Tomás de Aquino afirma, uma ideia falsa sobre a criação irá sempre criar uma falsa ideia sobre Deus. Claramente vemos na igreja hoje em dia muitas ideias falsas e heresias a aparecer por causa da evolução teísta. Os pais têm que se dar conta de que se privarem os seus filhos da doutrina tradicional da criação, não lhes estão a dar a palavra de Deus tal como é afirmada por todos os Papas, doutores e padres conciliares e as Escrituras. E também correm o grave risco de as suas crianças perderem a fé.

Tenho vinte anos, sou espanhol mas estou a viver na Escócia. Penso que o Génesis deveria ser aceite como facto histórico porque esta é a leitura óbvia do texto. O ensino do magistério, tal como o quarto Concílio de Latrão, e a Pontifícia Comissão Bíblica liderada por S. Pio X confirma esta interpretação. No exercício do apostolado acho que esta doutrina proporciona um melhor enquadramento para o problema do mal, uma vez que sustenta que a doença, a degradação, o mal natural e a morte não fazem parte do plano original de Deus para a criação, mas apenas uma consequência da nossa queda.

Igualmente acho que a ciência empírica, exercida de forma correta, não contradiz o Génesis, mas, pelo contrário, apresenta muita evidência contra a macro-evolução e por isso aumenta a necessidade de uma explicação sobrenatural para o mundo. A título pessoal, acho que acreditar que Deus nos criou instantaneamente no início pela Sua Palavra, também me dá, e pode dar a todos, uma maior intimidade com Ele, e uma maior noção do Seu Amor. É por isso que penso que a doutrina católica tradicional sobre a criação deveria ser acreditada e defendida.

O meu nome é Theresa Getny, tenho dezanove anos de idade e moro em Littleton, Colorado. Como jovem católica, foi-me dito que a minha fé seria contrária ao mundo. Acreditar literalmente na história do Génesis sobre a criação confirmou a verdade desta afirmação. Acreditar na criação é um dogma da fé sólido no qual me posso sustentar! Não só por estar alicerçado na ciência, mas mais importante, pela sua origem na Palavra de Deus.

O Génesis diz-me que Deus é fiel à Sua Palavra, na qual é dito que Ele criou, do nada, um paraíso para o homem, onde ele poderia habitar livre de sofrimento, doença, labor e morte, inocente e livre do pecado, na presença de Deus. O Génesis diz-me que a razão porque agora sofremos, labutamos e por fim, morremos é por causa da nossa queda em pecado, uma queda que ditou a vinda de um Salvador amoroso para nos libertar. Por outro lado a evolução diz que no princípio Deus deu-nos o mundo como o vemos agora, através de uma série de tentativas e erros, criando e matando, reordenando e corrigindo durante milhares de milhões de anos.

Se isto for verdade, então o mesmo Deus que criou tudo através da sobrevivência do mais apto, tinha a doença, o labor e a morte, como parte do seu plano divino original. Se a morte do corpo e da alma não aconteceu por causa do pecado, então qual é o significado da queda de Adão? Que necessidade temos então de um salvador? A evolução destrói lenta mas definitivamente a fé dos católicos, em especial dos jovens católicos. Quando falo com os meus colegas, vejo que estão mais prontos a negar a verdade da sua fé, do que as chamadas "doutrinas da evolução". Porque é que isto é assim?

A evolução destrói a principal fundação da fé. Se disserem aos meus colegas para descartarem este relato maravilhoso da criação por decreto divino, como poderemos esperar que acreditem que a hóstia no altar é o corpo do nosso Senhor?! A fé pela qual estaria disposta a morrer, não se compromete, não questiona e é fiel à sua palavra. "

...os jovens, se perderem o respeito pela Sagrada Escritura em um ou mais pontos, são facilmente levados a desistir de acreditar nela por completo. Não é necessário salientar como a natureza da ciência, tão admiravelmente adaptada para mostrar a glória do Grande Criador, desde que seja ensinada como deveria ser, se for perversamente transmitida à inteligência juvenil, torna-se sobremaneira fatal ao destruir os princípios da verdadeira filosofia e na corrupção da moralidade." Papa Leão XIII,  Providentissimus Deus, 18






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