Nova descoberta torna ainda mais difícil a defesa da tese darwinista | 19Set2016 13:05:22

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Estromatólitos da região de Isua, na Gronelândia, podem ser as
evidências fósseis mais antigas de vida na terra.

Há uma velha história sobre um químico, um físico e um economista isolados numa ilha deserta com nada para comer exceto uma lata de sopa. Procurando uma solução para abrir a lata, o químico diz: "Vamos aquecer a lata até que inche e expluda a partir do acúmulo de gases." "Não, não", diz o físico, "vamos lançá-la daquele precipício com apenas a energia cinética suficiente para que ela se rache ao tocar as rochas. "O economista, depois de pensar um momento diz: "Vamos imaginar que temos um abridor de latas".

Há mais do que uma profissão que lida com suposições. A maneira como os darwinistas abordam a origem da vida é muito parecida com a ideia do economista para abrir a lata. É-nos dito que o mecanismo darwiniano de mutação e seleção natural explica tudo sobre a vida – exceto como ela começou. Os darwinistas são forçados a dizer: "Imaginemos uma célula auto-replicadora que contém informação na forma de código genético." Tudo bem. Mas de onde veio esse pequeno milagre?

Uma nova descoberta torna a explicação dessa primeira célula ainda mais difícil. Fósseis encontrados por cientistas australianos na Groenlândia podem ser os mais antigos vestígios de vida até agora descobertos. Uma equipe da Universidade de Wollongong publicou recentemente as suas descobertas na revista "Nature", descrevendo uma série de estruturas chamadas "estromatólitos" que emergiram do recuo do gelo.

"Estromatólitos" pode soar a algo como um diagnóstico médico, mas são de fato rochas biológicos formadas por colónias de micróbios que vivem em águas rasas. Quem visitar hoje as Bahamas pode ver estromatólitos vivos.

O que é que eles têm de tão especial? Bem, eles aparecem em rochas a que a maioria dos cientistas atribui uma data 220 milhões de anos mais remota do que os fósseis mais antigos até agora conhecidos, o que empurra para 3,7 mil milhões de anos atrás a suposta data para a origem da vida.

Este fato, admite o New York Times, "complica a história da evolução da vida a partir de produtos químicos..." A sério? De acordo com a geologia convencional, essas colónias de micróbios existiram pouco depois de um período em que a Terra estava passando por um forte bombardeio de asteróides, tornando-a praticamente inabitável. Esta data precoce, acrescenta o The Times, "deixa comparativamente pouco tempo para a evolução ter ocorrido..."

Isso é uma subestimação. Estas formas de vida apareceram praticamente da noite para o dia, escreve David Klinghoffer na Evolution News and Views. "Código genético, proteínas, fotossíntese, o pacote todo".

Este aparecimento de formas de vida totalmente desenvolvidas tão cedo no registo fóssil levou o Dr. Abigail Allwood da Caltech a observar que "a vida [não deve ser] uma coisa muito exigente, relutante e improvável." Pelo contrário, "ela surgirá sempre que houver uma oportunidade."

Como? Se a vida ocorre de forma tão espontânea e previsível, mesmo debaixo das condições mais severas, então ela devia estar surgindo em todo o lugar! No entanto, os cientistas estão longe de produzir até mesmo uma única célula a partir de matérias-primas químicas no laboratório.

O Dr. Stephen Meyer explica no seu livro "Signature in the Cell" [Assinatura na Célula] porque se pode considerar isto o calcanhar de Aquiles do darwinismo. Para iniciar a evolução por seleção natural é preciso uma unidade com auto-replicativa. Mas a célula e o seu plano diretor (ADN) são, de longe, muito complicados para terem surgido através de reações químicas acidentais. A improbabilidade de formação acidental de uma única proteína que seja é astronómica. Então Meyer e outros teóricos do Design Inteligente concluem que Alguém deve ter projetado e criado as estruturas necessárias para a vida.

Enquanto isso, os darwinistas, confrontados com um registo fóssil que, teoricamente, empurra a origem da vida ainda mais além no passado, são forçados a assumir o metafórico abridor de latas. Eles simplesmente não sabem como surgiram estas células iniciais, e quanto mais cavamos, mais improvável-em vez de provável – se torna o aparecimento da vida.

Para eles, pelo menos.

http://www.breakpoint.org/bpcommentaries/entry/13/%2029843#comments 

http://www.nytimes.com/2016/09/01/science/oldest-fossils-on-earth.html?_r=1








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