CVE - Origem da Vida | 01Abr2007 17:47:51

ORIGEM DA VIDA - NO H EVIDNCIA DE EVOLUO

   
ausência de fósseis de transição FSSEIS, ausncia de fsseis de transio
Archeopteryx
FSSEIS, ausncia de fsseis de transio
a pena (em traduo) FSSEIS, ausncia de fsseis de transio
celecanto
FSSEIS, fsseis vivos
cyanobacteria FSSEIS, fsseis vivos
complexidade - nenhuma tendncia
FSSEIS, complexidade - nenhuma tendncial
impossibilidade de ger. espontnea
BIOLOGIA
Lupinus angustifolius BIOLOGIA, perda de informao
pombos
BIOLOGIA, micro e no macroevoluo
tentilhes
BIOLOGIA, micro e no macroevoluo
mosquitos
BIOLOGIA, micro e no macroevoluo
clula simples? BIOLOGIA complexidade - est. impossvel
seleco natural?
BIOLOGIA
cdigo gentico GENTICA, complexidade - estatst/impossvel
DNA / RNA GENTICA, complexidade - estatst/impossvel
   
Bibliografia



Ausência de fósseis de transição

Ausência de fósseis de transição: o Field Museum of Natural History (E.U.A.) tem uma das maiores colecões de fósseis do mundo, representando, diz-se, 20% de todas as espcies fsseis conhecidas. O Dr.David Raup, conservador da seco de geologia do museu, est, provavelmente, em boa posio para resumir a presente situao: "Estamos agora 120 anos passados sobre Darwin e o conhecimento do registo fssil teve uma grande expanso; conhecemos 250.000 espcies fsseis, mas a situao no mudou muito. O registo da evoluo continua surpreendentemente repleto de hiatos e, irnicamente, possumos ainda menos exemplos de transio evolucionria do que no tempo de Darwin. Quero com isto dizer que alguns dos casos clssicos, como o da evoluo do cavalo na Amrica do Norte, tiveram de ser postos de lado ou modificados, devido existncia de informao mais detalhada." (Taylor 1996, 151)
O prprio Darwin j tinha escrito: "O registo geolgico extremamente imperfeito e este facto explica, em grande parte, porque no encontramos interminveis variedades [transies] fazendo a ligao entre todas as formas de vida extintas e viventes atravs de passos finamente graduados. Quem rejeitar esta viso da natureza com base no registo geolgico poder, com razo, rejeitar toda a minha teoria" (Taylor 1996, 165)
Seria de esperar que durante os vrios milhes de anos necessrios, segundo a teoria da evoluo, para a transio entre, por exemplo, o peixe e o primeiro anfbio, surgissem milhares de criaturas fsseis em todos os estdios mostrando a progresso da barbatana para a pata. At hoje nenhum apareceu.
Outros exemplos:

Morcego

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"Os morcegos so os mais especializados dos mamferos modernos. Todos so voadores consumados, e os insectvoros Microchiroptera possuiem um sonar muito desenvolvido que lhes permite capturar insectos durante a noite. Do mesmo modo que os pterossauros, a estrutura voadora dos morcegos j estava bem desenvolvida quando apareceram pela primeira vez no registo fssil. O esqueleto mais antigo, Icaronycteris, do Eocnico inferior, quase indistinguvel dos morcegos actuais." (Carroll 1988, 463)


Mamferos

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George Gaylord Simpson, o paleontologista evolucionista mais conhecido do mundo, no seu livro "Tempo and Mode in Evolution", na seco intitulada "Grandes Descontinuidades Sistemticas no Registo", afirma que em nenhuma parte do mundo existe um vestgio de um fssil que faa a ligao entre Hyracotherium, que muitos evolucionistas consideram ser o primeiro cavalo, e a sua suposta ordem ancestral Condylarthra. Continua dizendo: "Isto verdade para todas as trinta e duas ordens de mamferos.... Os mais antigos e mais primitivos membros conhecidos de cada ordem j possuem os caracteres ordinais bsicos, e, em nenhum caso, se conhece uma sequncia contnua aproximada de uma ordem para outra. Na maioria dos casos a ruptura to abrupta e a lacuna to grande que a origem da ordem especulativa e muito controversa." Mais adiante (p.107): "Esta ausncia regular de formas de transio no est confinada aos mamferos, mas um fenmeno quase universal, como j h muito foi notado pelos paleontologistas. verdade para quase todas as ordens de todas as classes de animais, tanto vertebrados como invertebrados. A fortiori, tambm verdade para as classes e para os principais fila animais, e tambm, aparentemente, para categorias anlogas de plantas."



- angiosprmicas: a origem das plantas com flor (angiosprmicas), a que Darwin chamou de "mistrio abominvel", ainda hoje, para os evolucionistas, um mistrio abominvel. As plantas com flor apareceram em cena com uma variedade estonteante. Quarenta e trs famlias de angiosprmicas aparecem de repente sem nenhum trao de antepassados ou de formas intermdias. Olson diz: "Um terceiro aspecto fundamental do registo de alguma maneira diferente. Muitos grupos novos de plantas e animais aparecem de repente, aparentemente sem nenhum precursor prximo. A maioria dos principais grupos de organismos - phyla, subphyla, e at as classes - apareceram desta maneira... O registo fssil, origem do problema, no nos d uma grande ajuda na sua soluo... A maior parte dos zologos e a maioria dos paleontologistas entendem que os hiatos e o surgimento abrupto de novos grupos pode ser explicado devido ao registo no ser completo. Alguns paleontologistas esto em desacordo e consideram que esta situao aponta para acontecimentos que no coincidem com a teoria e que no acontece com os organismos vivos." (Olson 1965, 94; Gish 1995, 337)



- tartarugas: extensos depsitos fsseis de tartarugas indo at ao Trissico foram encontrados volta do mundo, incluindo Alemanha, ndia, Tailndia, frica do Sul, Amrica do Norte e China. A tartaruga mais antiga conhecida, chamada de Proganochelys e descoberta na Alemanha na dcada de 1880, foi datada pelos evolucionistas em 210-220 milhes de anos. O espcime tinha uma casca com 60 placas de vrios tamanhos e uma carapaa de at 1 m de comprida. O seu esqueleto era “caracterstico das tartarugas – carapaa, plasto, cintura escapular no interior da caixa torcica (nico entre os vertebrados).
Esta tartaruga essencialmente aqutica possua “vrtebras cervicais com apfises acuminadas, espinhosas, bem desenvolvidas – tornando impossvel que a tartaruga retrasse a sua cabea” para se proteger. A maior parte das tartarugas conhecidas conseguem retrair a sua cabea (uma grande excepo so as tartarugas marinhas). Nenhuma forma intermediria entre estas primeiras tartarugas “e qualquer outro rptil, vivo ou extinto” foi alguma vez descoberta:
“Com o Proganochelys, a nossa trilha at ao passado congela. No sabemos de onde veio. Podemos no estar muito mais perto de o saber hoje do que estavamos h mais de um sculo atrs, na dcada de 1880, quando o Proganochelys foi descoberto pela primeira vez... as escolhas possveis para a tartaruga original abarcam quase a totalidade da classe dos rpteis, vivos e extintos.”
O Proganochelys “literalmente surge repentinamente no registo fssil como uma tartaruga completamente formada”. Alm disso todo o plano corporal queloniano “aparece no registo fssil sem intermedirios, e a relao entre as tartarugas e outros grupos amniticos no seguro.” Gilbert et al. concluram que a “ausncia de intermedirios ou formas de transio no registo fssil especilamente quando o registo fssil est emparelhado com as novidades no desenvolvimento e anatomia evidenciadas pelas tartarugas, demonstra que as tartarugas apareceram de uma forma saltacionista. O falecido e bem-conhecido paleontlogo George Gaylord Simpson enfatizou um facto bem conhecido de que o registo fssil da maioria dos taxa, incluindo as tartarugas, “... aparecem abruptamente. ... conhecida uma grande quantidade de sequncias de duas ou poucas espcies que temporariamente se aproximam gradualmente, mas mesmo neste nvel a maioria das espcies aparece sem antepassados imediatos conhecidos e as sequncias verdadeiramente longas, perfeitamente completas de numerosas espcies so extremamente raras.
O abundante registo fssil das tartarugas apoia a concluso de que as tartarugas se mantiveram “imutveis durante pelo menos 150 milhes de anos”. Flank conclui que “os fsseis de tartarugas so encontrados mais frequentes do que outros animais de tamanho similiar, e a história evolucionista da tartaruga moderna bastante bem conhecida” excepto para os antepassados mais antigos e, em resultado, “a ascendência exacta das tartarugas viventes disputada entre os paleontlogos.”
[Conclusão:] As tartarugas so uma forma de vida ideal para aquilatar a evidncia quanto evoluo, no apenas porque as suas cascas so facilmente preservadas mas tambm devido abundncia de tartarugas no registo fssil. Contudo, nunca foi encontrada qualquer evidncia em apoio da evoluo das tartarugas a partir de um antepassado no-tartaruga, apesar de mais de um sculo de exploraes exaustivas e da identificao de muitos milhares de fsseis.
“As tartarugas so to diferentes de qualquer outro rptil que as suas peculariedades so praticamente inteis como guia para distinguir entre potenciais antepassados, e a origem das tartarugas mantm-se como uma das grandes questes por responder da biologia evolucionista... as escolhas possveis para a tartaruga original abarcam quase a totalidade do conjunto dos rpteis, vivos e extintos.”
A origem das tartarugas tem sido durante muito tempo, e continua a ser, um importante enigma evolucionrio. As tartarugas mais antigas conhecidas eram claramente tartarugas. Visto que as tartarugas aparecem abruptamente no registo fssil, os dados actuais so consistentes com uma evento de criao seguido por diversificao considervel, junto com degenerao.
(Jerry Bergman and Wayne Frair. Evidence for turtle evolution? Journal of Creation 21(3) 2007: 24-26)
http://creation.com/evidence-for-turtle-evolution



Mesmo que no acredite na Bblia, saiba que cientistas sensatos admitem que se os dois ou trs milhes de espcies animais ou vegetais que hoje vivem tivessem surgido segundo o que prope a teoria da evoluo, estaramos enterrados a uma profundidade de mais de dezesseis quilmetros de “elos perdidos” na forma de fsseis em evoluo. No entanto, os evolucionistas reviram o mundo tentando encontrar um! Quase todos aqueles fsseis que supostamente eram os elos perdidos tm sido desmascarados ou admitidos como fraudulentos, como aconteceu com o “Homem de Piltdown”.
A teoria da evoluo no tem nenhum alicerce em fatos. No existe evidncia que a sustente. Nada foi descoberto que a pudesse provar, tal como admitiu uma das suas primeiras defensoras, Margaret Mead, na introduo do seu livro de Antropologia: “Como cientistas honestos devemos admitir que a Cincia ainda no descobriu uma nica evidncia concreta que prove a teoria da evoluo.” (Contato n 15)



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mightymag.org/




Archaeopteryx

O famoso pssaro fssil Archaeopteryx, que durante anos foi considerado como uma transio entre rpteis e aves, era na realidade um elo final na linha evolucionria, segundo Lianhai Hou, paleontologista do Instituto de Paleontologia e Paleoantropologia de Vertebrados de Pequim. Este cientista faz parte duma equipe que descobriu dois fsseis novos de aves quase to antigas como o Archaeopteryx, mas que eram boas voadoras (Creation 18(3):7 June-August 1996)






A pena

(em traduo)



Celecanto

Quando surgiu o fssil do celecanto, um peixe de 1,8 metros de comprimento, os evolucionistas atriburam-lhe uma idade de 400 milhes de anos! Depois desenvolveram as mais variadas teses acerca desse peixe primitivo. Diziam at que as suas protuberncias haviam evoludo, durante um milho de anos, para dar lugar s pernas no caso dos mamferos. O celecanto era ento, o antepassado dos anfbios, rpteis, aves, mamferos, etc... e estava extinto h 70 milhes de anos!
Posteriormente s suas conjecturas, um destes peixes foi apanhado vivo no Oceano Pacfico, ao largo da frica do Sul. Verificou-se ento que o celecanto no estava extinto h 70 MA e, para cmulo, o exemplar capturado era precisamente igual aos dos fsseis encontrados. L estavam as suas protuberncias, sem terem evoludo para pernas ou qualquer outra coisa!
Em face de tudo o que se disse sobre o celecanto, qualquer pessoa poder chegar seguinte concluso: ou no houve evoluo alguma durante 400 MA e portanto a mesma nunca se processou, ou ento essa idade foi exageradamente atribuda ao dito peixe. Eu creio sinceramente que aconteceram as duas coisas, isto , no se processou a dita evoluo nem o celecanto tem a idade mencionada.
Se algum pensa que foi apenas com o celecanto que os evolucionistas exageraram, engana-se redondamente. Centenas de milhes de anos foram atribudos a diversos animais e vegetais que existem na actualidade sem qualquer alterao relativamente aos fsseis encontrados. Por exemplo, os evolucionistas atriburam 500 MA lngula (animal marino) e ao verme "peripatus". E que dizer do caranguejo-ferradura e do mamfero africano okapi, aos quais foi atribuda a idade de 300 MA? O peixe dipnoico australiano e o rptil tuatara foram tambm datados em 200 MA. Segundo os evolucionistas, o crocodilo ter entre 160 e 195 MA, a tartaruga 275 MA e o pau-brasil 100 MA. Os corais foram tambm datados em 500 MA. Porm um exame minucioso demonstra quase nenhuma (ou nenhuma) mudana.
Em face de tudo isto continuamos com as mesmas interrogaes. Afinal onde est a to apregoada evoluo? Se em centenas de MA no h evoluo, quanto tempo ser necessrio para que a mesma se processe? (Santos 1988, 27)



Cianobactria

At h pouco os evolucionistas no esperavam encontrar qualquer fssil em rochas que considerassem ter, digamos, trs bilies (usamos o formato ingls: bilies de anos; portugus: milhares de milhes) de anos - a vida ainda no tinha evoludo. Contudo, fsseis de bactrias insistiam em aparecer em rochas cada vez mais “antigas” (nenhuma surpresa para os criacionistas), permitindo cada vez menos “tempo” para a evoluo da 1 vida na hipottica “atmosfera inicial”, isenta de oxignio.

Agora uma equipe de cientistas austracos e suos analisou uma rocha da regio de Pilbara, na Austrlia Ocidental, supostamente com 3, 5 bilies de anos, e encontrou cianobactrias fossilizadas. Estas parecem ser indistinguveis das criaturas idnticas (produtoras de oxignio) que formam estruturas em forma de tapete chamadas estromatlitos nos bancos de areia da Shark Bay, na costa, a uns 500 quilmetros de distncia. (Creation ex nihilo 21(3) 1999, 8)




Complexidade - nenhuma tendncia detectada

Uma coisa que a maior parte das pessoas pensa "saber" sobre evoluo que os organismos se tornam mais complexos medida que evoluem. Afinal, no foi assim que um organismo unicelular se transformou numa pessoa?
H mtodos para os evolucionistas tentarem testar esta suposio atravs dos fsseis. De acordo com o seu modelo, medida que subimos atravs do estratos fossilferos, eles acreditam que estamos a contemplar milhes de anos desfilando lentamente. Ser ento que os fsseis demonstram uma complexidade crescente? No estamos a falar sobre ver um rptil num estrato e uma ave num estrato superior e comparar a complexidade. Numa situao destas seria de qualquer maneira extremamente difcil determinar qual seria objectivamente mais complexo.
Vrios pesquisadores tentaram analisar os fsseis de criaturas com concha em espiral chamados amonides, para ver se tipos aparentemente relacionados se tornam mais complexos medida que subimos nos estratos. Um outro evolucionista, Dan McShea, da Universidade do Michigo, abordou a mesma questo usando medies detalhadas das espinhas dorsais de muitas criaturas que os evolucionistas julgam representar pares de antecessor-descendente. O seu objectivo era ver se, para cada caso, e em mdia, o "descendente" era mais complexo que o "antecessor".
Qual seria o resultado antecipado pelo criacionista, e porqu? Obviamente, o suposto par antecessor-descendente seria muito provavelmente pertencente ao mesmo tipo criado, tendo sido enterrados em tempos diferentes durante o Dilvio. No haveria nenhuma razo para qualquer tendncia relativamente complexidade, se fosse analisado um nmero de pares suficiente.
E isto foi precisamente o que foi relatado nestes estudos feitos por evolucionistas nenhuma tendncia detectada.
No deveria ser uma surpresa para os que entendem que a Palavra do Deus Criador, que tudo sabe, no nos vai intrujar quanto verdadeira histria do universo. (Creation ex Nihilo 20(2) 1998)
"Everybody knows that organisms ... get more complex as they evolve."
"The only trouble with what everyone knows, says McShea, an evolutionary biologist at the University of Michigan, is that there is no evidence it's true." (Oliwenstein 1993, 22)
[por numa textbox]




Impossibilidade da gerao espontnea



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Louis Pasteur demonstrou em 1862 a impossibilidade da gerao espontnea de vida a partir de matria no viva. S Deus tem essa capacidade:
- "Produza a terra erva verde" (Gnesis 1:11 - dia 3)
- "Produzam as guas abundantemente rpteis de alma vivente" (Gnesis 1:20 - dia 5)
- "Produza a terra alma vivente, conforme a sua espcie" (Gnesis 1:24 - dia 6)
- "E formou o Senhor Deus o homem do p da terra" (Gnesis 2:7 - dia 6)


A LEI DA BIOGNESE

No domnio da biologia, uma das mais aceites e mais utilizadas leis da cincia a lei da biognese. Esta lei foi estabelecida h muitos anos para ditar aquilo que tanto a teoria como a evidncia experimental mostravam ser verdade entre os organismos vivos — que a vida vem unicamente de vida precedente e se perpetua reproduzindo apenas a sua prpria famlia ou tipo. Tal como David Kirk correctamente afirmou: “No final do sculo XIX, havia um acordo generalizado de que a vida no pode provir de no vivos nas condies actualmente existentes no nosso planeta. A afirmao 'Toda a vida provm de vida preexistente' tornou-se o dogma da biologia moderna, no sendo de esperar que uma pessoa razovel dela discordasse” (1975, p. 7). As experincias que formaram a base ltima desta lei foram realizadas em primeiro lugar por homens como Francesco Redi (1688) e Lazarro Spallanzani (1799) em Itlia, Louis Pasteur (1860) em Frana e Rudolph Virchow (1858) na Alemanha. Foi Virchow quem documentou que as clulas no provm de matria amorfa, mas unicamente de clulas preexistentes. A Enciclopdia Britnica declara, relativamente a Virchow, o seguinte: “O seu aforismo ‘omnis cellula e cellula’ (todas as clulas provm de clulas preexistentes) equipara-se ao ‘omne vivum e vivo’ (todas as coisas vivas provm de coisas vivas preexistentes), de Pasteur, entre as generalizaes mais revolucionrias da biologia” (1973, p. 35).

Ao longo dos anos, inmeros milhares de cientistas em vrias disciplinas estabeleceram a lei da biognese simplesmente como isso — uma lei cientfica que declara que a vida provm unicamente de vida preexistente e da vida do seu tipo. Curiosamente, a lei da biognese estava firmemente estabelecida na cincia muito antes da inveno das modernas teorias evolucionistas. Tambm de interesse considervel o facto de os estudantes serem consistentemente ensinados nas aulas de biologia do ensino secundrio e superior sobre o tremendo impacto, por exemplo, do trabalho de Pasteur, sobre o falso conceito de gerao espontnea (a ideia de que a vida surge por si prpria, a partir de antecedentes no vivos). Aos estudantes descrito, em grande pormenor, o cenrio histrico de como Pasteur triunfou sobre a “mitologia” e deu cincia o “seu momento de glria” quando desacreditou o ento popular conceito de gerao espontnea. Em seguida, mal deixando tempo para respirar, os estudantes so informados pelo professor sobre como comeou a evoluo atravs de geraes espontneas. George Wald, galardoado com o prmio Nobel, comentou esta discrepncia do seguinte modo:

Quanto gerao espontnea, continuou a encontrar aceitao at ser finalmente eliminada pelo trabalho de Louis Pasteur — curioso que, at h bem pouco tempo, os professores de biologia geralmente contavam esta histria como parte da introduo dos estudantes biologia. Terminavam este relato cheios de satisfao com a convico de que tinham feito uma demonstrao expressiva do derrube de uma noo mstica pela experimentao cientfica pura. Em geral, os seus estudantes ficavam to estupefactos que se esqueciam de perguntar ao professor como que ele explicava a origem da vida. Teria sido uma pergunta embaraosa, pois s h duas possibilidades: ou a vida surgiu por gerao espontnea, o que o professor tinha acabado de refutar; ou surgiu por criao sobrenatural, o que ele provavelmente considerava anti-cientfico (1972, p. 187).

Efectivamente, o Dr. Wald est correcto. Os estudantes esquecem-se de perguntar ao professor como que, se a gerao espontnea foi descreditada, a evoluo ter comeado em primeiro lugar. Este ponto pode ter escapado a alguns estudantes, mas no escapou aos estudiosos evolucionistas, que confessam ter uma certa dificuldade com o problema colocado pela lei da biognese. Simpson e Beck, no seu livro de biologia, Life: An Introduction to Biology, afirmam que “no h srias dvidas de que a biognese a regra, que a vida vem unicamente de outra vida, que uma clula, a unidade da vida, sempre e exclusivamente o produto ou a descendncia de outra clula” (1965, p. 144, nfase acrescentada). Martin A. Moe, escrevendo na edio da Science Digest de Dezembro de 1981, colocou a questo nestes termos que difcil no perceber:

Um sculo de descobertas sensacionais nas cincias biolgicas ensinou-nos que a vida provm unicamente de vida, que o ncleo governa a clula atravs dos mecanismos moleculares do cido desoxirribonucleico (ADN) e que a quantidade de ADN e a sua estrutura determinam no s a natureza das espcies mas tambm as caractersticas dos indivduos (p. 36, nfase acrescentada).

Nos ltimos anos, porm, alguns evolucionistas sugeriram que aquilo que vulgarmente referido como a “lei” da biognese no de todo uma “lei”, mas apenas um “princpio” ou “teoria” ou “afirmao”. Esta nova nomenclatura est a ser sugerida pelos evolucionistas porque aperceberam-se perfeitamente das implicaes da lei da biognese — no porque tenham sido descobertas contradies ou excepes lei. interessante notar que, nos textos de cincia do sculo XIX, falava-se da biognese como uma lei. Mas, recentemente, esse termo foi substitudo por novos termos que pretendem “suavizar” a fora da biognese sobre os conceitos evolucionrios. Uma rosa, contudo, pode ter outro nome mas sempre uma rosa, segundo diz o adgio. E no pode haver dvidas de que a biognese reflecte certamente (para usar as palavras do Dr. Hull) “uma regularidade real na natureza”, uma vez que nunca houve um nico caso documentado de gerao espontnea! Ainda assim, alguns evolucionistas modernos preferem utilizar um termo diferente quando falam da biognese. Um dicionrio de biologia muito conhecido diz, sob o ttulo “Biognese, Princpio da ” — “A regra biolgica de que uma coisa viva s pode ter origem num ascendente ou em ascendentes no todo semelhantes a si prpria. Nega a gerao espontnea...” (Abercrombie, et al., 1961, p. 33). Outros se seguiram. Simpson e Beck, no seu texto anteriormente citado, afirmaram: “Consideramos a biognese como um princpio fundamental de reproduo com base na evidncia experimental e tambm em consideraes tericas” (1965, p. 144, nfase acrescentada).

R.L. Wysong, na sua obra clssica, The Creation-Evolution Controversy [A controvrsia entre Criao-Evoluo], comentou:

O criacionista rpido a lembrar aos evolucionistas que a biopoese e a evoluo descrevem eventos que contradizem descaradamente uma lei estabelecida. A lei da biognese diz que a vida provm unicamente de vida preexistente, a biopoese diz que a vida surgiu de produtos qumicos mortos; a evoluo afirma que formas de vida do origem a formas de vida novas, melhoradas e diferentes, a lei da biognese diz que os tipos reproduzem unicamente os seus prprios tipos. Os evolucionistas no esto esquecidos desta lei. Questionam-na, simplesmente. Dizem que a gerao espontnea foi refutada nas condies dos modelos experimentais de Pasteur, Redi e Spallanzani. Isso, argumentam eles, no impede a formao espontnea de vida em condies diferentes. A esta afirmao o criacionista responde que, mesmo dadas as condies artificiais e as manobras inteligentes das experincias da biopoese, mesmo assim a vida no “se gerou espontaneamente”. ...At chegar a altura de observarmos a vida a ser gerada espontaneamente, o criacionista insiste que a lei da biognese continua vlida!... Como possvel chamar biognese algo inferior a uma lei? (1976, pp. 182-185).

Moore e Slusher, no seu texto, Biology: A Search for Order in Complexity [Biologia: A Procura de Ordem na Complexidade], escreveram: “Historicamente, o ponto de vista de que a vida provm unicamente de vida foi to bem estabelecido atravs dos factos revelados pelas experincias que tem o nome de Lei da Biognese.” Numa nota de p-de-pgina, os autores afirmam ainda: “Alguns filsofos chamam a isto um princpio em vez de uma lei, mas trata-se de uma questo de definio e as definies so arbitrrias. Alguns cientistas chamam a isto uma superlei, ou uma lei sobre leis. Independentemente da terminologia, a biognese tem a categoria mais elevada nestes nveis de generalizao” (1974, p. 74, nfase no original).


REFERNCIAS

Abercrombie, M., C. Hickman, and M. Johnson (1961), A Dictionary of Biology (Baltimore, MD: Penguin).
Ackerknect, E.H. (1973), “Rudolph Virchow,” Encyclopaedia Britannica, 23:35.
Balcom, Margaret (1967), The Christian Century, May 3.
Hull, David (1974), Philosophy of Biological Science (Englewood Cliffs, NJ: Prentice-Hall).
Kirk, David (1975), Biology Today (New York: Random House).
McGraw-Hill Dictionary of Scientific and Technical Terms (1978), ed. D.N. Lapedes (New York: McGraw-Hill).
Moe, Martin A. (1981), “Genes on Ice,” Science Digest, 89[11]:36,95, December.
Moore, John N. and H.S. Slusher (1974), Biology: A Search for Order in Complexity (Grand Rapids, MI: Zondervan).
Rall, Harris (1936), Faith For Today (Nashville, TN: Abingdon).
Simpson, G.G. and W.S. Beck (1965), Life: An Introduction to Biology (New York: Harcourt, Brace & World), second edition.
Sullivan, J.W.N. (1933), The Limitations of Science (New York: Viking).
Wald, George (1972), Frontiers of Modern Biology in Theories of Origin of Life (New York: Houghton-Mifflin).
Wysong, R.L. (1976), The Creation-Evolution Controversy (East Lansing, MI: Inquiry Press).

Autor: Bert Thompson, Ph.D.

http://www.apologeticspress.org/article/986




Lupinus angustifolius

Chang-Sha Fang um cientista, com preparao em patologia de plantas, que trabalha em Perth, Austrlia. Chang-Sha sabe que a evoluo, como habitualmente entendida (“germe para gente”) tem que, supostamente, ser capaz de gerar enormes quantidades de nova informao gentica que no existiria em nenhum lugar no mundo previamente. Tambm sabe, com base no seu prprio campo de estudos, que a seleco s pode “escolher” a partir da informao gentica que j existe na populao. E isto assim, quer a seleco seja feita artificialmente, atravs de reproduo selectiva, ou aparece na natureza atravs de reproduo / sobrevivncia diferencial (“sobrevivncia do mais apto”). No consegue criar nenhuma informao nova. Supe-se que as mutaes, os erros de cpia genticos o fazem, mas at agora ningum viu uma sequer das muitas mutaes com aporte de informao que deveriam aparecer.
O caso da domesticao da planta do tremoo, Lupinus angustifolius, usado por Chang-Sha para demonstrar como a seleco perde informao. A total domesticao desta espcie, combinando o gene adoante com a vagem no-quebradia, foi uma das histrias de sucesso para os melhoradores de plantas na Austrlia ocidental. Como estas espcies estavam especialmente adaptadas aos terrenos arenosos, os cultivares doces de tremoo em breve se tornaram numa alternativa muito popular de cultura de gro para os agricultores. Infelizmente descobriu-se que os novos cultivares eram susceptveis doena da antracnose. Ao seleccionar atributos para a doura, no-quebramento das vagens e outros atributos de rendimento, perdeu-se a resistncia antracnose.
De modo semelhante, o carbnculo da semente de leo de colza (canola) devastou a indstria na Austrlia no incio dos anos 70. Para obter os genes resistentes a esta doena, os quais tinham sido perdidos ao seleccionarem-se outros atributos, os melhoradores de plantas na Austrlia tiveram que regressar “populao original” da qual se tinha perdido o atributo da resistncia - estirpes de semente de colza da Europa.
Atravs de “retrocruzamento” com estas plantas europeias, os genes que conferiam resistncia ao carbnculo foram transferidos para os nossos cultivares australianos. “Parece bvio”, diz Chang-Sha, “que a seleco deita fora informao; no cria nenhuma informao, e por isso o contrrio do que suposto ter acontecido na evoluo dita micrbio-a-ser-humano. Mas muitas pessoas pensam que quando temos um exemplo de algo adaptando-se por seleco, temos um exemplo de evoluo. Por isso, nunca demais chamar a ateno para esta situao.” (Creation ex Nihilo 24(4) 2002, 35)



Pombos

Raciocnio pouco inteligente: os resultados das experincias de Darwin com pombos mostraram claramente que um pombo ser sempre um pombo, mas a interpretao de Darwin foi a de que um pombo teria resultado de qualquer outra coisa.... (Taylor 1996, 138)



Tentilhes

A questo da especiao no deixava de incomodar a mente de Darwin desde que este regressou da sua viagem de cinco anos a bordo do "Beagle". Ao visitar as ilhas Galpagos tinha observado a variao na forma e tamanho dos bicos de uns quantos inspidos tentilhes, existentes apenas nestas ilhas, a 1000 km de distncia do continente. Em algumas ilhas estes pequenos pssaros estavam adaptados ao consumo de sementes e tinham bicos grandes e fortes, enquanto que em outras ilhas alimentavam-se de insectos e possuam bicos pequenos e afiados, etc.; tambm reparou que quando as diferentes variedades de pssaros se encontravam na mesma ilha, tinham o cuidado de acasalar com o mesmo tipo. Darwin raciocinou que algures no passado um vento forte teria trazido um par de pssaros do continente para este local isolado no Pacfico. Desde esse tempo os descendentes do par original teriam adoptado nichos ecolgicos diferentes e, no processo, teriam divergido e tornado-se diferentes uns dos outros.

A explicao de Darwin provvelmente verdadeira, mas desde ento tem-se afirmado que a espcie original ter originado 14 espcies diferentes. Pesquisadores mais cautelosos afirmam que os tentilhes esto apenas em vias de diferenciao. Uma analogia humana poderia ser entre os Pigmeus negros e a tribo Masai que demonstram provvelmente maiores diferenas fsicas que os tentilhes, esto separados geogrficamente e socialmente, mas, no entanto, so considerados como a mesma espcie. No obstante, os tentilhes (Geospizinae) encontram-se hoje em museus e livros escolares como demonstrao da evoluo - prova de que atravs da divergncia um peixe transformou-se num rptil, este num mamfero, e este no homem (Taylor 1996, 147).



Mosquitos

H 100 anos atrs, mosquitos mordedores de aves chamados Culex pipiens entraram nos tneis que estavam a ser abertos para o metropolitano de Londres. Sem possibilidade de seguirem a sua dieta habitual, mudaram os seus hbitos para se alimentarem a partir dos ratos e dos seres humanos. Cientistas britnicos descobriram agora que quase impossvel acasalar os mosquitos do metropolitano com os que continuaram a viver superfcie, o que poder indicar que aqueles se tornaram numa nova espcie (ou quase). Este facto est a deixar atnitos os cientistas evolucionistas, pois estes pensavam que estas alteraes precisariam de muito mais tempo para acontecerem.
Os criacionistas h muito tempo que tm defendido que o modelo bblico para a histria da terra permite a possibilidade no s de uma espcie se ramificar em vrias diferentes (sem a adio de nova informao, por isso sem "evoluo" na forma que entendida), mas tambm que este processo teria de ser muito mais rpido do que os evolucionistas esperariam (Creation 21(2):41 March-May 1999).




Clula simples?

Quanto “clula simples”, da qual os evolucionistas dizem que todas as criaturas vivas evoluram, a revista "Look" declarou, "A clula to complicada quanto a cidade de Nova Iorque!". (Tesouros, 444)
O Dr. Francis Crick, que recebeu o prmio Nobel pela descoberta da complexa estrutura em dupla-hlice do DNA, est provavelmente mais informado do que qualquer outro sobre a extraordinria complexidade da clula viva. Apesar de ser um evolucionista, ele e o seu colaborador Leslie Orgel, do Instituto Salk na Califrnia no aceitam a ideia de que a 1 clula auto-replicante se formou espontaneamente por sorte; admitem que, estatisticamente, impossvel.



Seleco natural ?

Seleco natural, sobrevivncia do mais apto. H criaturas que o senso comum nos diria ser impossvel terem sobrevivido no mundo do "adapta-te ou s comido" dos seres vivos
a) a nscia galinha no foi sempre domesticada, mas tero os seus antecessores selvagens sido um pouco mais inteligentes e sobrevivido durante milhes de anos?
b) as ovelhas so pouco mais inteligentes, e ainda h espcimes no domesticados hoje em dia, e algumas variedades, quando atacadas por um predador, no fazem nenhuma tentativa de fugir ou mesmo lutar, mas ficam imveis aguardando o seu destino.
c) o grilo faz um estridor para avisar o seu paradeiro.
d) nas florestas da Malsia, as aves-do-paraso apresentam-se resplandecentes com as cores mais fantsticas, de maneira alguma camuflados no seu habitat natural.
(Taylor 1996, 174)

 



Cdigo gentico

Porque ser que os geneticistas no conseguem ver os indcios bvios em favor da Criao existentes no cdigo gentico? Recentemente os geneticistas anunciaram ter conseguido ler o cdigo de DNA humano. Este feito verdadeiramente maravilhoso surge como um dos mais extraordinrios da histria. Os criacionistas congratulam-se com a notcia, seguros que quanto mais aprendemos, mais reconheceremos a assinatura de Deus na sua obra, e dar-Lhe-emos glria.
De facto os cientistas no decifraram o cdigo mas conseguiram, digamos assim, identificar as "letras" do cdigo. Eles apenas sabem algumas "palavras" para j, no conhecem a "linguagem", ou onde colocar a pontuao. Existem volta de 3 mil milhes de letras no DNA humano, e tudo isto extremamente complexo nada do que seria de esperar da evoluo aleatria.
Recentemente um bilogo molecular trabalhando na identificao dos controles genticos das doenas foi entrevistado por George Caylor da revista The Ledger, Lynchburg, Virgnia, E.U.A. O seu artigo denominado "The Biologist" foi publicado em 17.02.00. Foi dada permisso para reproduzir partes da entrevista, uma conversa entre "G" (o entrevistador) e "J" (o bilogo molecular). Comeou com um dilogo sobre a complexidade do cdigo humano.
J: "Eu sou um pouco como um editor, tentando encontrar um erro de ortografia num documento maior do que 4 conjuntos completos da Enciclopdia Britnica."
G: "Acredita que a informao evoluiu?"
J: "George, ningum que eu conhea na minha profisso acredita que ela tenha evoludo. Foi construda por um "gnio acima dos gnios", e esta informao no pode ter sido escrita de outra maneira. O papel e a tinta no escreveram o livro! Sabendo o que sabemos, ridculo pensar de outra maneira."
G: "Alguma vez mencionou isso numa conferncia ou em algum artigo para o pblico?"
J: "No. Apenas digo que evoluiu. Ser um bilogo molecular exige que constantemente suportemos duas insanidades. Um, seria uma loucura acreditar na evoluo quando podemos constatar a verdade por ns prprios. Dois, seria insano dizer que no se acredita na evoluo. Tudo o que seja trabalho governamental, subsdios para investigao, publicaes, grandes conferncias cientficas tudo terminaria. Ficaria no desemprego ou seria posto margem, sem possibilidades de ter um salrio decente.
G: "Detesto dizer isto mas isso parece-me intelectualmente desonesto."
J: "O meu trabalho em pesquisa gentica honesto. Encontraremos as curas para muitas das piores doenas humanas. Mas por agora teremos de viver com o "elefante na sala de estar"."
G: "Que elefante?"
J: "O design do Criador. como um elefante na sala de estar. Anda por a, ocupa um espao enorme, ouvem-se bramidos ensurdecedores, vem contra ns, deita coisas ao cho, come uma tonelada de palha e cheira a elefante. Contudo, temos que jurar que ele no est l!"
Comentrio: os geneticistas vem a evidncia a favor da Criao, e vem-na claramente, mas a presso dos seus pares, questes financeiras, o polticamente correcto, e um compromisso religioso com o naturalismo fora-os a virarem a cara para o lado e insistirem que no vem nada. assim que o mito ilgico das origens da sociedade moderna se perpetua a si mesmo.
Existe uma via melhor. Reconhea a existncia do elefante e tire partido do seu imenso poder.... (Back to Genesis no. 142 - October 2000. Inst.for Creation Research, El Cajon)




DNA / RNA

Unidades orgnicas que s so efectivas quando trabalham em cooperao umas com as outras (simbiose). As molculas de DNA, que existem no ncleo das clulas, tm uma relao simbitica com as molculas de RNA, as quais transferem a informao do ncleo para as vrias partes da clula. S atravs desta relao que as molculas provenientes da alimentao podem ser transportadas para os locais onde so necessrias para a construo da clula. A teoria da evoluo exige que ns acreditemos que duas molculas extremamente complicadas, DNA e RNA, que tm de encaixar perfeitamente, tenham evoludo separadamente e, a certa altura, apareceram ao mesmo tempo e no mesmo lugar de modo a funcionarem em conjunto. Esta situao exige que ns aceitemos um milagre.




Bibliografia

Gish, Duane T. 1995. Evolution: The Fossils Still Say No! ICR, El Cajon, California, EUA, 391 pp
Santos, Agostinho Soares dos. 1988. Onde Est, Evoluo, a Tua Cincia? Imprensa Portuguesa, Porto, 200 pp
Taylor, Ian T. 1996. In The Minds of Men – Darwin and the New World Order, 3rd ed. TFE Publishing, Minneapolis, EUA, 498 pp


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Coluna geológica
Não é preciso M de anos      
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