15 Perguntas Aos Evolucionistas - Pergunta 11 | 20Set2014 23:06:14

 


Bem vindos ao Génesis Sem Rédeas, onde libertamos a verdade de Génesis.
E colocamos a questão; como é que processos químicos cegos conseguiram criar a razão, sentido e moralidade?
"Haja luminares na expansão dos céus..."
"alma vivente conforme a sua espécie"
"... e prevaleceram as águas sobre a terra"
GÉNESIS – SEM RÉDEAS

Bem vindos ao Gênesis Sem Rédeas e, novamente neste programa, vamos debruçar-nos sobre a próxima questão da série “perguntas aos evolucionistas”,
e estamos na pergunta 11, passando adiante, aqui vai a questão;
como é que processos químicos cegos criaram a mente/inteligência, sentido,  altruísmo e moral?

11. COMO É QUE UM PROCESSO MERAMENTE QUÍMICO CRIOU A MENTE/INTELIGÊNCIA, RAZÃO, ALTRUÍSMO E MORAL? - Se tudo é produto da evolução, e Deus foi inventado por nós, segundo os ensinamentos da evolução, deveríam os estudantes estar a aprender sobre niilismo, que a vida não tem sentido, nas aulas de ciências? creation.com/chesterton

Aqui está a pergunta em detalhe: se tudo evoluíu, e Deus foi inventado por nós, segundo os ensinamentos da evolução, qual é o propósito e o sentido da vida humana? Deveríam os estudantes aprender niilismo, que a vida não tem sentido, nas aulas de ciências? Isso, quer dizer, óbviamente temos uma moral à qual aderimos, certo? Para o bem ou para o mal, e de onde é que isso veio? Essa é a questão, o tema principal da questão 11; há uma frase, de facto existe um artigo fascinante sobre G.K.Chesterton; podem aceder a creation.com/chesterton e ler um artigo muito bom; ele foi um importante cristão apologético e esse artigo de alguma forma aborda o assunto, de onde é que veio a moralidade. Ele disse que o Darwinismo é, cito, “um ataque ao próprio pensamento”; um comentário interessante.

CS: Óbviamente temos algumas respostas à questão e, mais uma vez, não estamos a censurar nenhuma das respostas, se tiverem alguma resposta que queiram enviar temos todo o prazer que o façam, mas por enquanto estamos apenas a usar as respostas que recebemos até agora; e então a resposta número foi a seguinte: “A moralidade e o significado da vida são questões filosóficas irrelevantes para a teoria da evolução.” Então esta pessoa tentou fazer a distinção, sabem, aquilo que acreditamos sobre donde viemos não tem nada a ver com a moralidade e a ética, etc.

RF: Não tem nada a ver com a evolução, bem, é, podíamos já ter dito isto em muitos dos programas anteriores que fizemos, dedicados a este panfleto com as 15 perguntas sobre evolução; é embaraçoso quando criacionistas precisam explicar a evolução aos evolucionistas. É claro que tem a ver com moralidade!

CS: Certo, existem até disciplinas nas ciências da evolução, com títulos como sociobiologia, ecologia do comportamento humano, psicologia evolucionista; estas são tentativas de explicar a sociedade humana, o amor, a moral, a religião, o altruísmo, em termos puramente evolucionistas; num mundo materialista mesmo assim temos que lidar com estas coisas, elas existem mesmo se você é ateu, se é um evolucionista, tudo, simplesmente, veio da matéria, estas coisas vieram da matéria, como é que se explica isso numa visão evolucionista do mundo?

RF: Certo, sim, até mesmo a evolução biológica, certo? A evolução biológica, se apenas considerarmos a biologia, que diz que começámos, que a vida começou a partir de uma célula e depois, por fim, progrediu até aos seres humanos, e algures nesse processo,

(CS) Sim. Como é que a evolução explica o aparecimento da moralidade à qual nós aderimos ou não aderimos hoje em dia, e se a moralidade existe, como é que apareceu? Essa é a questão.

CS: Agora, claro que o que o que acreditamos sobre de onde viemos, claro que vai afectar estas coisas, você sabe,

RF: Claro que vai. Claro que vai.

CS: porque dá resposta às grandes perguntas, está a ver, de onde viemos, qual é o significado da vida, o que acontece depois que se morre, afecta o valor daquilo que achamos que seja a vida, se é apenas uma obra do acaso, se somos apenas animais, somos como, não há realmente diferença entre um ser humano e a erva que cresce no campo, somos apenas organismos que, por acaso, chegamos aqui nesta altura, etc., etc.
Certo, certo.

RF: Está certo, se existe um Deus, se há algo, ou Alguém neste caso, que está acima do ser humano que estabeleça o que é certo e o que é errado, então, não temos autoridade para determinar o que está certo e errado por nós próprios; é, como já disse, algo ou Alguém que está acima do ser humano.
Certo.

CS: Só para ficar claro, talvez pessoas que estejam a assistir que não sejam cristãs, que não acreditem, talvez pensem que estamos aqui a preparar uma armadilha, mas temos citações de evolucionistas, quer dizer, você pode ler obras de ateus considerados importantes como Nietzsche, e vai ver que eles rápidamente chegam a um ponto que, se seguir essa lógica, a vida não faz sentido e tudo isto em que vivemos é apenas um grande vazio,
Certo.

RF: Se Deus não existe, e não há quem dite as regras, então quem é que dita as regras?

CS: Bem, cada um dita as regras.

RF: Eu dito, você dita, cada um de vocês dita.

CS: E o que faz você estar mais certo do que eu?

RF: Bem, esse é o problema, é isso a que nós chegamos.

CS: Sim porque para algo estar mais certo, tem que haver um padrão de verdade absoluta, no qual possamos basear a nossa justiça; mas sem um legislador absoluto não há lei absoluta o que quer dizer que não há moralidade absoluta,

RF: Certo.

CS: o que significa que não há forma de medir o que está mais certo do que errado, quer dizer, se lhe disser, você sabe, qual é a resposta mais correcta; 2 mais 2 igual a 5, ou 2 mais e igual a 5 milhões? O que é que está mais correcto?
Muitos diriam 5, certo? É o que está mais perto da resposta correcta, mas para isso tem que haver uma verdadeira...
Certo.

RF: Nenhuma delas está correcta.
Bem, nenhuma delas está correcta mas, eu disse, qual está mais perto de ser a correcta, certo? Então 5 está mais perto de 4 porque 4 é a verdade,
Ok, ok.
5 milhões está mais distante, mas tinha de haver uma verdade, tinha que haver uma fasquia para você decidir.

RF: Certo, certo, e se Deus não existe para estabelecer essa fasquia, e é permitido a todos determinarem o que é verdadeiro por si próprios,
Certo.
então, o que é bom para ti, ou bom para outra pessoa qualquer, pode não ser bom para mim, ou o que considero mau pode não ser mau para outra pessoa,
Certo.
então, se seguirmos até à conclusão lógica o que é que isso significa? No fim das contas, não existe nem bem nem mal.

CS: Pois é e, claro, quem está a tentar fazer a apologia de que a sociedade é quem faz as regras, bem, então temos que admitir que Hitler estava certo, porque a sua sociedade estava correcta nessa altura, nesse lugar, etc., etc., e tudo se desagrega. Agora, aqui está uma citação de William Provine; ele é um ateu e, Professor na Universidade de Cornell, e em contexto, do ponto de vista de um ateu, ele diz:
>> Evolução = ausência de ética - Dr. William B. Provine - Professor de Ciências Biológicas, Universidade de Cornell
"Deixem-me resumir a minha opinião sobre o que a biologia evolutiva moderna nos diz alto e bom som... Não há deuses, nenhum propósito, nenhumas forças dirigidas por objetivos de qualquer tipo. Não há vida após a morte. Quando morrer, tenho certeza absoluta de que vou estar morto. Será o fim para mim. Não há um fundamento definitivo para a ética, nenhum sentido definitivo para a vida..."

RF: Aqui ele resume a moralidade ou amoralidade que poderá daí advir, uma versão da moralidade que poderá advir da evolução,

CS: Certo. 

RF: e não podemos criticá-lo por isso, quer dizer, ele está apenas a ser consistente.

CS: Ele, de facto, está a ser lógico na sua visão do mundo.
Sim.

CS: porque, vocês sabem, para responder a essas 3 grandes questões, de onde viemos? Bem, ele diz: evolução, qual é o sentido da vida? Não há sentido para a vida, a vida não tem sentido.

CS: O que acontece quando morremos? Nada! Então, quando, mesmo quando pensamos assim, quer dizer, de acordo com a visão do mundo de Provine se cometesse algo horrendo, sabe, algo, seja o que for, que a maioria das pessoas moralmente dissessem “Uau! Isso é atroz, foi um massacre...!” seja o que for! Se morrer, se morrer sem ter sido descoberto, olha, fico safo, porque não haverá um juízo final, quer dizer, com esta visão do mundo o universo torna-se demasiado injusto;
Sim, sim.
porque você comete alguma atrocidade, moral ou ética, e não é apanhado... bem você safa-se, não há julgamento, etc., etc.

RF: Certo, e no entanto todos temos aquela impressão inata,...
Aquele desejo. de que existe o bem, existe o mal, e por aí adiante

CS: Se alguém comete algo errado, você quer justiça, certo?

RF: E a pergunta que se coloca é esta, como é que a evolução explica de onde vieram esses sentimentos, Exactamente. obviamente que podemos explicar de onde vieram, já lá iremos em alguns minutos.

CS: Então, tínhamos aqui outra resposta, a resposta número 2, cada um cria o seu próprio significado para a vida, não é uma questão que a ciência possa responder.

RF: Bem, isso vai de encontro ao que Provine acabou de sintetizar para nós, que, sim, se a evolução é verdade, então cada um tem o direito ao seu próprio padrão do que está certo e o que está errado, sem dúvida! Mas isso, contudo, não responde à questão.

CS: Certo! Basicamente é mais uma não resposta a como chegámos à moralidade existente hoje, certo? Quer dizer, existem leis hoje que proíbem desfalques, plagiarismo, roubo e assassínio e  estupro, e tudo o mais, sabe, e, até mesmo um dos ateus famosos, Richard Dawkins,... bem, por sinal, ele auto entitula-se agnóstico agora, oficialmente, ele disse que havia quem o considerasse um ateu, mas ele não é ateu e sim agnóstico,

RF: Sim, bem, quer dizer, de qualquer forma ele estava sempre se inclinando mais nessa direcção, certo?

CS: Sim, ele em 7% está 6,9% seguro que Deus não existe. Enfim, ele concorda que estes conceitos de moralidade não procedem da evolução, e, basicamente, se a evolução for verdade não existe base para o que é certo e o que é errado, se pensarmos nisso a sério, sabe, mas ele quer certo e errado, ele diz que quer moralidade, ele acredita numa sociedade com moralidade mas,...

RF: Sim, ele até fez declarações acerca da visão do mundo cristã versus o Islão,
ele disse que preferia viver numa nação que tivesse fundamentos cristãos por causa da moralidade que deriva do cristianismo,
Certo.
mesmo sendo ateu reconheceu isso.

CS: Sim, agora está num debate com Jaron Lanier, e este evolucionista pergunta-lhe sobre moralidade, ele diz,
Evolução = ausência de ética - 'Evolução: A dissidência de Darwin,' Psychology Today 30(1):62, Jan-Fev 1997
existe um número grande de pessoas que simplesmente se sentem incomodadas em aceitar a evolução porque leva àquilo que acham ser um vácuo moral, no qual os seus melhores impulsos não estão baseados na natureza. Agora, reparem que Jaron está de facto a dizer que temos este impulsos, que é o propósito desta questão, de onde vieram? Porque razão existem nesse mundo da evolução?
Certo.
e Dawkins responde, tudo o que posso acrescentar é que é duro; temos que enfrentar a realidade. Então Dawkins está a admitir, bem, sabe, eles existem, não sabemos o porquê de existirem, não há base para a moralidade, é duro. Então acho que se as pessoas forem consistentes com o conceito de que eles estão lá para, sabe, que de alguma forma não são reais, esta moral, estes conceitos que temos, que são apenas regras fabricadas, seria como se eu e você estivéssemos a jogar o jogo do monopólio, quer dizer,
Certo.
Sim.

RF: E concordássemos de antemão nas regras do jogo, mas que poderiam ser mudadas a qualquer altura, podem ser contornadas e modificadas.
Certo.

CS: De facto, se você estiver a ganhar, lembro-me de quando era criança com os meus 5 irmãos mais velhos, ninguém gosta de perder, certo? Então chegava a uma dada altura em que percebia que não ía ganhar, pegava no tabuleiro e jogava tudo para o ar, porque já não me importava com nada, e não fazia diferença porque não eram regras verdadeiras de qualquer maneira, penso eu, mas,...

RF: E alguns evolucionistas, quer dizer,... estamos a ver uma mudança agora, no tocante à moralidade, à medida que as pessoas estão se tornando mais consistentes em relação à moralidade que vem da evolução, ou que pode ser baseada na evolução...

CS: Ou o facto de que não existe moralidade! Esse é o ponto principal...

RF: Bem, podemos fantasiar, bem, será que não podemos elaborar uma moralidade que diga que não há certo nem errado, posso fazer o que quero, também se pode desenvolver uma moralidade que diga que os mais fortes prevalecem e portanto vou aniquilar os demais, essa é a moralidade que poderia advir da evolução; existem moralidades que poderíam advir da evolução. É a única lei natural.
Sim.
mas a questão é como se estabelece o certo e o errado, no mundo em que nos encontramos, onde as pessoas dizem que é assim, matar é errado, mentir é errado, enganar é errado e por aí fora, mas mentir, vamos considerar o mentir por exemplo, os evolucionistas têm dito que mentir não faz mal desde que,... se esteja a ensinar sobre evolução, para se atingir um fim, o fim justifica os meios, pode-se mentir.

CS: É até permitido ensinar falsidades de forma a convencer alguém sobre a evolução, porque isso é mais correcto do que a pessoa tornar-se criacionista.

RF: Certo, sim, se acederem à página creation.com/deceive [engano] aí encontrarão mais informação sobre evolucionistas a dizerem, sim pois, podemos mentir, não há problema com isso, para que as pessoas acreditem na evolução.

CS: Pode-se mentir aos estudantes, sim.

RF: Mas e porque ficar só na mentira, quer dizer, se a moralidade é supostamente jogada fora com a teoria da evolução, então, se apenas somos produto de lamas primordiais, e se somos apenas animais evoluídos, somos como todos os outros animais então qual é o problema com o homicídio? Quer dizer, os mentirosos poderão dizer, bem, nas circuntâncias apropriadas posso mentir bem, vamos, vamos matar, vamos levar isto às últimas consequências; apareceu recentemente um artigo no Journal of Medical Ethics, título interessante para esta revista, já que publicaram um artigo chamado "Aborto Pós-Nascimento - Porque Razão Deixar o Bébé Viver?" E no resumo pode ler-se, este é o resumo do artigo:

>> Giublini, A. e Minerva, F., Aborto pós-nascimento; porque razão deixar o bébé viver? Revista de Ciência Médica, publicado na internet 23 Fevereiro 2012, doi; [Digital object identifier] 10.1136/medethics-2011-100411

"O aborto é largamente aceite mesmo por razões que não tenham nada a ver com a saúde do feto. Ao demonstrar que (1) tanto o feto como o recém-nascido não têm o mesmo estatuto moral que pessoas reais,  (2) o facto de que ambos sejam pessoas em potencial é moralmente irrelevante e (3) a adoção nem sempre é no melhor interesse das pessoas, os autores argumentam que o que chamamos de 'aborto pós-nascimento' (matar um recém-nascido) deve ser permitido em todos os casos em que o aborto é permitido, incluindo aqueles em que o recém-nascido não apresente deficiências."

CS: Certo. Agora, isso é absolutamente chocante para a maioria das pessoas, quer você, você sabe, seja um teísta, um ateu, o que você quiser...

RF: Sim, quer dizer, é o retorno às sociedades bárbaras de há centenas de anos atrás, onde as pessoas sacrificavam as suas crianças a deuses estranhos, ou por razões de superstição.

CS: Sim e, quer dizer, podemos seguir o raciocínio, sabe, ok, então nós somos animais evoluídos, o bébé, sabe, a crescer no útero não é verdadeiramente um indivíduo, podemos descartá-lo, depois podemos usar o mesmo raciocínio para o segundo trimestre, bem, você sabe, algo assim, está com defeitos de nascença, claro e no Canadá não temos lei contra isso, você sabe, abortos tardios aqui no Canadá, a maioria dos canadenses acha que nos três primeiros meses isso não é verdade, você sabe, nono mês, depois do ultra-som a 3D pode-se matar o bébé, certo? No útero.

RF: E este é realmente o próximo passo.
Este é apenas o próximo passo.
Uma progressão lógica baseada na evolução.

CS: É,... De facto é o mesmo tipo de argumento que usaríamos, nós diríamos, escutem, não há diferença antes do bébé, um segundo antes do bébé nascer ou um segundo depois do bébé nascer, continua a ser um indivíduo. Sim!
O argumento deles é parecido, eles dizem, está absolutamente certo, então porque não matar o bébé depois de ele sair,
Sim.
e o mais chocante no artigo, claro, e porque não existe uma linha de separação, uma vez que a moral absoluta deixa de existir, não há linha de separação,

RF: Sim, uma vez que nascem porque não matar aos 2 anos, ou aos 10, ou...

CS: Sim!E, e... Exactamente, não mencionam quando é que passa a ser um indivíduo. Então, é aos 2 anos? É aos 12 anos? É aos 16? Quer dizer, seja o que for. Certo!

RF: Para mais detalhes sobre o assunto vá à página creation.com/abortion-after-birth, e tem também lá um vídeo fascinante que incorporamos ao artigo, um vídeo, que está no Youtube claro, sobre um ultra-som a 4 dimensões, com movimento, não apenas imagens a 3 dimensões mas movimento, essencialmente tal como um vídeo, uma nova tecnologia de ultra-som a 4 dimensões, e todo o tipo de detalhes extraordinários lá, sobre como um bébé cresce dentro da mãe,
Exactamente.
e, quer dizer, faça o contraste disso com toda esta discussão sobre, mata-se antes de nascerem ou mata-se depois de nascerem? E, e compare isso com Provérbios 6:17 onde diz que; "Uma das coisas que Deus odeia são as mãos que derramam sangue inocente."Não há sangue mais inocente do que o de um recém-nascido;
Exactamente. Ou, ou um bébé por nascer.

CS: Agora, para que as pessoas não pensem que estamos, que estamos a dizer que quem acredita na evolução, os ateus serão todos assassinos a sangue frio, homicidas ou algo assim...
Inacreditável.
Certo, temos que lidar com isso.
Tenho amigos que não são crentes, que são ateus, etc., e não acho que eles sejam, ha ha...

RF: São pessoas simpáticas, pessoas com moral, certamente.

CS: São pessoas simpáticas, pessoas com moral, etc., etc., mas o facto é que o fundamento da ética não vem de uma visão de mundo evolucionista, porque assim que se chega à conclusão de que não existe um Criador, que não há moralidade absoluta, etc., etc., então o que estamos a realçar é que não significa necessáriamente que você não vá ser uma pessoa com moral ou ter alguma espécie de padrão ético; o que estamos a dizer é que esse padrão ético ou moral vai ter que ser copiado de um outro sistema de crenças qualquer, ou vai ser elaborado arbitráriamente, o que significa, então, que embora haja pessoas éticas e morais que são ateus ou evolucionistas, nada disso vem da sua visão de mundo, mas sim foi elaborado arbitráriamente ou copiado de outro lugar qualquer e você não pode, você não tem uma posição definida para alegar o porquê da sua visão do mundo ser melhor do que outra qualquer, ou, ou mais correcta.
Certo.

RF: E então você, você está na rota que Provine resumiu para nós há alguns minutos atrás.

CS: Certo! Agora, existe um artigo muito bom na página de internet, que fala sobre a fundamento da ética, simplesmente vá a creation.com/ethics e o que na realidade vão ver é um artigo que um evolucionista escreveu para a nossa página, onde ele tenta explicar que, bem, é uma pessoa de moral, que não é preciso Deus para se ter moralidade, etc., etc.,... e é, simplesmente um bom artigo de ler, que mostra porque, novamente, você pode escolher um qualquer padrão arbitrário daquilo que são considerados altos valores morais ou alta ética mas, na verdade, numa visão de mundo materialista nem sequer tem uma base para determinar o que está mais certo e o que está mais errado.

RF: Está certo. No entanto, com a erosão dos valores cristãos, ou digamos, os valores bíblicos em muitas das nações ocidentais, o Reino Unido, Canadá, os Estados Unidos, Austrália, outros lugares como esses, você vê esse padrão ser substituído por algo parecido com, outra vez, aquilo que o Dr. Provine resumiu, a falta de moralidade proveniente da evolução, e o problema é que não se consegue construir uma sociedade dessa maneira.

CS: Bem, o que chamamos de sociedade civilizada.

RF: Uma sociedade civilizada, sim, obtém-se uma sociedade civilizada se se tiver não mentirás, não enganarás, não matarás, não cobiçarás o que é do teu vizinho, assim pode construir-se uma sociedade,
Sim.
olhem a economia por exemplo, não se pode construir uma economia se não houver moralidade, essa moralidade instituída, em essência, a moralidade cristã; se você não tiver não mentirás, não roubarás, não enganarás,
Sim.
e não houver leis impostas pelo governo a todos os habitantes do país, como é que se poderá ter uma economia? Se não houver lei contra o desfalque; bom, vamos simplesmente roubar um banco, vamos subtrair dinheiro da firma, roubar tempo, roubar o que seja,
Sim.
Umm, fico a pensar, sabe, se com a degradação desses padrões cristãos em muitas das nações ocidentais, o que nos estará reservado para o futuro, sabe, nós temos os Bernie Madoffs e as quedas da economia,
Sim.
em que estamos agora mesmo. Entretanto, há um par de anos, há alguns anos atrás saíram estatísticas sobre algumas nações africanas, por exemplo, 28.000 pessoas por dia que faziam profissão de fé para Cristo!

CS: Certo. Sim. China, olhem para a Igreja na China como cresce.

RF: É verdade! Existe uma grande Igreja clandestina na China, mesmo sendo ilegal; é proibido ser-se cristão na China, ou ter uma Igreja pelo menos; Sim. E, e ainda assim, fico a pensar, sabe, as crianças desse pessoal que se converte hoje,ou fizeram-no há 10, 20 anos atrás, quando subirem a posições de poder e, e na posse dessa moralidade, não mentir, não enganar, ama o teu próximo como a ti mesmo, a moralidade bíblica, eu me pergunto o que irá acontecer às economias dessas nações, que, durante muito tempo, foram as nações pobres.

CS: E sabemos o que tem acontecido às economias dos países no mundo ocidental, onde o cristianismo tem declinado e está em declínio, É mesmo! Interessante.  Você pode aceder a creation.com, claro, e ver todas as 15 questões que nós temos para os evolucionistas, os outros vídeos que fizemos, e fique atento também aos que estão para vir.

MINISTÉRIO INTERNACIONAL DA CRIAÇÃO - CREATION.COM

Traduzido com autorização de creation.com





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